Acompanhe a cobertura em tempo real da Guerra Tarifária
Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC
18h06 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando isenções para os fabricantes de automóveis em algumas tarifas anunciadas por sua administração, confirmou a Casa Branca nesta quarta-feira (23) ao repórter Eamon Javers, da CNBC. A confirmação segue um relatório do Financial Times, que afirmou que Trump planeja isentar peças de automóveis das tarifas sobre importações da China, que foram impostas para combater a produção de fentanil, além das taxas sobre aço e alumínio. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
18h02 – O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que os Estados Unidos perderam apoio e se isolaram da comunidade internacional devido à sua política de imposição de tarifas. A declaração foi feita durante uma reunião com o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em Pequim. Segundo Wang Yi, os EUA abusaram do uso de tarifas como instrumento de política externa, o que resultou em sua perda de credibilidade global. Saiba mais.
17h57 – Dezenas de estados processaram o presidente Donald Trump e seu governo, buscando uma ordem judicial declarando que suas novas tarifas são ilegais. “O presidente não tem o poder de aumentar impostos por capricho, mas é exatamente isso que o presidente Trump tem feito com essas tarifas”, disse a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, em um comunicado sobre o processo. O processo foi ajuizado no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA, em Washington, D.C. Desde que assumiu o cargo, Trump emitiu uma série de decretos executivos impondo uma série de tarifas sobre importações estrangeiras, incluindo uma tarifa de 145% sobre produtos fabricados na China. Saiba mais.
17h35 – O comitê inaugural do presidente Donald Trump arrecadou um recorde de US$ 239 milhões graças a dezenas de megacorporações que contribuíram para o fundo. Quando muitas empresas fizeram suas doações, a comunidade empresarial ainda se sentia positiva em relação à eleição de Trump. Meses depois, o clima mudou, à medida que os líderes empresariais assimilam o impacto que as tarifas terão sobre seus negócios. A CNBC analisou sete setores que contribuíram para o fundo e detalhou quais empresas estão em melhor ou pior situação agora que Trump está no poder. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
17h25 – O CEO da Boeing confirmou na quarta-feira que a China parou de aceitar novas aeronaves por causa da guerra comercial entre os EUA e a China, mesmo com as ações da empresa subindo após uma perda menor do que o esperado. Em uma entrevista televisionada para a CNBC, o Diretor Executivo da Boeing, Kelly Ortberg, disse que os clientes chineses “pararam de receber aeronaves devido ao ambiente tarifário”, acrescentando que, se a paralisação continuasse, a gigante da aviação logo comercializaria os jatos para outras companhias. A Boeing tinha planejado enviar cerca de 50 aeronaves para a China em 2025, disse Ortberg, que contou à rede que a empresa não “esperaria muito” para enviar os jatos para outros clientes. Saiba mais.
17h22 – O Banco Central Europeu (BCE) divulgou nesta quarta-feira (23) novos dados que apontam para uma desaceleração nos reajustes salariais negociados na zona do euro ao longo deste ano. Segundo o levantamento, o “rastreador salarial do BCE continua a indicar que as pressões salariais negociadas diminuirão ao longo de 2025”, reforçando as projeções divulgadas em março. As informações atualizadas, que consideram acordos coletivos assinados até a primeira semana de abril de 2025, mostram que o crescimento salarial negociado, já com os pagamentos únicos suavizados, foi de 4,8% em 2024 e deve recuar para 3,1% neste ano. Saiba mais.
16h11 – O presidente Donald Trump quer que as montadoras produzam nos EUA, mas “transferir” a produção de grandes fábricas de montagem não é tão fácil. A realocação de linhas de produção leva anos de planejamento e construção — e pode ser custosa. A construção de uma fábrica de montagem precisa ser feita em conjunto com a contratação de trabalhadores, a construção de infraestrutura, como abastecimento de água e energia, e a construção de uma cadeia de suprimentos de peças, entre outras considerações. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
15h26 – O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Nilton David, avaliou nesta quarta-feira (23) que é quase impossível ignorar a possibilidade de uma recessão global em decorrência das tarifas anunciadas pelo governo norte-americano. Segundo o diretor, o esfriamento da atividade econômica global pode, por outro lado, ajudar o Produto Interno Bruto (PIB) a voltar ao seu potencial, tirando assim a pressão sobre a inflação. “Ainda estamos no meio de uma mudança de portfólios”, pontuou o diretor do BC, acrescentando que vê uma redução da atividade nos EUA e muito provavelmente no mundo. Saiba mais.
15h21 – As bolsas da Europa encerraram o pregão desta quarta-feira (23) em alta, apoiadas por declarações favoráveis do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre tarifas à China. Ontem, Trump sinalizou que as tarifas impostas pelos EUA a produtos chineses “não serão tão altas”. Também afirmou “não ter intenção” de demitir Powell. Saiba mais.
13h37 – O modelo econômico de Pequim, dependente de exportações, é “insustentável” e prejudica tanto a China quanto o resto do mundo, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. “É um modelo insustentável que não prejudica apenas a China, mas o mundo inteiro”, disse Bessent em um discurso em Washington, enfatizando as preocupações com os desequilíbrios comerciais que o presidente dos EUA espera resolver por meio de tarifas abrangentes. Ele insistiu que as medidas do governo Trump são um apelo por “colaboração mais profunda e respeito mútuo entre os parceiros comerciais”. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
13h36 – O Ibovespa opera em alta firme desde a abertura dos negócios desta quarta-feira (23) e passou a testar o patamar dos 133 mil pontos, nível inédito em abril. O bom desempenho reflete o apetite por ativos de risco no mercado internacional desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acenou com a intenção de reduzir as tarifas de importação de produtos chineses. Na máxima do dia, o índice chegou a subir mais de 2%, mas perdeu parte do fôlego com influência negativa das ações da Petrobras. Saiba mais.
13h04 – O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que “há uma oportunidade para um grande acordo aqui” em questões comerciais entre os Estados Unidos e a China. “Se eles querem se reequilibrar, vamos fazer isso juntos”, disse Bessent durante uma aparição no Instituto de Comércio Internacional e Finanças, em Washington, D.C. Mas Bessent também criticou o Banco Mundial por conceder empréstimos a países com crescimento econômico acelerado, incluindo a China. Saiba mais.
12h51 – Os contratos futuros de cobre com vencimento em maio atingiram a máxima de 4,932, seu maior nível desde 3 de abril, quando o metal chegou a ser negociado a 5,0. O cobre foi impulsionado pela esperança de alívio das tensões comerciais entre os EUA e a China, já que ambos os países indicaram sua abertura para negociações. O ETF Global X Copper Miners (COPX) subiu 1,9% no pré-mercado de quarta-feira e caminha para um ganho semanal de 4,5%. (Fonte: CNBC Internacional)
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
12h37 – O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a economia mundial deve crescer 2,8% neste ano, projeção 0,5 ponto porcentual menor que a anterior, divulgada em janeiro. O Fundo cortou suas projeções para o crescimento do Brasil neste e no próximo ano, esperando que o PIB brasileiro avance 2,0% em 2025, e não mais 2,2%, como havia previsto. Segundo o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, a razão está nos impactos do tarifaço adotado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a economia global. Saiba mais.
12h33– O FMI cortou suas projeções de PIB para 2025 da China e da Índia para 4% e 6,2%, respectivamente, em relação à previsão de janeiro de 4,6% e 6,5%. A meta oficial de crescimento do PIB da China foi estabelecida em “cerca de 5%” para 2025, enquanto a Índia projetou um crescimento de 6,5% para seu ano fiscal de 2025, que vai de abril de 2025 a março de 2026. O FMI também reduziu a previsão de crescimento do Japão de 1,1% para 0,6%. O Japão tem uma projeção de crescimento de 1,1% para seu ano fiscal de 2025, também de abril de 2025 a março de 2026. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
12h22 – O FMI projeta que o déficit federal geral dos EUA cairá para 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, ante 7,3% em 2024. O fundo multinacional citou o aumento das receitas tarifárias para o declínio. O FMI destacou a incerteza em torno da implementação de tarifas mais altas e potenciais aumentos de receita. Saiba mais.
11h30 – Os planos tarifários de Donald Trump aumentaram os riscos para as finanças públicas, afirmou o FMI, alertando os países para que controlem seus planos de gastos e se preparem para compensações “mais drásticas”. A introdução intermitente de impostos sobre os principais parceiros comerciais pelo presidente dos EUA elevou a volatilidade do mercado e deixou os investidores nervosos, que tentam traçar um caminho em meio à crescente incerteza. O FMI espera agora que a dívida pública global aumente para mais de 95% da produção econômica este ano e se aproxime de 100% do PIB até 2030. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
10h45 – Os juros projetados dos Treasuries dos Estados Unidos operam em forte queda na manhã desta quarta-feira (23), refletindo o recuo de Donald Trump na demissão do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell. Trump disse na terça-feira (22) que não tinha “nenhuma intenção” de demitir o presidente do Fed, Jerome Powell, recuando após seu comentário de que a demissão de Powell não poderia ocorrer ”rápido o suficiente” ter gerado fortes críticas. “Esses (os últimos comentários de Trump) deram aos mercados uma sensação de otimismo, de que o caos recente pode ter chegado ao auge e estamos caminhando para águas mais calmas”, disse Russ Mould, diretor de investimentos da AJ Bell. Saiba mais.
10h44 – O dólar volta a cair ante o real e os juros futuros acompanham em manhã de apetite por ativos de risco nos mercados globais. Os retornos dos Treasuries e a moeda americana frente a outras emergentes se desvalorizam, enquanto o minério de ferro avançou em meio a sinais de possível abertura de negociações de tarifas comerciais entre EUA e China. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as tarifas de 145% impostas à China “não serão tão altas” quanto anunciado anteriormente. Saiba mais.
10h23 – O filho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Jr, visitará a Coreia do Sul na próxima semana, disse um conglomerado local nesta quarta-feira (23), enquanto Seul enfrenta tarifas dos EUA e um vácuo de liderança interno. A Coreia do Sul, aliada dos EUA e grande exportadora para os Estados Unidos, foi atingida por tarifas gerais de 10%, além de tarifas de 25% sobre suas exportações de automóveis e aço para os EUA. O país, cuja economia depende das exportações, sofre com um vácuo de liderança desde dezembro, quando o ex-presidente Yoon Suk Yeol declarou brevemente lei marcial. A desastrosa declaração resultou na destituição de Yoon. Saiba mais.
10h02 – EXCLUSIVO CNBC – Veja as ações nos EUA que mais se movimentam no pré-mercado: Boeing, Tesla, BP, Eli Lilly. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
09h51 – O ouro registrou um novo recorde de valorização, atingindo US$ 3.425 por onça troy. Segundo projeções do JPMorgan, o metal pode ultrapassar a marca dos US$ 4 mil até o segundo trimestre de 2026. A alta reflete um movimento global de fuga de capitais dos Estados Unidos, consequência da guerra tarifária, e a busca crescente por ativos considerados seguros. Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta quarta-feira (23), Bruna Allemann, head da mesa internacional da Nomos, analisou o cenário que impulsionou essa valorização histórica. “É uma brincadeira que não é brincadeira. Grande parte dos economistas está voltando para os livros de história. Historicamente, o ouro foi a primeira reserva de valor, antes mesmo do dólar”, afirmou Allemann. Saiba mais.
09h47 – EXCLUSIVO CNBC – O prejuízo da Boeing no primeiro trimestre caiu para US$ 31 milhões e ela queimou menos dinheiro do que os analistas estimavam. As entregas de aviões da Boeing aumentaram cerca de 60% em relação ao ano passado, enquanto a empresa trabalhava para estabilizar a produção. Os executivos provavelmente receberão perguntas sobre tarifas e a guerra comercial do presidente Donald Trump. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
09h39 – EXCLUSIVO CNBC – O CEO da Tesla, Elon Musk, afirmou que as novas restrições comerciais da China sobre ímãs de terras raras afetaram a produção dos robôs humanoides Optimus da empresa, que dependem dessas exportações. Falando durante uma teleconferência de resultados da Tesla na terça-feira (22), Musk disse que a empresa está resolvendo a questão com Pequim e espera obter aprovação para acessar esses recursos críticos. Saiba mais.
09h37 – EXCLUSIVO CNBC – A Tesla está entrando com cautela no mercado indiano, disse o diretor financeiro Vaibhav Taneja na terça-feira (22), nos EUA, à medida que a fabricante de veículos elétricos enfrenta queda nas vendas e ameaças tarifárias. Falando durante uma teleconferência de resultados, Taneja confirmou relatos de que a empresa está trabalhando em uma expansão para a Índia, acrescentando que o país seria um ótimo mercado para entrar, graças à sua “grande classe média”. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
09h35 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na terça (22) não querer uma nova “guerra fria”, nem ter de escolher entre Estados Unidos e China, em meio à disputa comercial desencadeada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Segundo Lula, o Brasil não quer ter preferência sobre um ou sobre outro: “Eu quero vender e comprar”, disse. Lula defendeu um “processo de negociação” com os Estados Unidos sobre a imposição de tarifas de importação a produtos brasileiros. Saiba mais.
09h29 – EXCLUSIVO CNBC – Tudo o que você precisa saber hoje sobre a guerra tarifária. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não tem “nenhuma intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell; O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que espera que “haja uma redução” na guerra comercial de Trump com a China; Os mercados se recuperam com comentários promissores feitos por Trump e Bessent; Os lucros do primeiro trimestre da Tesla ficam abaixo das expectativas; Elon Musk, CEO da Tesla, disse que passará “significativamente” menos tempo trabalhando para Trump; Uma moeda de refúgio vem se fortalecendo, impulsionando um fundo negociado em bolsa vinculado a ela. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
07h54 – As bolsas europeias operam em alta na manhã desta quarta-feira (23), ampliando ganhos de ontem, à medida que o apetite por risco ganhou força após comentários favoráveis do presidente dos EUA, Donald Trump. Ontem, Trump sinalizou que as tarifas impostas pelos EUA a produtos chineses, oficialmente de 145%, “não serão tão altas”. Além disso, Trump disse “não ter intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Jerome Powell, depois de criticá-lo de maneira enfática. Saiba mais.
07h50 – As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (23), favorecidas por expectativas de que as tensões comerciais entre EUA e China possam diminuir. O presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou ontem que as tarifas impostas a produtos chineses, oficialmente de 145%, “não serão tão altas”. Trump disse também “não ter intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Jerome Powell, o que também contribuiu para a melhora do humor nos mercados globais. Saiba mais.
07h40 – Bom dia! Hoje é quarta-feira, 23 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
Guerra Comercial entre Estados Unidos e China afetam mercados pelo mundo.
Cido Coelho/Times Brasil/Imagem gerada por IA
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
—
23h – Boa noite! Encerramos nesta terça-feira (22) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
22h42 – EXCLUSIVO CNBC – A ‘regra simples’ de Warren Buffett para construir riqueza quando o mercado de ações está volátil: “Seja medroso quando os outros são gananciosos, e ganancioso quando os outros são medrosos.” Saiba mais.
22h07 – EXCLUSIVO CNBC – Elon Musk disse nesta terça-feira (22) que não gosta de tarifas altas ou imprevisíveis, mas que qualquer decisão sobre o que acontecer com elas “cabe inteiramente ao presidente dos Estados Unidos”. Falando durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre de sua empresa, em meio à incerteza econômica relacionada a tarifas, Musk afirmou que a Tesla está em uma posição relativamente boa, comparada a outras montadoras americanas, porque possui “cadeias de suprimento localizadas” na América do Norte, Europa e China. Musk afirmou que a Tesla é “a montadora menos afetada com relação às tarifas, ao menos na maioria dos aspectos”. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
21h55 – A diretora do Federal Reserve (Fed), Adriana Kugler, disse nesta terça-feira (22) que as tarifas impostas pelo governo dos EUA provavelmente pressionarão os preços para cima e que apoiará a manutenção da taxa de juros atual enquanto os riscos de alta de inflação continuarem. “Se condições financeiras ficarem restritivas, crescimento pode ser afetado”, declarou em discurso preparado para o Instituto de Economia Heller-Hurwicz, na Universidade de Minnesota (EUA). “Acho que nossa política monetária está bem posicionada para mudanças no ambiente macroeconômico. A atividade econômica e o emprego permanecem estáveis”, acrescentou a dirigente.Saiba mais.
20h31 – Em seu discurso no Fórum Empresarial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas às recentes tarifas comerciais adotadas pelos Estados Unidos. Lula ressaltou que tais políticas protecionistas representam um retrocesso e que o multilateralismo, antes visto como a solução para os problemas globais, tem sido colocado de lado. Ele também defendeu uma maior integração econômica e comercial entre os países da América do Sul. “Queria confessar que nessa esteira do livre comércio, tendo dado a guinada que deu nos últimos dias, propondo a maior política de taxação comercial que o mundo já tomou conhecimento, o multilateralismo pode estar sendo jogado no lixo para que tenha lugar o protecionismo.” Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
20h06 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, disse que a recuperação do mercado na terça-feira (22) pode ser o início de uma verdadeira recuperação nas ações. Desenvolvimentos positivos nas negociações comerciais com países como a China seriam um fator-chave, disse Cramer. Dados econômicos fracos e uma nova queda nos preços do petróleo também podem levar a um corte nas taxas do Fed, o que seria uma boa notícia para os mercados, disse Cramer. Saiba mais.
19h38 – EXCLUSIVO CNBC – Os futuros das ações subiram na noite de terça-feira (22), com os investidores esperando estender os ganhos da sessão regular. Os futuros atrelados ao S&P 500 subiram 1,6%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 dispararam 1,8%. Os futuros do Dow Jones Industrial Average subiram 537 pontos, ou 1,4%. O rali nos futuros veio após o presidente Donald Trump dizer na noite de terça-feira que ele “não tem intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, cujo mandato à frente do banco central termina em maio de 2026. Saiba mais.
19h27 – O dólar apresentou queda firme na sessão desta terça-feira (22) a primeira após o feriado prolongado de Páscoa e Tiradentes, e fechou abaixo do nível de R$ 5,75. O dia foi marcado por enfraquecimento da moeda americana em relação a divisas emergentes, impulsionadas pela valorização de commodities, em especial do petróleo, e pelo apetite ao risco no exterior. “Ontem, vimos uma busca maior por proteção. Investidores abandonaram o dólar e compraram ouro com essa tensão entre Trump e o Fed. Hoje, os mercados mostram uma certa recuperação do apetite ao risco, o que é bom para divisas emergentes”, afirma Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
19h11 – A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou que o “risco de recessão global se aproxima se as tarifas dos Estados Unidos não forem resolvidas”. No entanto, ela destacou que, considerando o cenário global atual, com negociações em andamento em relação às sobretaxas americanas, o FMI “não projeta recessão”. Questionada sobre a tensão entre o presidente americano, Donald Trump, e o chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, Georgieva disse que “a credibilidade dos bancos centrais vem com independência” dessas instituições. Saiba mais.
18h50 – A restrição imposta pelos Estados Unidos à exportação de chips para a China é estratégia de defesa dos EUA, diz Adriano Morais, professor de economia da Faculdade ESEG. “Essa é uma medida muito menos econômica e muito mais estratégica”, disse em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. De acordo com Morais, os chips afetados, como o H20 da Nvidia e o M1308 da AMD, são fundamentais para tecnologias de inteligência artificial. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
18h32 – BREAKING NEWS – EXCLUSIVO CNBC – O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira (22) que não tem “nenhuma intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, antes que seu mandato à frente do banco central dos EUA termine no próximo ano. “Absolutamente nenhuma,” disse Trump no Salão Oval ao ser questionado se poderia esclarecer que não buscava a remoção de Powell. “Nunca quis.” O comentário representa uma mudança dramática para Trump, que recentemente intensificou sua retórica contra Powell e se recusou a descartar a possibilidade de tomar a medida sem precedentes de demiti-lo. Saiba mais.
18h28 – EXCLUSIVO CNBC – As ações dispararam nos EUA na terça-feira (22) com esperanças de que as tensões comerciais com a China possam diminuir em breve. O índice Dow Jones Industrial Average subiu 1.016,57 pontos, ou 2,66%, fechando em 39.186,98. O S&P 500 ganhou 2,51% e encerrou em 5.287,76, enquanto o Nasdaq Composite subiu 2,71% para fechar em 16.300,42. As principais médias dispararam com a notícia de que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse a um grupo de investidores na terça-feira que haverá uma “desescalada” na guerra comercial com a China. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
18h00 – EXCLUSIVO CNBC – Mesmo com a suspensão das tarifas recíprocas em vigor, os consumidores americanos já estão antecipando as pressões dos preços mais altos. A maioria dos americanos — 85% — está preocupada com as tarifas, de acordo com uma nova pesquisa da NerdWallet com mais de 2.000 pessoas realizada este mês. Entre as principais preocupações dos consumidores está o fato de que as novas políticas impactarão sua capacidade de comprar itens essenciais e que a economia americana entrará em recessão. Saiba mais.
17h42 – O presidente Donald Trump, em entrevista à Fox neste mês, disse que “há uma chance” de que a receita tarifária possa substituir o imposto de renda federal. No entanto, alguns especialistas em políticas públicas estão céticos em relação à ideia, com base na base tributária potencial e outros fatores. Atualmente, há uma alíquota tarifária universal de 10% para a maioria dos países e uma alíquota de 145% para produtos chineses. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
17h29 – As tentativas de Donald Trump de influenciar a direção da política monetária dos EUA, por meio de críticas públicas ao presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, têm possibilidades “extremamente baixas” de serem bem-sucedidas, afirma o BMO em análise publicada nesta terça-feira, (22). “Se houver alguma coisa, a natureza pública do esforço só aumentou a determinação de Powell – em prol da independência do banco central, se nada mais”, acrescenta o banco canadense. O BMO se diz cético quanto à eficácia de Trump em qualquer tentativa de remover Powell antes do término de seu mandato, em maio de 2026. Saiba mais.
17h02 – O presidente Donald Trump afirmou que a política tarifária abrangente de seu governo incentivará as multinacionais americanas a trazerem suas operações de fabricação de volta aos Estados Unidos. Isso inclui a Apple, que o presidente espera poder começar a fabricar iPhones nos EUA. “Ele acredita que temos a mão de obra, a força de trabalho e os recursos para isso”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, no início deste mês. Especialistas afirmam que tal medida é improvável, com a analista da Needham, Laura Martin, afirmando que, mesmo que a Apple quisesse voltar, levaria anos para que a empresa transferisse sua cadeia de suprimentos para os EUA. Saiba mais.
16h49 – EXCLUSIVO CNBC – O negócio principal de publicidade online da Meta pode sofrer um impacto de US$ 7 bilhões (R$ 40,18 bilhões) este ano, devido às duras tarifas de Donald Trump contra a China, que estão afetando os varejistas no país, de acordo com uma nota de pesquisa da MoffettNathanson. Os analistas atribuem esse impacto a uma possível redução nas campanhas de anúncios digitais de varejistas ligados à China, como Temu e Shein. Eles destacaram o último relatório anual da Meta, no qual a empresa revelou que sua receita na China foi de US$ 18,35 bilhões (R$ 105,35 bilhões) em 2024, representando um pouco mais de 11% de suas vendas totais naquele ano.Saiba mais.
16h46 – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu um “processo de negociação” com os Estados Unidos sobre a imposição de tarifas de importação de produtos brasileiros. Lula disse que “somente o multilateralismo pode trazer um equilíbrio na relação comercial e política”. “Eu acho que a gente vai ter que estabelecer um processo de negociação, por mais difícil que seja. A gente não pode desistir de acreditar que somente o multilateralismo pode trazer um equilíbrio na relação comercial e política. A nós brasileiros não agrada essa disputa estabelecida pelo presidente (dos EUA, Donald) Trump”, declarou Lula a jornalistas. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
16h36 – EXCLUSIVO CNBC – Jerome Powell é presidente do Conselho de Governadores do Fed e do Comitê Federal de Mercados Abertos, que define a política de taxas de juros. Paul Ashworth, economista-chefe para a América do Norte da Capital Economics, disse que demitir Powell não necessariamente mudará a opinião de outros membros do Fed. “Com toda a probabilidade, no entanto, demitir Powell seria apenas o primeiro passo para destruir a independência do Fed”, escreveu Ashworth. Saiba mais.
15h55 – Em evento com empresários da indústria de autopeças, Geraldo Alckmin falou sobre a disposição do Brasil de negociar as tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ao mesmo tempo, ressaltou, o governo está atento à possibilidade de desvios de produtos em direção ao Brasil por conta da guerra comercial estimulada pela política tarifária norte-americana. Ao relembrar as conversas que teve com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, e o representante comercial do país, Jamieson Greer, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços voltou a frisar que a balança de bens e serviços é superavitária do lado americano, de modo que o Brasil não deveria ser alvo de Trump. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
15h28 – A pesquisa de abril do Banco Central Europeu (BCE) com analistas financeiros indica a expectativa de uma redução gradual nas taxas de juros da zona do euro. A taxa de depósito do BC europeu (DFR, na sigla em inglês) deve recuar de 2,25% em abril para 2,00% em junho. Para o longo prazo, a mediana das projeções indica o DFR em 2,00%. Os analistas também preveem cortes nas taxas de refinanciamento (MRO) e nos empréstimos de longo prazo (MLF). Saiba mais.
14h59 – Dirigente do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do BC da Finlândia, Olli Rehn alertou que as crescentes incertezas geradas pela política comercial dos Estados Unidos terão um “impacto negativo significativo” sobre o Produto Interno Bruto (PIB) europeu em 2025. Rehn reconheceu que a União Europeia (UE) não está parada esperando os desdobramentos das políticas americanas para se posicionar. “O próximo grande passo será a ratificação do acordo do Mercosul. Democracias da América Latina são parceiras naturais para a Europa.” Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
14h52 – A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse nesta terça-feira (22) que esperava que a possibilidade do presidente dos EUA, Donald Trump, demitir o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, não estivesse em pauta. Questionada por Sara Eisen, da CNBC, se esse cenário representava um risco material para os mercados, Lagarde respondeu: “Espero que não… Espero que não seja um risco”. Saiba mais.
13h15 – O Secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou durante um evento do JPMorgan Chase que a situação das tarifas com a China é insustentável e que espera uma redução, de acordo com uma reportagem da Bloomberg News. O evento onde Bessent discursou não foi aberto ao público ou à mídia. O Departamento do Tesouro não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Bloomberg. Saiba mais.
12h54 – A incerteza sobre a política dos EUA levou a uma fuga do dólar americano e dos títulos do Tesouro, com o índice do dólar enfraquecendo mais de 9% até agora este ano, e os analistas prevêem mais quedas. A queda do dólar levou outras moedas a se valorizassem em relação a ele, especialmente as moedas porto seguro, como o iene japonês, o franco suíço e o euro. É provável que a desvalorização da moeda seja mais uma consideração ativa nos mercados emergentes, particularmente na Ásia, disse Nick Rees, chefe de pesquisa macro da Monex Europe. “Os mercados emergentes enfrentam elevados riscos de inflação, de dívida e de fuga de capitais, o que torna a desvalorização perigosa”, afirmou Wael Makarem, diretor de estratégia dos mercados financeiros da Exness. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
11h27 – CRIPTO BRASIL – Bitcoin está testando um nível de resistência chave no nível de $ 88,000 por um segundo dia à medida que a criptomoeda aumenta os ganhos desta semana, enquanto o mercado de ações tenta se recuperar de outro sell-off. O Bitcoin está agora fora de sua baixa de 7 de abril em cerca de 20%. O grande movimento de alta nesta semana coincidiu com mais uma liquidação nas ações dos EUA, enquanto Trump aumentava sua campanha de pressão sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Saiba mais.
10h53 – O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou nesta terça-feira (22) que foram feitos “bons progressos” em direção à um acordo comercial com a Índia. Washington e Nova Deli estão negociando a primeira parte de um acordo comercial, que a Índia espera permitir um alívio dentro da pausa de 90 dias nas altas tarifas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, neste mês. Vance esboçou uma parceria vantajosa para ambas as nações, afirmando que os dois países têm “muito a oferecer um ao outro”, incentivando Nova Deli a comprar mais equipamento militar dos EUA e a reforçar os laços energéticos. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
10h47 – O Fundo Monetário Internacional rebaixou a previsão de crescimento do Reino Unido para 2025 em sua última perspectiva econômica divulgada na terça-feira, alertando que as tarifas comerciais do presidente dos EUA, Donald Trump, os maiores custos de empréstimos e o aumento dos preços da energia prejudicarão a produção neste ano. Em sua previsão de referência, o FMI prevê que a economia do Reino Unido crescerá 1,1%, queda de 0,5 ponto percentual em relação à previsão anterior, em janeiro. A previsão é de que o Reino Unido cresça 1,4% em 2026, 0,1 ponto percentual abaixo da previsão anterior. Saiba mais.
10h13 – EXCLUSIVO CNBC – O CEO da Lindt, Adalbert Lechner, estima que os preços do cacau cairão, mas ainda permanecerão altos. Embora a Lindt seja “muito cautelosa” quanto ao repasse de custos, os altos preços das matérias-primas significam que “uma certa quantia” desse aumento chegará aos consumidores. Para ele, a empresa está amplamente protegida de danos tarifários, mas uma guerra comercial pode prejudicar o sentimento do consumidor. Saiba mais.
09h32 – EXCLUSIVO CNBC – A varejista americana Bath & Body Works está bem posicionada diante de possíveis tarifas de importação, já que 80% de sua produção ocorre nos EUA. A fabricante de velas e itens de cuidados pessoais vem transferindo gradualmente sua produção para os EUA há mais de uma década. Isso permite que a empresa mantenha preços e margens de lucro estáveis. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
09h17 – A 3M teve lucro ajustado por ação de US$ 1,88 no primeiro trimestre de 2025, maior do que o ganho de US$ 1,71 apurado em igual período do ano passado, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (22). Para 2025, a 3M reafirmou sua projeção de lucro ajustado por ação em US$ 7,60 a US$ 7,90, mas alertou sobre possível impacto tarifário de US$ 0,20 a US$ 0,40. Saiba mais.
08h33 – EXCLUSIVO CNBC – A gigante farmacêutica suíça Roche anunciou na terça-feira (22) que investirá US$ 50 bilhões nos EUA nos próximos cinco anos, em meio a preocupações sobre o impacto de possíveis novas tarifas da Casa Branca sobre produtos farmacêuticos importados. O investimento criará mais de 12.000 empregos — 1.000 diretamente na empresa, e o restante para apoiar novas capacidades de fabricação nos EUA. A empresa informou que já emprega mais de 25.000 pessoas nos EUA. Saiba mais.
08h30 – EXCLUSIVO CNBC – O desejo do presidente dos EUA, Donald Trump, de intervir no Federal Reserve vem impactando os mercados. Todos os principais índices dos EUA caíram na segunda-feira (21), pressionados por fortes quedas no grupo de ações conhecidas como “Sete Magníficas”. O dólar americano enfraqueceu para o menor nível em três anos, enquanto os preços do ouro atingiram um novo recorde, sugerindo, em conjunto, que investidores globais estão perdendo confiança na economia dos EUA e realocando seu capital para ativos mais seguros, protegidos de Trump. O que você precisa saber hoje sobre a guerra comercial:
O presidente dos EUA, Donald Trump, na segunda-feira (21), renovou e intensificou seus ataques ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, pedindo cortes na taxa de juros.
Ações e dólar caem enquanto o ouro atinge recorde.
As ações da Tesla caíram quase 6% na segunda-feira, um dia antes da divulgação do relatório de resultados do primeiro trimestre. O papel já acumula queda de 44% no ano.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, se encontrou com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e ambos sinalizaram otimismo em relação a um acordo comercial entre os dois países.
O banco de investimentos e corretora japonês Nomura disse na terça-feira que comprará os negócios de gestão de ativos públicos nos EUA e na Europa do Macquarie, empresa australiana de banco de investimentos, por US$ 1,8 bilhão.
Ações e títulos provavelmente teriam uma “reação severa” e cairiam fortemente se Trump tomasse alguma medida para remover o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse Krishna Guha, vice-presidente da Evercore ISI, ao programa “Squawk Box” da CNBC na segunda-feira.
E por fim, com o enfraquecimento do dólar, os bancos centrais do mundo caminham em uma corda bamba — desvalorizar suas moedas ou não. Saiba mais.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL: 🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
08h13 – Os contratos futuros do ouro ultrapassaram nesta terça-feira (22) a marca de US$ 3,5 mil por onça-troy pela primeira vez na história, no segundo dia consecutivo de recordes. Alta ocorre em meio a preocupações sobre a independência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) após novos ataques do presidente dos EUA, Donald Trump, ao chefe da instituição, Jerome Powell. Saiba mais.
08h06 – As bolsas europeias operam sem direção única na manhã desta terça-feira (22), na volta do feriado estendido de Páscoa, um dia após novos ataques do presidente dos EUA, Donald Trump, ao chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, abalarem a confiança de investidores – que já está fragilizada em meio à guerra comercial – e derrubarem Wall Street. Ontem, Trump voltou a pedir cortes nos juros do Fed e a atacar a postura de Powell na liderança do BC americano, gerando dúvidas sobre a independência da autoridade monetária e levando as bolsas de Nova York a amargar quedas de cerca de 2,5%. Saiba mais.
07h53 – Bom dia! Hoje é segunda-feira, 22 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
07h41 – As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (22), pressionadas após novas críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, ao chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, derrubarem Wall Street ontem. O índice japonês Nikkei caiu 0,17% em Tóquio, a 34.220,60 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi teve perda marginal de 0,07% em Seul, a 2.486,64 pontos, e o Taiex apresentou queda de 1,64% em Taiwan, a 18.793,43 pontos. Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,25%, a 3.299,76 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,11%, a 1.908,73 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,78%, a 21.562,32 pontos. Saiba mais.
19h30 – Boa noite! Encerramos nesta segunda-feira (21) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
18h15 – EXCLUSIVO CNBC – As ações caíram novamente nesta segunda-feira (21), enquanto o presidente Donald Trump intensificava seus ataques ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, levantando questões sobre a independência do banco central, e os traders receberam poucos sinais de progresso nas negociações comerciais globais. O Índice Industrial Dow Jones caiu 971,82 pontos, ou 2,48%, para fechar em 38.170,41. O S&P 500 perdeu 2,36% e terminou em 5.158,20, e o Nasdaq Composite caiu 2,55%, fechando em 15.870,90. Saiba mais.
18h05 – EXCLUSIVO CNBC – O dólar americano caiu nesta segunda-feira (21), atingindo seu nível mais baixo desde 2022, enquanto investidores globais se afastam dos ativos dos EUA diante da tensão entre o presidente Donald Trump e o Federal Reserve. O Índice do Dólar dos EUA ICE, que mede o dólar em relação a uma cesta de moedas estrangeiras, caiu para 97,92 nesta segunda-feira. Esse é o nível mais baixo para o índice desde março de 2022, de acordo com a FactSet. O índice fechou o dia com queda de 1%, em 98,38. Saiba mais.
17h37 – EXCLUSIVO CNBC – As ações da Tesla caíram quase 6% na segunda-feira, um dia antes da divulgação do relatório de lucros do primeiro trimestre da empresa. Investidores buscam respostas sobre os planos do CEO Elon Musk para a montadora, enquanto ele passa grande parte do seu tempo com a administração Trump, promovendo cortes no governo federal dos EUA. As ações da empresa acumulam queda de 44% no ano até o momento, após registrarem seu pior trimestre desde 2022 em março.Saiba mais.
15h53 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente Donald Trump se reunirá na tarde de segunda-feira (21) com executivos de grandes redes de varejo, como Walmart, Target, Home Depot e Lowe’s, para discutir suas políticas tarifárias. Essas tarifas, consideradas agressivas e imprevisíveis, têm o potencial de desestabilizar os modelos de negócios dos varejistas, que dependem significativamente de importações. Leia mais
14h58 – EXCLUSIVO CNBC – Empresas grandes e pequenas estão recorrendo a locais especiais aprovados pela Alfândega dos EUA para evitar, pelo menos temporariamente, o pagamento de novas tarifas implementadas pelo Presidente Trump. Esses locais, chamados de zonas de comércio exterior (FTZs) e armazéns alfandegados, são locais de armazenamento ou fabricação especialmente designados e seguros, aprovados pela Alfândega dos EUA, onde a carga não está sujeita a impostos alfandegários ou impostos especiais de consumo dos EUA. Saiba mais.
13h50 – A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que continua dialogando com o governo dos Estados Unidos sobre as novas políticas tarifárias, especialmente no aço, alumínio e setor automotivo, mas ainda sem alcançar um acordo. Ela defende que o México, sendo deficitário em relação aos EUA, deve ser tratado sob o princípio de “nação mais favorecida” do tratado de livre comércio, que promove a não discriminação no comércio internacional, conforme regulamentos da Organização Mundial do Comércio. Leia mais
12h41 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas críticas ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, acusando-o de não reduzir as taxas de juros e ameaçando seu emprego. Em uma publicação nas redes sociais, Trump usou um apelido pejorativo para Powell, alertando que a economia poderia desacelerar caso as taxas não fossem reduzidas imediatamente. Saiba mais
11h26 – A China manteve suas principais taxas de empréstimo inalteradas nesta segunda-feira (21), refletindo a força dos dados econômicos recentes e permitindo ao banco central focar na estabilidade do yuan, em meio às tensões comerciais com os EUA. O Banco Popular da China decidiu manter a taxa primária de empréstimo de 1 ano em 3,1% e a de 5 anos em 3,6%, após um crescimento do PIB de 5,4% no primeiro trimestre e resultados positivos nas vendas no varejo e na produção industrial em março, superando as expectativas do mercado. Leia mais
09h52 – EXCLUSIVO CNBC – A China advertiu nesta segunda-feira (21) que irá retaliar países que cooperarem com os Estados Unidos de maneira que comprometa os interesses chineses, em um momento em que a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo ameaça envolver outras nações. Saiba mais.
09h50 – Bom dia! Hoje é segunda-feira, 21 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
21h00 – Boa noite! Encerramos neste domingo (20) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
16h27 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, disse neste domingo (20) que as tarifas do presidente Donald Trump estão fazendo com que empresários dos EUA estoquem inventários. “Compras preventivas” por empresas, assim como por consumidores, de itens de alto valor a preços pré-tarifas podem causar um nível “artificialmente alto” de atividade econômica, disse o banqueiro. Esse aumento temporário pode ser seguido por uma queda correspondente no verão americano. Saiba mais.
16h09 – Coreia do Sul e Estados Unidos terão encontros bilaterais para negociações tarifárias nesta semana. As negociações foram propostas pelo governo norte-americano, disse a Yonhap mencionando informações do governo coreano. Os Estados Unidos impuseram uma tarifa recíproca de 25% sobre produtos importados da Coreia do Sul, além de sobretaxas de 25% sobre aço, alumínio, carros e peças de automóveis. Saiba mais.
15h06 – A montadora Volvo planeja demitir entre 550 e 800 funcionários nos Estados Unidos nos próximos três meses, em reação direta às tarifas impostas pelo presidente Donald Trump. As informações foram divulgadas pela agência de notícias Reuters. Segundo o veículo, a Volvo Group North America disse, em comunicado, que a medida é uma tentativa de alinhar a produção à queda na demanda por veículos. Leia mais.
14h12 – EXCLUSIVO CNBC – O CEO da Back Market, Thibaud Hug de Larauze, relatou um aumento expressivo nas vendas da plataforma de dispositivos tecnológicos usados e recondicionados, que triplicaram em apenas uma semana após o anúncio das novas tarifas de importação dos Estados Unidos sobre produtos chineses. Com a China enfrentando uma tarifa total de 145% e a possibilidade de novas taxas sobre eletrônicos a partir de maio, consumidores americanos começaram a buscar alternativas mais acessíveis. Hug de Larauze acredita que essa mudança pode impulsionar a popularidade de dispositivos recondicionados, já que o aumento dos preços dos novos eletrônicos cria um incentivo inédito para a adoção dessa prática. Leia mais
13h15 – EXCLUSIVO CNBC – Tarifas de Trump levam Japão, Coreia do Sul e Taiwan a considerar investir em projeto de energia de mais de US$ 40 bilhões no Alasca. Os países asiáticos onsiderarem investir em um gasoduto de 800 milhas (cerca de 1.287 km), uma planta de processamento de gás e uma instalação de GNL, a um custo de mais de US$ 40 bilhões. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que os países estão considerando financiar o projeto e comprar grandes quantidades de gás. Saiba mais.
12h05 – EXCLUSIVO CNBC – As taxas de hipoteca nos EUA estão subindo acentuadamente nas últimas semanas, à medida que os investidores vendem títulos do Tesouro dos EUA em um ritmo rápido. As taxas de hipoteca acompanham aproximadamente o rendimento do Tesouro de 10 anos. Alguns especulam que países estrangeiros poderiam estar se desfazendo de títulos do Tesouro dos EUA em retaliação ao abrangente plano tarifário do presidente Donald Trump. Mas há uma preocupação ainda maior, tanto para investidores em hipotecas quanto para o crucial mercado imobiliário da primavera. E se a China, uma das maiores detentoras de títulos hipotecários garantidos por agências do governo norte-americano, os chamados mortgage-backed securities (MBS), decidir vender esses ativos em resposta às políticas comerciais dos EUA? Saiba mais.
11h47 – “Se Trump tirar Powell, confiança no dólar vai desabar”, diz economista. As declarações do presidente dos Estados Unidos Donald Trump contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), têm gerado incertezas no mercado financeiro. Segundo Flávio Conde, coordenador setorial da Comissão de Economia da APIMEC, a possibilidade de Trump interferir na liderança do Fed é “muito negativa”, principalmente para o dólar. Ao Times Brasil, o especialista também comentou os impactos da guerra comercial entre EUA e China. “Trump está tentando brecar o desenvolvimento da China em inteligência artificial, isso é claro para mim. Mas é uma pena, porque tudo isso cria uma incerteza muito grande.” Saiba mais.
11h24 – Economia de guerra de Putin não pode escapar de blitz comercial de Trump, dizem analistas. A Rússia desviou das tarifas do “Dia da Libertação”, mas Moscou ainda está perigosamente exposta à guerra comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por uma razão: o petróleo. A indústria é tanto o motor da economia do Kremlin quanto a principal fonte de vulnerabilidade; petróleo e gás constituem cerca de um terço das receitas do orçamento. Saiba mais.
11h20 – Bom dia! Hoje é domingo, 20 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
20h50 – Boa noite! Encerramos neste sábado (19) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
19h25 – Diversas cidades dos EUA promovem protestos anti-Trump. O principal organizador dos protestos deste sábado (19) — o grupo 50501, um número que representa 50 protestos em 50 estados e um movimento — disse que cerca de 400 manifestações foram planejadas. Saiba mais.
16h30 – O ministro coordenador de Assuntos Econômicos da Indonésia, Airlangga Hartarto, anunciou que o país e os Estados Unidos concordaram em concluir as negociações sobre tarifas recíprocas em 60 dias. O acordo foi comunicado por Hartarto em sua conta oficial do X, após reunião com o representante Comercial dos EUA (USTR), Jamieson Greer, e o ministro do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, na última quinta-feira (17). Em 2 de abril, os Estados Unidos anunciaram uma tarifa de 32% sobre produtos importados da Indonésia em meio ao tarifaço do governo Trump. Posteriormente, as sobretaxas foram suspensas por 90 dias. Saiba mais.
13h56 – EXCLUSIVO CNBC – Aprovação de Trump na economia cai para o nível mais baixo de sua carreira presidencial, aponta pesquisa da CNBC. A Pesquisa Econômica All-America, da CNBC, foi realizada de 9 a 13 de abril e tem uma margem de erro de +/- 3,1%. Há mais americanos agora acreditando que a economia vai ser pior do que em qualquer momento desde 2023 e com uma forte virada para o pessimismo sobre o mercado de ações. Na economia, a pesquisa mostrou Trump com 43% de aprovação e 55% de desaprovação, a primeira vez em qualquer pesquisa da CNBC que ele foi considerado negativo nesta área enquanto presidente. Saiba mais.
11h36 -A confiança dos consumidores americanos de alta renda em relação aos gastos futuros caiu significativamente em abril, impactada pela instabilidade nos mercados de ações devido à guerra tarifária. Segundo o índice Bain & Company/Dynata Consumer Health Index (CHI), o indicador para esse grupo caiu 11,8 pontos, atingindo 88,6, o menor nível desde o início da pandemia. A queda também afetou o índice geral de perspectivas dos consumidores nos EUA, que recuou 5,3 pontos, para 94,6. Saiba mais
11:01 – Os americanos podem enfrentar desafios econômicos crescentes, com especialistas alertando para o risco de estagflação — uma combinação de inflação alta, crescimento econômico lento e desemprego elevado — impulsionada pelas políticas tarifárias de Trump. Essa condição, que marcou os anos 1970, pode agravar ainda mais os preços altos e a insatisfação dos consumidores, segundo economistas como Brett House, da Columbia Business School. Saiba mais
10h37 – A nova rota marítima direta entre China e Brasil, chamada de Canal Dourado, começou a operar esta semana, conectando o Porto de Gaolan, em Zhuhai, aos portos de Santana (AP) e Salvador (BA). Viabilizada por acordos bilaterais, a iniciativa busca fortalecer as relações comerciais entre os países, reduzindo o tempo de transporte, diminuindo custos logísticos e impulsionando o comércio, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Leia mais
9h34 – A disputa comercial entre Estados Unidos e China tem impulsionado o crescimento das empresas de tecnologia chinesas. De acordo com a NBC News, fabricantes locais estão se tornando mais competitivos, destacando-se pela qualidade e preços acessíveis. Esse cenário ganha relevância diante das tarifas recíprocas e da instabilidade nos custos de produtos eletrônicos. Saiba mais
9h32 – Bom dia! Hoje é sábado, 20 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
21h00 – Boa noite! Encerramos nesta sexta-feira (18) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã
20h31 – O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, se encontrou nesta sexta-feira (18) com Giorgia Meloni em Roma e depois rezou no Vaticano durante uma visita de Páscoa em meio a tensões comerciais transatlânticas. Uma guerra comercial entre os EUA e a União Europeia e as tarifas ameaçadas por Trump podem ter um grande impacto na Itália, o quarto maior exportador do mundo, que envia cerca de 10% de suas exportações para os Estados Unidos. Saiba mais.
19h55 – Volkswagen considera fabricar Audis nos EUA para evitar tarifas de Trump. A maior fabricante de automóveis da Europa, que está particularmente vulnerável ao aumento das tarifas nos EUA, teve seu lucro operacional afetado por uma série de tarifas planejadas por Trump. No mês passado, Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre automóveis importados para os Estados Unidos. Saiba mais.
18h58 – A Ford interrompeu o envio de picapes F-150, SUVs e alguns modelos de carros esportivos para a China para evitar as tarifas que dispararam nas últimas semanas, o mais recente efeito no setor automotivo da guerra comercial iniciada pelo governo Trump. Segundo fontes ouvidas pela reportagem do Wall Street Journal, a montadora norte-americana interrompeu nesta semana remessas de F-150 Raptors, Mustang e SUVs Bronco fabricados em Michigan, onde fica a sede da empresa nos EUA, bem como Lincoln Navigators, produzidos em Kentucky. A retaliação da China em resposta aos impostos de importação dos EUA elevaram as tarifas sobre esses veículos para até 150%, disseram as fontes do jornal. A F-150 Raptor é vendida por quase US$ 100 mil na China. Saiba mais.
18h43 – Davi Bertoncello, diretor executivo da Tupi Mobilidade, empresa que atua no mapeamento e administração de pontos de recarga de carros elétricos, falou nesta sexta-feira (18) ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC sobre os impactos das tarifas de Donald Trump no setor automotivo. “Quando a gente pensa no Brasil, especificamente pro pro nosso setor, esse tarifaço não mobilizou nem trouxe nada de diferente, porque o o os carros chineses eles já eram tarifados em 100% nos Estados Unidos desde o último presidente, Joe Biden. Principalmente quando a gente pensa em mobilidade elétrica. Para o Brasil, a gente tem visto muito mais oportunidade do que necessariamente problemas a partir desse tarifaço”, explicou Bertoncello. Saiba mais.
18h15 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está substituindo o comissário interino da Receita Federal, que ele nomeou apenas três dias antes, dando continuidade à turbulência na cúpula da agência tributária, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto. O vice-secretário do Tesouro, Michael Faulkender, agora comandará a Receita Federal (IRS, em inglês), tornando-se a quinta pessoa a ocupar o cargo até agora neste ano. Saiba mais.
17h40 – A Casa Branca revelou nesta sexta-feira (18) um site reformulado sobre a Covid-19 que promove a teoria controversa de que o vírus vazou de um laboratório chinês, enquadrando-a como as “verdadeiras origens” da pandemia. O site Covid.gov, antes focado na promoção de informações sobre vacinas e testes, agora inclui uma foto de corpo inteiro do presidente Donald Trump e critica as políticas de pandemia implementadas sob o ex-presidente Joe Biden. Os Estados Unidos e a China estão atualmente envolvidos em uma grande guerra comercial, com Washington anunciando, na quinta-feira (17), novas taxas portuárias para navios ligados à China e aumento de tarifas para produtos chineses. Saiba mais.
O site Covid.gov, antes focado na promoção de informações sobre vacinas e testes, agora inclui uma foto de corpo inteiro do presidente Donald Trump
Reprodução/Covid.org
15h51 – A guerra tarifária, iniciada pelos Estados Unidos, deve adicionar uma “camada extra de tensão” no mercado imobiliário brasileiro, segundo Gustavo Favaron, CEO do GRI Club. “O momento tende a pressionar os preços de insumos básicos, como aço, alumínio e até maquinário. Isso, inevitavelmente, encarece o custo das obras e é repassado ao consumidor final”, disse em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta sexta-feira (18). Apesar de o preço dos imóveis já estar em alta por fatores como o dólar elevado e a dificuldade de acesso a crédito, Favaron acredita que o atual cenário internacional agrava a situação. Saiba mais.
15h18 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente dos EUA Donald Trump lançou nesta sexta-feira (18) sua mais recente crítica ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, enquanto o descontentamento da Casa Branca com o líder da política econômica atinge o auge. Durante uma sessão de perguntas e respostas com repórteres na tarde desta sexta-feira (18), Trump apontou exemplos de preços em queda. “Se tivéssemos um presidente do Fed que entendesse o que está fazendo, as taxas de juros também estariam caindo”, disse Trump. “Ele deveria baixá-las.” Saiba mais.
15h08 – A presidente do Federal Reserve de São Francisco, Mary Daly, disse nesta sexta-feira (18) que há espaço para reduzir os juros dos Estados Unidos neste ano, mas que o processo precisa acontecer em ritmo gradual para equilibrar o controle da inflação e o alcance do “nível neutro certo”. “Incertezas sobre as novas políticas não interromperam ainda o consumo e operações de empresas, apenas desaceleraram alguns setores da economia”, comentou a dirigente. Saiba mais.
14h53 – O Conselho de Melhoria de Licenciamento Federal dos EUA anunciou nesta sexta (18), que irá acelerar o licenciamento de 10 projetos de mineração nos EUA – em resposta à uma ordem executiva do presidente Donald Trump de medidas para aumentar a produção mineral no país. Saiba mais.
14h24 – Os Estados Unidos e a Itália trabalharão em um corredor econômico integrado entre Índia, Oriente Médio e Europa, segundo comunicado conjunto divulgado pela Casa Branca na manhã desta sexta-feira (18). “Será um dos maiores projetos de integração e conectividade econômica deste século, conectando portos, ferrovias e cabos marítimos”, afirmaram ambos os países, em nota. Saiba mais.
13h31 – Os Estados Unidos apresentaram aos aliados propostas para a paz entre Rússia e Ucrânia, incluindo o fim dos combates e a redução das sanções contra Moscou, segundo a Bloomberg News. As sugestões foram discutidas em Paris no dia 17, com autoridades da União Europeia, e o presidente francês Emmanuel Macron conversou com o enviado dos EUA, Steve Witkoff, durante as negociações. Leia mais
13h02 – A Nintendo anunciou que a pré-venda do Nintendo Switch 2 começará em 24 de abril nos EUA, com preços a partir de US$ 449,99. Inicialmente prevista para 9 de abril, a pré-venda foi adiada para avaliar o impacto das tarifas “recíprocas” agressivas impostas pelo governo Trump. Como muitas empresas de eletrônicos, a Nintendo fabrica seus produtos na Ásia, o que torna suas operações sensíveis às políticas comerciais. Leia mais
12h45 – Um número crescente de americanos de alta renda está buscando contas bancárias na Suíça como parte de um movimento de “desamericanização” de seus portfólios, impulsionado por tarifas comerciais recentes. Instituições financeiras suíças relatam um aumento significativo na abertura de contas de investimento por americanos com grande patrimônio, seguindo tendências anteriores observadas durante a eleição de Barack Obama e a pandemia de Covid-19, segundo Pierre Gabris, CEO da Alpen Partners International. Saiba mais
12h38 – Após três meses do governo de Donald Trump nos EUA, uma pesquisa da Ipsos-Ipec revelou que 50% dos brasileiros acreditam que suas políticas comerciais estão prejudicando a economia brasileira. Enquanto isso, 25% consideram que essas decisões não têm impacto negativo, e outros 25% não souberam ou preferiram não responder. Saiba mais
12h04- O comércio entre o Brasil e os Estados Unidos atingiu um marco histórico no primeiro trimestre de 2025, segundo dados divulgados nesta semana pelo Monitor do Comércio Brasil-EUA, publicação trimestral da Amcham Brasil. O levantamento aponta que a corrente comercial alcançou US$ 20 bilhões, o maior valor já registrado desde o início da série histórica. Leia mais
11h07 – O vice-presidente dos EUA, Donald Trump, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, destacaram a importância de um ambiente não discriminatório na taxação de serviços digitais para incentivar investimentos de empresas de tecnologia avançada. Em comunicado conjunto, os governos afirmaram o compromisso de proteger infraestruturas e tecnologias nacionais sensíveis, utilizando apenas fornecedores confiáveis, sem discriminação entre vendedores americanos e italianos. Leia mais
10h32 – As tarifas comerciais implementadas pelo governo Trump, incluindo 10% sobre a energia canadense e 25% sobre outras importações do Canadá e México, têm gerado tensões na relação comercial historicamente crucial entre EUA e Canadá. Apesar de o comércio bilateral ter alcançado US$ 762,1 bilhões em 2024, essas medidas, justificadas como uma tentativa de reequilibrar o comércio e revitalizar a manufatura nos EUA, foram vistas como uma ameaça à confiança entre os países. Alguns produtos do acordo USMCA foram isentos, mas pequenas empresas canadenses sentem o impacto diretamente. Leia mais
09h36 – O plano “Made in China 2025”, lançado em 2015 para impulsionar a autossuficiência tecnológica do país, não atingiu várias de suas metas-chave, segundo um relatório da Câmara de Comércio da União Europeia na China. Inicialmente criticado por favorecer empresas chinesas em detrimento das estrangeiras, o projeto foi minimizado nos anos seguintes, mas voltou a ganhar força após restrições impostas pelos EUA. No entanto, a estratégia resultou em uma competição industrial prejudicial, ampliando as tensões comerciais globais. Veja análise exclusiva CNBC
09h14 – As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 18, conforme crescem expectativas de que as negociações tarifárias com os EUA resultem em acordos nas próximas semanas. Em Hong Kong, mercados financeiros não operaram nesta sexta-feira, em razão do feriado de Sexta-feira Santa, que também mantém fechadas as bolsas de Nova York, da Europa e da Austrália. Saiba mais
8h48 – As tarifas impostas pelo presidente Donald Trump desacelerarão a economia global, mas não se espera que entre em recessão este ano, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. Saiba mais
8h38 – Bom dia! Hoje é sexta-feira, 19 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
—
23h20 – Boa noite! Encerramos nesta quinta-feira (17) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
23h15 – Temu e Shein dizem que aumentarão preços nos EUA devido às tarifas. A Temu, que é propriedade da empresa chinesa PDD Holdings, e a Shein, que agora está sediada em Cingapura, afirmaram em avisos separados, mas quase idênticos, que suas despesas operacionais aumentaram “devido às recentes mudanças nas regras e tarifas do comércio global”. Saiba mais.
23h12 – Canadá abandona tarifas retaliatórias ‘dólar por dólar’ contra EUA. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, que lidera as pesquisas a menos de duas semanas de uma eleição, afirma que não buscará as chamadas tarifas retaliatórias dólar por dólar contra os EUA, como defendido anteriormente por seu antecessor, Justin Trudeau, e outros políticos do país. Saiba mais.
20h55 – EXCLUSIVO CNBC – A Etsy está facilitando a compra de produtos de vendedores domésticos à medida que tenta amenizar o impacto das tarifas do presidente Donald Trump sobre parceiros comerciais. A empresa disse que está trabalhando para ajudar seus milhões de vendedores a “administrarem seus negócios com o mínimo de interrupção possível.” Isso ocorre enquanto varejistas concorrentes de baixo custo, Shein e Temu, planejam aumentar os preços no final da próxima semana devido às tarifas. Saiba mais.
20h41 – Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (17) novas taxas portuárias para navios construídos e operados pela China, em uma tentativa de impulsionar a indústria naval doméstica e conter o domínio da China no setor. “Navios e transporte marítimo são vitais para a segurança econômica americana e para o livre fluxo do comércio,” disse o Representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer. Saiba mais.
19h46 – A gigante de luxo francesa Hermès, fabricante das icônicas bolsas Birkin, teve receita de 4,13 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2025, 7,2% maior do que a de igual período do ano passado no conceito de taxas de câmbio constantes, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (17). O resultado, porém, ficou levemente abaixo da previsão de analistas, de 4,14 bilhões de euros, segundo levantamento da Visible Alpha. Há temores de que incertezas sobre a economia global e a errática política tarifária do governo Trump possam afetar a confiança do consumidor e a demanda por bens de luxo. Saiba mais.
19h34 – A nova previsão da OMC para o comércio global — queda de 0,2% em 2025 — reflete um cenário preocupante, afirmou Otaviano Canuto, economista sênior do Policy Center for the New South, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC: “O impacto é elevado sobre o comércio, particularmente na América do Norte. Se as tarifas forem retomadas, a projeção é de queda de 1,5%, o que tende a arrastar o crescimento global para baixo”. Apesar dos riscos, Canuto vê também oportunidades. “Essa guerra comercial vai ser favorável para um pedaço da economia brasileira”. Saiba mais.
19h30 – A política agressiva de tarifas dos Estados Unidos pode provocar uma desaceleração significativa da economia americana ainda este ano e em 2025, segundo economistas consultados em pesquisa da Reuters. A mediana da probabilidade de uma recessão nos próximos 12 meses saltou para 45%, o maior nível desde dezembro de 2023. Saiba mais.
19h06 – O dólar aprofundou o ritmo de queda no mercado local ao longo da tarde desta quinta-feira (17), em sintonia com o movimento das divisas emergentes no exterior e a ampliação dos ganhos do petróleo, diante de sinais de arrefecimento da guerra comercial entre Estados Unidos e China Com mínima a R$ 5,7974, a moeda norte-americana encerrou a sessão em baixa de 1,05%, a R$ 5,8037 – menor valor de fechamento desde 3 de abril (R$ 5,6281), dia seguinte ao anúncio do tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A divisa termina a semana, mais curta em razão do feriado da Sexta-feira Santa, com perdas de 1,14%. Saiba mais.
18h22 – O presidente Donald Trump disse na quinta-feira (17) que os Estados Unidos estavam em conversas com a China para fazer um acordo sobre tarifas, enquanto as maiores economias do mundo travam uma amarga guerra comercial. “Sim, estamos conversando com a China,” disse Trump a repórteres no Salão Oval. “Eu diria que eles já nos procuraram várias vezes.” (AFP)
18h18 – EXCLUSIVO CNBC – O S&P 500 subiu ligeiramente em um pregão volátil nesta quinta-feira (17), mas terminou a semana de negociações encurtada pelo feriado em queda, à medida que as tarifas continuaram a preocupar os investidores. O amplo índice avançou 0,13% para fechar em 5.282,70 após oscilar entre ganhos e perdas no início da sessão. O Nasdaq Composite recuou 0,13% para encerrar em 16.286,45. Mas o Dow Jones Industrial Average perdeu 527,16 pontos, ou 1,33%, para fechar em 39.142,23. O índice composto por 30 ações foi pressionado por uma queda de 22% nas ações da UnitedHealth após a seguradora divulgar resultados abaixo do esperado. Tanto o Dow quanto o Nasdaq registraram três dias consecutivos de perdas. Saiba mais.
18h03 – A China voltou a criticar as tarifas impostas pelos Estados Unidos, classificadas pelo país asiático como “medidas protecionistas”, e reforçou a importância de preservar o sistema multilateral de comércio. Em nota, o Ministério do Comércio chinês afirmou que as “tarifas de reciprocidade” adotadas por Washington representam uma prática que “prejudica seriamente o sistema internacional de comércio, desorganiza as cadeias globais de produção e fornecimento e causa impactos prolongados na economia mundial”. Saiba mais.
17h19 – Em encontro bilateral na Casa Branca nesta quinta-feira (17) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, destacaram avanços na relação entre os dois países. “Conversamos sobre acordos comerciais”, afirmou Trump após a reunião. No entanto, questionado se a Meloni havia mudado sua posição sobre as tarifas recíprocas norte-americanas, ele foi direto: “Não”. Meloni detalhou os principais temas da conversa: “Falamos com EUA sobre nossa relação bilateral em defesa, economia e energia”. Saiba mais.
17h01 – Uma apuração do The Wall Street Journal revelou nesta quinta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu durante meses a possibilidade de demitir Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. Trump teve diversas reuniões privadas com aliados em seu clube particular em Mar-a-Lago, na Flórida, para explorar essa ideia. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, alertava que substituir Powell traria mais prejuízos do que ganhos e que a independência do banco central deveria ser preservada. Saiba mais.
16h30 – O vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, se reuniu nesta quinta-feira, 17, com o CEO da Nvidia, Jensen Huang, em Pequim, para discutir as operações da empresa no país, segundo comunicado divulgado pelo governo chinês. Saiba mais.
16h21 – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (17) que “todos os países” estão na sua “lista de prioridades” para negociações comerciais, mas que o governo norte-americano não está com pressa para finalizar os acordos. Trump disse ainda que haverá “pouco problema em fazer acordo com a União Europeia (UE) ou outros países, porque temos algo que todos querem”, em referência ao mercado consumidor americano. Saiba mais.
15h58 – Os principais índices do mercado de ações europeu fecharam o pregão desta quinta-feira (17) em queda, mas reduziram as perdas após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar mais um corte nas taxas de juros. O movimento dos mercados refletiu a cautela dos investidores diante da crescente incerteza sobre os desdobramentos das tarifas comerciais dos Estados Unidos. Saiba mais.
15h41 – O Banco Central Europeu cortou as taxas de juros novamente nesta quinta-feira (17), em meio a temores de que os anúncios de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, pudessem ameaçar o crescimento em toda a zona do euro. Os responsáveis pelas taxas estavam operando em um contexto de “incerteza excepcional” em meio ao aumento das tensões comerciais, afirmou a presidente do BCE, Christine Lagarde, em entrevista coletiva. As tarifas de Trump aumentaram o risco de desaceleração do crescimento na zona do euro, enquanto seu impacto sobre a inflação era “incerto”, disse Lagarde. Saiba mais.
13h53 – Senadora democrata Elizabeth Warren, de Massachusetts, alertou que os mercados americanos irão “quebrar” se o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, for demitido pelo presidente Donald Trump. Warren, que é crítica frequente de Powell, falou no programa “Squawk on the Street”, da CNBC, depois que Trump reclamou que a “demissão do presidente do Fed não chega rápido o suficiente!” Saiba mais.
13h18 – A combinação entre a guerra tarifária internacional e a reforma tributária em andamento no Brasil tem gerado um cenário de incertezas para o setor empresarial, especialmente para companhias que operam sob o regime de lucro real. A avaliação é de Rodrigo Grosch, CEO da Tax&Co e da Tax Monetize. Segundo Grosch, o Brasil tem preferido adotar incentivos fiscais como estratégia de competitividade para setores estratégicos, em vez de impor barreiras a produtos importados. Ele afirmou que 2025 será o último ano em que empresas poderão utilizar integralmente os benefícios fiscais disponíveis antes da implementação do novo sistema tributário. Saiba mais.
11h46 – O banco central da Turquia surpreendeu os mercados nesta quinta-feira (17) ao aumentar a sua taxa de juros diretora, a taxa de recompra a uma semana, de 42,5% para 46%. Esta decisão surge depois de a inflação anual na Turquia ter atingido 38,1% em março. O país tem lutado contra perturbações econômicas devido às tarifas impostas pelos EUA e à grande agitação política que se seguiu à prisão do prefeito de Istambul e líder da oposição, Ekrem Imamoglu. Saiba mais.
11h19 – Democratas liderados pela senadora Elizabeth Warren estão criticando as tarifas do presidente Donald Trump como um “esquema corrupto”. A carta, enviada ao secretário de Comércio Howard Lutnick, ao secretário do Tesouro Scott Bessent e ao representante comercial Jamieson Greer, foi assinada por quase 50 membros democratas do Congresso. “As tarifas estão convidando a corrupção não só através de acordos quid-pro-quo, mas também através de investimentos pessoais dos funcionários”, diz a carta. Saiba mais.
10h10 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que teve uma “ligação muito produtiva” com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, na quarta-feira (16), e mencionou que a reunião com os representantes do Japão em Washington também foi “produtiva”, em publicação na Truth Social, na manhã desta quinta-feira (17). “Todas as nações querem encontro para negociar, incluindo a China. Hoje é a vez da Itália”, escreveu. (Agência Estado)
09h58 – Após reunião com o presidente americano, o ministro de Política Econômica e Fiscal do Japão, Ryosei Akazawa, diz esperar que os Estados Unidos fechem um acordo sobre as tarifas em 90 dias, mas não tem certeza da rapidez com que as discussões progredirão. No entanto, o representante japonês disse que os países querem chegar a conclusões “o mais breve possível”. “Os dois países concordaram em realizar outra conversa até o final deste mês”, acrescentou, sem divulgar detalhes das medidas discutidas. Saiba mais.
09h57 – O Ministério do Comércio da China afirmou nesta quinta-feira (17) que tem mantido comunicação de nível operacional com seus homólogos dos EUA e permanece aberto ao diálogo com base no “respeito mútuo”. A porta-voz do ministério, He Yongqian, ressaltou que os aumentos unilaterais de tarifas foram totalmente iniciados pelos EUA, acrescentando que “quem deu o nó agora deve desatá-lo”. “Apelamos aos EUA que interrompam imediatamente sua campanha de pressão máxima e ponha fim à coerção e chantagem”, disse. Saiba mais.
09h56 – EXCLUSIVO CNBC – No caos do mercado desde o “dia da libertação” de 2 de abril, os investidores parecem ver a Índia como uma proteção contra uma possível mudança nos fluxos comerciais no futuro. Analistas dizem que a economia liderada pelo consumo da Índia, sua baixa exposição ao comércio internacional e o grande número de investidores domésticos a protegem em parte da liquidação que vem devastando os mercados globais nas últimas semanas. Preços mais baixos do petróleo, que normalmente precedem uma desaceleração no crescimento econômico global, também são benéficos para a economia indiana. Saiba mais.
08h35 – EXCLUSIVO CNBC – A receita líquida reportada pela TSMC aumentou 60,3% em relação ao ano anterior, atingindo 361,56 bilhões de novos dólares taiwaneses, enquanto a receita líquida no trimestre de março subiu 41,6%, chegando a NT$839,25 bilhões. A empresa enfrenta desafios decorrentes da política comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, que impôs amplas tarifas comerciais sobre Taiwan e controles de exportação mais rigorosos para os clientes da TSMC, Nvidia e AMD. Saiba mais.
08h29 – EXCLUSIVO CNBC – Barreiras comerciais podem assumir muitas formas. Tarifas são apenas uma delas. Exigências onerosas de licenciamento, restrições à exportação e multas sobre embarques são outros obstáculos. Veja o que você precisa saber hoje sobre a guerra tarifária. Saiba mais.
08h15 – EXCLUSIVO CNBC – Enquanto o governo Trump tem se concentrado principalmente em avançar com seus planos tarifários, Pequim implementou uma série de medidas restritivas não tarifárias. Alguns veem a China buscando ampliar a guerra comercial para incluir o comércio de serviços — que abrange viagens, serviços jurídicos, de consultoria e financeiros — área em que os EUA têm registrado superávit significativo com a China há anos. “Pequim está claramente sinalizando a Washington que os dois podem jogar esse jogo de retaliação e que tem muitas alavancas para acionar, todas gerando diferentes níveis de dor para as empresas americanas”, disse Wendy Cutler, vice-presidente do Asia Society Policy Institute. Saiba mais.
08h01 –Bom dia! Hoje é quinta-feira, 17 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
07h57 – EXCLUSIVO CNBC – Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA subiram na quinta-feira (17), à medida que os investidores avaliavam o estado da economia norte-americana após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, levantar preocupações sobre os riscos inflacionários e de crescimento econômico decorrentes das tarifas impostas pela Casa Branca. Às 3h55 da manhã, no horário da Costa Leste dos EUA (ET), o rendimento do título do Tesouro de 10 anos, referência do mercado, subiu cerca de 4 pontos-base, para 4,319%. O rendimento do título de 2 anos subiu mais de 2 pontos-base, para 3,815%. Saiba mais.
07h56 – EXCLUSIVO CNBC – A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni deve se encontrar com o presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira (17), em meio a um tenso impasse comercial com a União Europeia sobre tarifas. A visita de Meloni a Washington a torna a primeira líder europeia a se encontrar com o presidente desde que ele anunciou tarifas sobre importações europeias no início deste mês. Saiba mais.
Cido Coelho/Times Brasil/Imagem gerada por IA
23h00 – Boa noite! Encerramos nesta quarta-feira (16) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
22h46 – Fitch corta projeções globais de crescimento e vê impactos amplos da guerra comercial. A agência alerta que o crescimento mundial deverá ficar “abaixo de 2% este ano”, no nível mais fraco desde 2009, desconsiderando o período da pandemia. Segundo a Fitch, “o crescimento da China deverá cair abaixo de 4% este ano e no próximo”, enquanto a expansão da zona do euro deve seguir “bem abaixo de 1%”. Saiba mais.
22h33 – EXCLUSIVO CNBC – Os mercados da Ásia-Pacífico subiram na noite desta quarta-feira (16), início da manhã de quinta-feira (17) no horário local, rompendo com Wall Street, que declinou acentuadamente depois que o presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell, alertou que as tensões comerciais em curso poderiam desafiar as metas do banco central de controlar a inflação e estimular o crescimento. Saiba mais.
21h09 – A S&P Global Ratings reduziu seus ratings de crédito de emissor de longo prazo e de dívida sênior sem garantia da Província de Quebec de ‘AA-‘ para ‘A+’. A posição fiscal de Quebec já estava mais fraca antes dos anúncios das tarifas dos EUA, e a recente incerteza em relação ao comércio exercerá mais pressão sobre o desempenho operacional da província, explica a agência de classificação. Saiba mais.
21h07 – EXCLUSIVO CNBC – O número de viagens canceladas de navios de carga saindo da China está aumentando, à medida que transportadoras marítimas tentam gerenciar a queda nos pedidos devido à guerra comercial e às tarifas. Uma forte queda nos contêineres sendo enviados aos EUA terá um grande impacto na cadeia de suprimentos, desde os portos até o transporte rodoviário, ferroviário e a economia dos armazéns. “Não vamos chegar a zero contêineres, mas veremos uma diminuição, e, como resultado, no futuro veremos uma enorme quantidade de viagens em branco anunciadas”, disse um especialista em frete à CNBC. Saiba mais.
21h05 – Os Estados Unidos farão em maio uma vistoria no sistema de sanidade pecuária brasileiro. A auditoria, realizada a cada dois anos, foi comunicada pelo Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS, na sigla em inglês) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As visitas técnicas serão feitas no serviço oficial brasileiro e incluirão frigoríficos habilitados a exportar carne bovina para o país. No entanto, fontes do setor refutam qualquer relação entre a vistoria e as recentes medidas protecionistas adotadas pelo governo Donald Trump. Saiba mais.
20h37 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, explicou nesta quarta-feira (16) por que acredita que as tarifas e regulamentações comerciais do governo Trump colocaram empresas que fabricam fortemente fora dos EUA, especialmente as Big Techs, em uma situação complicada, sem uma saída clara. “Nesse novo mundo, qualquer empresa que terceirizou sua produção é um alvo e, a menos que movam tudo de volta para os Estados Unidos — o que é impossível — pode não haver nada que possam fazer para compensar isso”, disse Cramer. Saiba mais.
20h18 – Em entrevista aoTimes Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o economista-chefe do Banco BV, Roberto Padovani, discutiu os impactos das políticas econômicas dos Estados Unidos, especialmente as intervenções comerciais, e suas repercussões para os mercados globais, incluindo os mercados emergentes, como o Brasil. “Enquanto a inflação estiver acelerando, o BC terá que subir a taxa de juros.” Saiba mais.
20h08 – EXCLUSIVO CNBC – A Nvidia disse nesta quarta-feira (16) que segue “à risca” as diretrizes do governo dos EUA sobre onde pode vender seus chips de inteligência artificial. A declaração vem após a Nvidia afirmar que teria um custo de US$ 5,5 bilhões relacionado ao cancelamento de pedidos do chip H20. O primeiro comentário público da Nvidia após as restrições ao H20 é uma indicação de como a empresa pretende defender seus negócios em Washington, D.C., à medida que seu setor de chips de IA atrai um escrutínio crescente. Saiba mais.
19h51 – As tarifas impostas por Donald Trump estão alimentando incertezas econômicas globais, com alertas sobre inflação, queda nos mercados e tensões comerciais com a China. Apesar disso, Trump aposta em acordos bilaterais para favorecer a indústria americana. O Japão pode se tornar um teste decisivo para a eficácia dessa estratégia. Saiba mais.
19h26 – EXCLUSIVO CNBC – Os futuros de ações pouco variaram na noite de quarta-feira (16), após uma forte liquidação na sessão anterior. Futuros atrelados ao índice Dow Jones Industrial Average subiram 33 pontos, ou 0,08%. Os futuros do S&P 500 avançaram 0,1%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 subiram 0,2%. Os principais índices de ações despencaram na quarta-feira, liderados por uma queda significativa nas ações de tecnologia e pelo aumento das preocupações com tarifas. Saiba mais.
19h06 – A desenvolvedora de chips Advanced Micro Devices (AMD) disse nesta quarta-feira (16) que espera que os novos requisitos de licenciamento dos EUA para semicondutores exportados à China custem até US$ 800 milhões. O alerta veio um dia após a rival Nvidia notificar os reguladores de que espera um impacto de US$ 5,5 bilhões neste trimestre devido às exigências de licenciamento sobre o principal chip que ainda pode ser vendido legalmente na China. As ações de ambas as empresas caíram cerca de 7% no encerramento do pregão formal de quarta-feira. Saiba mais.
19h03 – EXCLUSIVO CNBC – A Heineken ignorou a ameaça das tarifas no início deste ano, mas agora a empresa está levantando mais preocupações sobre possíveis interrupções em seus negócios. No relatório de resultados divulgado na quarta-feira (16), a cervejaria holandesa indicou que as novas tarifas dos EUA — particularmente aquelas que atingem cervejas enlatadas — podem forçá-la a ajustar seus gastos e investimentos. A tarifa de 25% sobre cerveja enlatada importada e latas de alumínio vazias que entrou em vigor em 4 de abril continua em vigor. Saiba mais.
18h58 – Tensão entre EUA e China ‘está por vir’ após tarifas, diz CEO do Lide China. José Ricardo dos Santos falou sobre a guerra tarifária em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. “A nuvem ainda está começando a chegar desse inverno nuclear econômico”. Saiba mais.
18h36 – COLUNA JULIA LINDNER – Presidente da Anfavea diz que “sem dúvidas” o governo deve aproveitar cenário global para concluir diretrizes e garantir investimentos. Questionado se a disputa entre Estados Unidos e China contribui para pressionar pelas decisões governamentais, Igor Calvet respondeu que “sem dúvidas”. “O governo tem que aproveitar e acelerar isso diante da presença dos chineses no Brasil e no mundo. Temos que ser o país que dá os incentivos corretos para a produção.” Saiba mais.
18h24 – EXCLUSIVO CNBC – As ações caíram acentuadamente nas bolsas de Nova York nesta quarta-feira (16), com um alerta severo da Nvidia abalando o setor de tecnologia global e as preocupações do presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. O Dow Jones Industrial Average perdeu 699,57 pontos, ou 1,73%, fechando em 39.669,39. Desde que o governo Trump anunciou suas tarifas “recíprocas” em 2 de abril, o S&P 500 caiu cerca de 7% e o Nasdaq Composite caiu 7,4%. O Dow Jones perdeu cerca de 6%. Saiba mais.
18h22 – O acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China voltou a afastar investidores de ativos norte-americanos, levando a uma nova rodada de queda global do dólar Com máxima a R$ 5,9158 e mínima a R$ 5,8525, o dólar à vista encerrou a sessão desta quarta-feira (16), em baixa de 0,42%, cotado a R$ 5,8650. Em abril, a moeda apresenta valorização de 2,80% em relação ao real. No ano, as perdas, que já chegaram a superar 8%, são agora de 5,10%. Saiba mais.
17h54 – EXCLUSIVO CNBC – Presidente do Fed vê dilema entre o controle da inflação dos EUA e o apoio ao crescimento econômico com tarifas. “Se isso acontecesse, consideraríamos o quão longe a economia está de cada um dos objectivos e os horizontes temporais potencialmente diferentes ao longo dos quais se prevê que essas respectivas lacunas sejam preenchidas”, disse ele num discurso em Chicago. Powell não deu qualquer indicação sobre o rumo que considera dar às taxas de juros, mas observou que “por enquanto, estamos bem posicionados para esperar por uma maior clareza antes de considerar quaisquer ajustes à nossa posição política”. Saiba mais.
17h47 – EXCLUSIVO CNBC – Temu reduz gastos com anúncios nos EUA e despenca no ranking da App Store após tarifas de Trump sobre a China. Empresa de propriedade do gigante do e-commerce chinês PDD Holdings, vinha realizando uma campanha agressiva de publicidade online nos últimos anos para atrair consumidores americanos para seu site. Saiba mais.
17h30 – As importações brasileiras de produtos chineses somaram mais de US$ 19 bilhões no primeiro trimestre de 2025. O valor representa um aumento de 34,9% em relação ao mesmo período de 2024. O crescimento ocorre em meio ao agravamento das tensões comerciais entre China e Estados Unidos. Em entrevista ao Money Times Brasil, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Arno Gleisner, diretor de comércio exterior da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil (Cisbra), afirma que parte desse avanço pode ser explicado por antecipações de importações. Saiba mais.
17h28 – EXCLUSIVO CNBC – Nissan pretende ‘maximizar’ a produção em sua fábrica nos Estados Unidos devido às tarifas de Trump. Christian Meunier, que assumiu como presidente da Nissan Américas em janeiro, afirmou que as tarifas estão acelerando os planos necessários para a montadora aumentar a produção doméstica e ajudar na reestruturação de suas operações nos Estados Unidos. Saiba mais.
17h09 – EXCLUSIVO CNBC – Grupos comerciais de tecnologia e dispositivos médicos e hospitais estão pressionando a administração Trump para obter isenções tarifárias sobre equipamentos médicos Consultores da PwC e da BCG afirmam que os fabricantes estão procurando mudar a produção para países com tarifas mais baixas, em vez de trazer a produção de volta para os EUA. J&J prevê um impacto tarifário de 400 milhões de dólares na sua divisão MedTech. Fabricantes americanos de equipamento de proteção pessoal estão aplaudindo as novas tarifas sobre produtos chineses, na esperança de que elas ajudem a nivelar o terreno nos EUA. Saiba mais.
16h58 – A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta quarta-feira (16) que a empresa não avalia apenas a cotação do dólar e do Brent para decidir sobre um eventual reajuste no preço dos combustíveis, mas também analisa o produto e o impacto do market share. Magda repetiu que não quer trazer para o mercado interno “uma confusão que não é nossa”, referindo-se à guerra comercial entre Estados Unidos e China que está impactando o preço do petróleo no mercado internacional. Na terça, Magda disse que já estava na hora de olhar novamente o comportamento dos preços, já que o último ajuste do diesel foi no dia 1º de abril. Saiba mais.
15h25 – A Califórnia processou o Presidente Donald Trump nesta quarta-feira (16) para interromper o seu regime tarifário abrangente, com o argumento de que ele está implementando sua agenda comercial protecionista ilegalmente. O processo federal torna a Califórnia o primeiro estado a desafiar a administração Trump sobre seus amplos planos tarifários. Saiba mais.
14h36 – O Banco do Canadá manteve a sua taxa básica de juros em 2,75%, suspendendo uma série de cortes recentes devido à mudança da política comercial e das tarifas dos EUA. O BC também apresentou um quadro econômico preocupante, incluindo o pior cenário possível de uma guerra comercial prolongada com os Estados Unidos – o maior parceiro comercial do Canadá – que desencadearia uma recessão e dispararia os preços. Saiba mais.
13h26 – A Organização Mundial do Comércio (OMC) alertou nesta quarta-feira (16) que as projeções para o comércio global se “deterioraram fortemente” devido ao regime tarifário do Presidente Donald Trump, em seu último relatório “Perspectivas e Estatísticas para o Comércio Global”. De acordo com as tarifas atuais, e incluindo a suspensão de 90 dias de “tarifas recíprocas”, o volume do comércio mundial de mercadorias deverá diminuir 0,2% em 2025. Saiba mais.
10h24 – A China está sujeita a pagar tarifas de até 245% para exportar seus produtos para os EUA caso tome novas medidas retaliatórias, segundo ficha informativa divulgada pela Casa Branca na terça-feira (15). Atualmente, a tarifação dos EUA sobre importações chinesas é de 145%. No fim da semana passada, a China elevou tarifas retaliatórias a produtos dos EUA, de 84% para 125%, mas também sinalizou que não pretende mais acompanhar eventuais novos aumentos de tarifas por Washington. Saiba mais.
10h23 – Tarifas de 10% impostas pelos EUA sobre diamantes importados paralisaram as remessas em centros como Antuérpia e afetaram toda a cadeia global do setor. A Índia, principal país de polimento, pode sofrer com tarifa de até 27% se não houver acordo comercial com os EUA, comprometendo uma fatia significativa do comércio global. O impacto também é sentido pelas grandes empresas do setor, como a Anglo American, dona da De Beers, e a Signet Jewelers, maior rede de joias com diamantes do mundo e listada na Bolsa de Nova York. Saiba mais.
10h05 – A União Europeia (UE) precisa se preparar para mais tarifas americanas enquanto as autoridades do bloco ainda tentam fechar um acordo comercial com o governo Trump. A mensagem é do comissário europeu de Democracia, Justiça, Estado de Direito e Defesa do Consumidor, Michael McGrath, e foi dada em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 16. “Enquanto essas negociações continuam, nos prepararemos paralelamente para o cenário potencial, que esperamos que não se concretize, de uma situação sem acordo.” Saiba mais.
09h58 – O crescimento de 5,4% da economia chinesa no primeiro trimestre de 2025 superou as expectativas do mercado, que estimavam um avanço próximo de 5%. Segundo Celso Grisi, professor da FIA Business School, o resultado surpreende, mas tem explicações claras. Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta quarta-feira (16), Grisi apontou que o desempenho foi impulsionado principalmente pela produção industrial voltada à exportação. Segundo ele, o Brasil pode estar no radar da indústria chinesa para escoamento de excedentes. Saiba mais.
09h48 – EXCLUSIVO CNBC – Os estoques de veículos novos e usados à venda estão caindo rapidamente nos EUA, à medida que os consumidores correm para as lojas antes de possíveis aumentos de preços devido às tarifas. O estoque em dias de veículos novos — calculado com base em uma estimativa de vendas diárias no varejo — caiu de 91 dias no início de março para 70 dias neste mês, segundo a Cox Automotive. Há preocupação de que as vendas possam parar completamente assim que as montadoras e concessionárias venderem seus estoques isentos de tarifas. Saiba mais.
09h47 – EXCLUSIVO CNBC – É amplamente esperado que o Banco Central Europeu reduza as taxas de juros pela terceira vez neste ano na quinta-feira (17). Os mercados, na quarta-feira (16), precificavam uma chance de aproximadamente 94% de um corte de um quarto de ponto percentual da taxa de juros pelo banco central e uma probabilidade próxima de 6% de uma redução maior, de 50 pontos-base, segundo dados da LSEG. As tensões em torno das tarifas são vistas como um fator-chave para um novo corte de juros. Saiba mais.
08h50 – A montadora japonesa Honda disse na quarta-feira (16) que irá transferir a produção de seu modelo Civic híbrido do Japão para os Estados Unidos em junho ou julho, mas evitou dizer que o motivo seriam as tarifas dos EUA. A justificativa por trás da decisão “não é uma questão única”, disse um porta-voz da empresa japonesa. Saiba mais.
08h48 – Em março, a Apple bateu recorde ao exportar US$ 2 bilhões em iPhones da Índia para os Estados Unidos, em uma operação aérea emergencial realizada para evitar o impacto de tarifas comerciais impostas pelo governo Trump. As exportações foram lideradas por suas fornecedoras Foxconn e Tata Electronics, que intensificaram a produção local e usaram ao menos seis aviões cargueiros para transportar cerca de 600 toneladas de iPhones. Saiba mais.
08h32 – A China disse a Washington na quarta-feira (16) para “parar de ameaçar e chantagear” depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que cabia a Pequim vir à mesa de negociações para discutir o fim da guerra comercial entre os dois países. “Se os EUA realmente quiserem resolver a questão por meio do diálogo e da negociação, devem parar de exercer pressão extrema, parar de ameaçar e chantagear, e conversar com a China com base na igualdade, respeito e benefício mútuo”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian. A Casa Branca disse na terça-feira (15) que cabia a Pequim dar o primeiro passo para encerrar a disputa, que, segundo economistas, pode causar uma recessão global. Saiba mais.
08h26 – O enviado de Tóquio para as negociações tarifárias com os Estados Unidos partiu para Washington nesta quarta-feira (16) dizendo estar confiante em um resultado “ganha-ganha”, ao mesmo tempo, em que protegerá os interesses nacionais japoneses. Analistas disseram que o resultado da visita de Ryosei Akazawa pode definir o modelo para as negociações de outros países com o governo do presidente dos EUA, Donald Trump. O Instituto de Pesquisa Daiwa alertou que as tarifas recíprocas de Trump poderiam causar uma queda de 1,8% no PIB real do Japão até 2029. Saiba mais.
07h55 – EXCLUSIVO CNBC – A China nomeou nesta quarta-feira (16) Li Chenggang como vice-ministro do Comércio e principal representante para negociações de comércio internacional, segundo um comunicado oficial, substituindo Wang Shouwen. “Na visão da alta liderança da China, eles podem precisar de outra pessoa para reduzir as tensões,” disse Alfredo Montufar-Helu, chefe do China Center do The Conference Board. Saiba mais.
07h34 –Bom dia! Hoje é quarta-feira, 16 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
23h20 – Boa noite! Encerramos nesta terça-feira (15) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
23h14 – EXCLUSIVO CNBC – BREAKING NEWS – O PIB do primeiro trimestre superou as expectativas da pesquisa da Reuters de um crescimento de 5,1% ano a ano, dando continuidade a uma recuperação iniciada no final de 2024, graças a um amplo impulso de estímulo político. As vendas no varejo em março aumentaram 5,9% ano a ano, superando acentuadamente as estimativas dos analistas de um crescimento de 4,2%. A produção industrial expandiu-se 7,7% em relação ao ano anterior, contra as estimativas medianas de 5,8%. Saiba mais.
22h44 – EXCLUSIVO CNBC – United Airlines oferece duas estimativas de lucros, refletindo a turbulência na economia. A companhia aérea americana apresentou duas estimativas de lucros para o ano: uma é a original, de janeiro; a outra, uma previsão revista, caso haja recessão. Por um lado, isso reconhece que é impossível prever a economia — pense em quantos analistas estavam certos de que uma recessão atingiria os EUA em 2023. Por outro, não é comum que empresas façam isso, refletindo a volatilidade elevada na economia devido à administração do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais.
22h40 – Joe Biden, ex-presidente dos Estados Unidos, fez nesta terça-feira (15) seu primeiro discurso importante desde que deixou a Casa Branca. Biden criticou fortemente a frenética reformulação do governo de seu sucessor, Donald Trump, alegando que o esforço “destrutivo” colocou em risco os benefícios de aposentadoria dos americanos. “Em menos de 100 dias, esta administração causou tanto dano e tanta destruição — é quase inacreditável que isso pudesse acontecer tão rápido”, disse Biden em uma conferência de defensores de pessoas com deficiência em Chicago. Saiba mais.
22h18 – EXCLUSIVO CNBC – Os mercados da Ásia-Pacífico abriram em queda na quarta-feira (16), após uma queda da Wall Street durante a noite, enquanto os investidores avaliavam os lucros trimestrais, enquanto as preocupações com as tarifas continuavam a impactar o sentimento dos investidores. O Nikkei 225 do Japão operou próximo à linha do zero. O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,2%, enquanto o Kosdaq, de menor capitalização, perdeu 0,18%. O S&P/ASX 200 da Austrália recuou 0,08%. Os futuros do índice Hang Seng de Hong Kong estavam em 21.455, ligeiramente abaixo do fechamento anterior de 21.466,27 do HSI. Saiba mais.
21h06 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, questionou nesta terça-feira (15) algumas das escolhas regulatórias do governo Trump e apresentou algumas de suas próprias ideias. “Até agora, este governo é só porrete, pouca cenoura”, disse ele. “Isso sufocou os touros.” Segundo Cramer, algumas pessoas em Wall Street acreditavam que o presidente Donald Trump facilitaria a desregulamentação e criaria um boom para os grandes bancos, promovendo uma onda de novos IPOs e negócios. Mas isso não aconteceu. Saiba mais.
21h04 – Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que a conclusão dos acordos tarifários com os principais parceiros comerciais do país pode levar mais tempo do que a pausa de 90 dias instituída pelo governo Trump. “Mas poderemos ter clareza significativa sobre 14 países, excluindo a China, em termos de acordos em princípio.” Bessent repetiu que o governo está focado na “Main Street” – termo associado à economia real, uma vez que Wall Street segue em boa forma. Saiba mais.
20h51 – O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que lança uma investigação sobre os riscos para a segurança nacional apresentados pela dependência do país de minerais críticos processados importados e seus produtos derivados. A Ordem instrui o Secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, a iniciar uma investigação para avaliar o impacto das importações desses materiais sobre a segurança e a resiliência dos EUA. Se Lutnick concluir que as importações de minerais críticos ameaçam prejudicar a segurança nacional e Trump decidir impor tarifas, qualquer tarifa resultante imposta tomaria o lugar da taxa tarifária recíproca atual. Saiba mais.
20h35 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, sugeriu nesta terça-feira (15) por que CVS Health e Dollar General, ações nos EUA que ficaram para trás no ano passado, têm registrado ganhos recentemente. Ele atribuiu a reviravolta em parte à ideia de que essas duas empresas se tornaram as mais competitivas em seus setores. “Os investidores estão se aglomerando nessas duas porque seus principais concorrentes estão desmoronando, deixando CVS e Dollar General como os últimos sobreviventes em suas respectivas indústrias.” Saiba mais.
20h22 – EXCLUSIVO CNBC – A Nvidia disse na terça-feira (15) que registrará uma despesa trimestral de cerca de US$ 5,5 bilhões ligada à exportação de unidades de processamento gráfico H20 para a China e outros destinos. A ação caiu 6% nas negociações estendidas. Saiba mais.
20h17 – A gigante da aviação dos Estados Unidos, Boeing, recém-saída de uma crise paralisante envolvendo disputas trabalhistas e controle de qualidade, agora se vê envolvida no crescente conflito comercial entre Washington e Pequim. Maior exportadora dos EUA, a Boeing foi pega no fogo cruzado após o presidente Donald Trump impor novas tarifas de até 145% sobre muitos produtos chineses, provocando retaliações de Pequim com tarifas de 125%. Essas tarifas mais que dobram o custo de aeronaves e peças de reposição fabricadas nos Estados Unidos. Saiba mais.
20h13 – EXCLUSIVO CNBC – A Amazon está entrando em contato com vendedores para ver como as amplas tarifas do presidente Donald Trump estão impactando seus negócios. O e-mail pergunta como a “situação atual das tarifas dos EUA” afetou as estratégias de fornecimento e precificação dos vendedores, operações logísticas e planos de envio de mercadorias para os armazéns da Amazon. O CEO da companhia, Andy Jassy, disse na semana passada que os vendedores podem ter que repassar o custo das tarifas aos consumidores. Saiba mais.
20h07 – EXCLUSIVO CNBC – Ações nos EUA que mais se movimentaram após o fechamento: United Airlines (+7%), após divulgar lucro ajustado de US$ 0,91 por ação no primeiro trimestre, enquanto analistas consultados pela LSEG esperavam US$ 0,76 por ação; Interactive Brokers (-5%), depois que a plataforma de negociação eletrônica divulgou lucro de US$ 1,88 por ação no primeiro trimestre, excluindo itens, enquanto analistas esperavam US$ 1,92 por ação; J.B. Hunt (-6%), apesar de ter superado as expectativas tanto na receita quanto no lucro do primeiro trimestre; e Omnicom Group (-2%), apesar do lucro ajustado de US$ 1,70 por ação no primeiro trimestre ter superado os US$ 1,62 por ação esperados pelos analistas consultados pela LSEG. Saiba mais.
18h45 – A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse hoje (15) que o presidente norte-americano, Donald Trump, avalia ativamente várias propostas deacordos comerciais. Tivemos mais de 15 acordos, papéis colocados sobre a mesa, propostas que estão sendo consideradas ativamente, disse ela durante coletiva de imprensa. Não quero me antecipar a eles em relação a anúncios, continuou. Como temos afirmado constantemente, mais de 75 países entraram em contato; portanto, há muito trabalho a ser feito. (Agência DCNews)
18h41 – EXCLUSIVO CNBC – As ações dos EUA registraram perdas modestas na terça-feira (15) enquanto os investidores analisavam o mais recente lote de relatórios de lucros do primeiro trimestre e aproveitavam uma recente queda na turbulência do mercado. O Dow Jones Industrial Average caiu 155,83 pontos, ou 0,38%, para fechar em 40.368,96. O S&P 500 recuou 0,17% e encerrou em 5.396,63. O Nasdaq Composite caiu 0,05% e terminou em 16.823,17. Os três índices vêm de duas sessões consecutivas de alta. Saiba mais.
18h33 – A agenda escassa durante o pregão e a falta de sinalizações mais claras sobre o andamento da guerra comercial fizeram o Ibovespa oscilar entre leves altas e baixas por todo o pregão desta terça-feira (15). Por fim o índice fechou em queda moderada de 0,16%, aos 129.245,39 pontos, com investidores adotando postura cautelosa antes da divulgação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do Brasil e do Produto Interno Bruto (PIB) da China. Ações de mineração e siderurgia recuaram em bloco, destoando da alta do minério de ferro. Saiba mais.
18h27 – O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (15) em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,8905 para venda e a R$ 5,8885 para compra. Frente a moedas globais, retomou sua trajetória de alta, após cinco sessões consecutivas de queda, com o DXY, que mede a variação da moeda norte-americana ante um cesta de seis pares fortes, voltando à marca dos 100 pontos. A recuperação da moeda americana foi impulsionada por dados acima das expectativas de atividades nos EUA e pelo fôlego robusto ante o euro após deterioração do índice de expectativas econômicas na Alemanha. Saiba mais.
17h12 – Trump diz que ‘bola está no campo da China’ em relação a tarifas: “A bola está com a China. A China precisa fazer um acordo conosco. Nós não precisamos fazer um acordo com eles.” O presidente dos EUA acredita que cabe à China, e não aos Estados Unidos, sentar à mesa de negociações sobre o comércio, afirmou a Casa Branca nesta terça-feira (15), após Trump acusar Pequim de recuar em um grande acordo com a Boeing. Saiba mais.
17h07 – A tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos à importação de veículos pode gerar uma grande ociosidade nas montadoras do México e do Canadá, principais exportadores ao mercado norte-americano. Segundo Antônio Jorge Martins, coordenador da FGV e especialista no setor, o México deve buscar alternativas para escoar sua produção, e o Brasil pode estar no radar. Saiba mais.
17h00 – O relatório da agência de classificação de risco Moody’s alerta que as tarifas de importação dos EUA podem prejudicar as condições de crédito, aumentar a inadimplência e elevar o risco de recessão global. A incerteza comercial já paralisa investimentos e afeta a confiança, com os setores automotivo, de varejo e tecnologia entre os mais vulneráveis. Saiba mais.
16h40 – EXCLUSIVO CNBC – Os mercados europeus subiram nesta terça-feira (15) em meio ao otimismo de que haverá algum alívio do regime tarifário do presidente dos EUA, Donald Trump. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou o dia em alta de 1,6%. O FTSE 100 do Reino Unido subiu 1,5%, enquanto o CAC 40 da França e o DAX da Alemanha subiram 0,9% e 1,3%, respectivamente. Os números ainda são preliminares. Saiba mais.
16h20 – O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, reforçou que as “montadoras que mantiverem a produção no Canadá terão isenção de 100%” em tarifas. Segundo ele, em conversas com CEOs do setor automotivo do mundo todo, muitos deles “têm falado que querem manter ou iniciar atividades no país”. Saiba mais.
16h05 – O Canadá ofereceu nesta terça-feira (15) alívio tarifário a montadoras sob a condição de manterem a produção no país, enquanto a Honda estuda transferir linhas de montagem canadenses e mexicanas para os Estados Unidos. Segundo o plano, empresas que continuarem a fabricar veículos no Canadá poderão importar um certo número de carros e caminhões fabricados nos Estados Unidos sem tarifas, informou o governo. Saiba mais.
15h26 – As ações dos EUA oscilaram na terça-feira (15), enquanto os investidores analisavam os relatórios de lucros do primeiro trimestre e aproveitavam o recente declínio na turbulência do mercado. A Média Industrial Dow Jones perdeu 122 pontos, ou 0,3%. O S&P 500 e Nasdaq Composite caíram 0,2% cada. As três médias vêm de sessões consecutivas de ganhos. Os movimentos contidos de terça-feira contrastaram fortemente com as oscilações voláteis observadas nas sessões recentes. O Índice de Volatilidade da Cboe (VIX) caiu abaixo de 30 após atingir uma máxima de cerca de 60 na semana passada.
14h37 – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta terça-feira (15) que a China voltou atrás em um grande acordo com a Boeing, após uma reportagem informar que Pequim ordenou que as companhias aéreas não recebessem mais entregas de jatos da gigante da aviação americana. Os comentários de Trump nas redes sociais seguiram uma reportagem da Bloomberg News sobre a paralisação. A reportagem também informou que Pequim solicitou que as transportadoras chinesas pausassem as compras de equipamentos e peças relacionadas a aeronaves de empresas dos EUA. Saiba mais.
14h00 – EXCLUSIVO CNBC – A União Europeia está pressionando os Estados Unidos por negociações para resolver a guerra comercial, propondo um acordo de tarifas zero em bens industriais e colaboração em cadeias de suprimentos de semicondutores e produtos farmacêuticos. No entanto, a UE deixa claro que seus padrões de saúde e segurança alimentar não estão em debate, enfatizando a importância de manter suas regras enquanto busca um acordo comercial mutuamente benéfico com os EUA. Saiba mais.
13h33 – EXCLUSIVO CNBC – As tarifas de Trump geraram uma liquidação dos Títulos do Tesouro dos EUA, reflexo da incerteza sobre as políticas do governo que atingiu o mercado. China, Japão e fundos podem ter vendido os papeis até então considerados seguros, abalando a confiança no Tesouro e no dólar como refúgio. Saiba mais.
13h10 – EXCLUSIVO CNBC – A incapacidade dos Estados Unidos de suprir uma potencial escassez no fornecimento de terras raras da China representa uma ameaça às capacidades militares, segundo o Center for Strategic and International Studies (CSIS). O alerta surge após a China impor controles de exportação sobre esses elementos cruciais para o desenvolvimento de tecnologia, incluindo defesa. Saiba mais.
12h33 – EXCLUSIVO CNBC – As ações do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a China no comércio internacional provavelmente sairão pela culatra, já que suas amplas tarifas globais atingem tanto aliados quanto rivais, de acordo com o ex-conselheiro de segurança nacional John Bolton. “Certamente, esta não é a maneira de tratar seus amigos. Você não os esbofeteia publicamente e diz: ‘Vou tarifá-los a menos que vocês melhorem nas negociações comerciais'”, disse Bolton a Dan Murphy da CNBC na segunda-feira. Saiba mais.
11h46 – Em meio à escalada da guerra comercial com os EUA, a China proibiu suas companhias aéreas de receberem novas aeronaves da Boeing e de comprarem equipamentos e peças de empresas americanas. As medidas são uma resposta às tarifas impostas pelos EUA desde a presidência de Donald Trump. Saiba mais.
11h26 – EXCLUSIVO Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC – O presidente da China, Xi Jinping, realizou uma série de visitas a países do Sudeste Asiático para fortalecer os laços comerciais e reforçar a imagem de Pequim como um parceiro estável em meio às crescentes tensões globais. Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta terça-feira (15), Larissa Wachholz, sócia da Vália Participações e coordenadora do Programa Ásia e do Grupo de Análise da China, afirma que a China vem aplicando o que muitos chamam de “paciência estratégica”. “É como se a meta fosse sobreviver a este ciclo político e econômico, atravessar esses quatro anos e, depois, reavaliar os caminhos de reconstrução. O foco continua sendo manter o protagonismo na economia global, sem perder de vista o fortalecimento do consumo interno”, disse. Saiba mais.
10h18 – A Nissan vai reduzir a produção no Japão do SUV Rogue, seu modelo mais vendido nos Estados Unidos, entre maio e julho, segundo uma fonte com conhecimento do assunto. A medida ocorre após a imposição de novas tarifas de importação por parte do governo norte-americano. O presidente dos EUA, Donald Trump, determinou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os carros produzidos no exterior, alterando a cadeia global de fornecimento do setor automotivo. A Nissan, terceiro maior fabricante japonês, é uma das montadoras mais expostas à mudança (Redação CNBC). Saiba mais.
10h08 – Ações de automóveis sobem 2,5% com sinais de alívio de tarifas nos EUA: O índice europeu de automóveis e peças Stoxx 600 subiu 2,5% na manhã de terça-feira (15), liderando ganhos regionais mais amplos depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, elogiou a perspectiva de isenções temporárias para a indústria automobilística. Falando no Salão Oval na segunda-feira (14), Trump disse que está procurando ajudar alguns fabricantes de equipamentos originais (OEMs), acrescentando que eles podem “precisar de um pouco de tempo” para transferir sua produção para os EUA (Redação CNBC).
09h43 – O Reino Unido tem uma “boa chance” de fechar um acordo comercial com os Estados Unidos, afirmou o vice-presidente americano JD Vance, à medida que o sentimento do mercado global melhora com a esperança de alívio nas políticas tarifárias do presidente Donald Trump. “Estamos certamente trabalhando muito com o governo de [primeiro-ministro do Reino Unido] Keir Starmer” em um acordo comercial, disse Vance em entrevista ao site UnHerd publicada na segunda-feira (14) (Redação CNBC). Saiba mais.
07h30 –Bom dia! Terça-feira, 15 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial.
23h10 –Boa noite! Encerramos nesta segunda-feira (14) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
23h04 – EXCLUSIVO CNBC – Os mercados da Ásia-Pacífico subiram majoritariamente na noite desta segunda-feira (14), início da terça-feira (15) no horário local, após uma alta tecnológica impulsionar Wall Street, com todos os três principais índices avançando. O índice de referência do Japão, Nikkei 225, iniciou o dia com alta de 1,29%, enquanto o índice mais amplo Topix avançou 1,49%. Na Coreia do Sul, o índice Kospi adicionou 0,6% no início das negociações, enquanto o Kosdaq de pequena capitalização caiu 0,23%. Enquanto isso, o S\&P/ASX 200 da Austrália subiu 0,24%. Saiba mais.
22h44 – Coreia do Sul planeja mais US$ 4,9 bi em ajuda para semicondutores em meio a risco de tarifas dos EUA. O país é um grande exportador para os Estados Unidos, e suas indústrias de semicondutores e automóveis seriam bastante prejudicadas pelas iminentes tarifas de 25% do presidente Donald Trump. Saiba mais.
20h58 – A S&P Global Ratings acredita que há um alto grau de imprevisibilidade em relação à implementação da política tarifária sobre todas as importações de automóveis para os EUA, assumindo um alto risco para os ratings da Ford Motor e da General Motors (GM). A agência espera preços de veículos mais altos (na faixa de 5% a 10%) para os consumidores e uma demanda doméstica reduzida. Nas próximas semanas, a S&P diz que ajustará ainda mais as previsões específicas para cada emissor. Saiba mais.
20h46 – EXCLUSIVO CNBC – Em uma entrevista na segunda-feira (14) com Jim Cramer, da CNBC, o executivo da RBN Energy, Rusty Braziel, sugeriu que ter preços do petróleo mais baixos entra em conflito com o aumento da produção. “A situação é: você não pode ter ‘perfura, bebê, perfura’ e ter muito mais produção saindo do solo, e ao mesmo tempo ter preços do petróleo mais baixos”, disse Braziel. “Não faz sentido.” Para ele, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, tem um “trabalho difícil” pela frente. Saiba mais.
20h28 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, explicou nesta segunda-feira (14) por que ele acha que certos setores podem se sair bem neste mercado turbulento e destacou algumas ações que está observando, incluindo algumas em cibersegurança e seguros de saúde. “Vejo várias coisas em comum entre os vencedores”, disse Cramer. “Eles não têm muita concorrência. São, em grande parte, domésticos. Não precisam de uma economia forte. Você não pode tarifá-los até a extinção. Eles têm escala, e a maioria tem margens gordas.” Jim Cramer montou o que chamou de “a carteira mais entediante do mundo”. “É exatamente o que você precisa com um presidente que gera manchetes demais e uma economia confusa que está definitivamente indo na direção errada — pelo menos por enquanto.” Saiba mais.
20h25 – O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (14) investigações com base em “segurança nacional” que podem levar à imposição de tarifas sobre produtos farmacêuticos e semicondutores importados. A medida amplia o escopo da guerra comercial iniciada pela administração Trump, que já impôs tarifas pesadas a produtos chineses e do setor automotivo, sob o argumento de atrair a produção de volta ao território americano. Saiba mais.
19h55 – A equipe de comércio do presidente Donald Trump fez progressos “surpreendentes” em negociações tarifárias com parceiros comerciais dos Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira, 14, o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, em entrevista à FOX Business. “Temos toda a equipe de comércio – inclusive os adjuntos – conversando com praticamente todos ao redor do mundo, e acho que já temos mais de dez acordos nos quais foram feitas ofertas muito boas, até impressionantes aos Estados Unidos”, disse Hassett, acrescentando que o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, o secretário de Comércio Howard Lutnick e o restante da equipe comercial de Trump “estão avaliando cuidadosamente se essas propostas são suficientemente boas”. Saiba mais.
18h59 – EXCLUSIVO CNBC – Um grupo de cinco pequenas empresas processou o presidente Donald Trump nesta segunda-feira (14), buscando bloquear novas tarifas que ele impôs sobre importações estrangeiras nas últimas semanas. A ação judicial no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA alega que Trump usurpou ilegalmente o poder do Congresso de impor tarifas ao alegar que déficits comerciais com outros países constituem uma emergência.Saiba mais.
18h56 – O presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, reforçou em reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta segunda-feira (14), a preocupação do setor automotivo com o crescimento “contínuo” de carros importados, especialmente da China. Ele destacou que, no trimestre, houve uma alta de 25% nas importações, sendo que do total do mercado interno, 65% foi capturado pelos importados. Leite evitou fazer uma análise mais aprofundada da declaração dada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, nesta segunda (14), que prometeu uma ajuda à indústria automobilística nos Estados Unidos. Saiba mais.
18h41 – O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que um “grande acordo” com a China ainda pode acontecer, apesar da escalada nas tarifas entre os dois países. “Há muito a ser feito em algum momento”, disse Bessent quando questionado pela Bloomberg TV sobre a possibilidade de as maiores economias do mundo se desvincularem. Ele disse que não há necessidade de uma ruptura econômica total, mas que ela é possível. Bessent destacou que a complexidade com a China é maior pelo fato de o país asiático ser tanto o maior rival econômico quanto militar dos EUA. A tarifa imposta pelos EUA à China já chega a 145%, enquanto a da China para importação de bens americanos está em 125%. Novas sanções estão em discussão. (AFP)
18h40 – O Ibovespa B3 subiu do início ao fim da sessão, recuperou o nível dos 129 mil pontos e a alta foi difundida por todos os setores. O índice fechou em alta de 1,39%, aos 129.453,91 pontos, após máxima (+1,78%) aos 129.955,35 pontos alcançada no período da tarde, e o giro financeiro totalizou R$ 21,5 bilhões. A isenção temporária das tarifas recíprocas dos Estados Unidos a bens tecnológicos, que foi lida pelo mercado financeiro como mais um recuo do presidente Donald Trump, desencadeou um apetite a risco generalizado. Saiba mais.
18h39 – O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (14) em leve queda de 0,33%, cotado a R$ 5,8512, após uma manhã de maior alívio nos mercados internacionais. A trégua temporária na guerra comercial entre Estados Unidos e China — com a decisão do presidente americano, Donald Trump, de suspender tarifas sobre produtos eletrônicos e smartphones — reforçou o apetite por ativos de risco e beneficiou moedas de países emergentes. A moeda americana chegou a operar no nível de R$ 5,82 pela manhã, acompanhando a valorização de divisas como o peso mexicano e o rand sul-africano, em meio à desvalorização global do dólar. Saiba mais.
18h35 – O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou que negociações comerciais com a Coreia do Sul ocorrerão na próxima semana. A iniciativa faz parte de uma série de conversas com países asiáticos, como Vietnã e Japão. As conversas com a Coreia do Sul buscam evitar tarifas de até 25% sobre automóveis impostas pelo governo Trump. O país, que exportou US$ 42,9 bilhões em produtos automotivos aos EUA em 2024, lançou um pacote emergencial de US$ 2 bilhões para apoiar o setor. O déficit comercial dos EUA com o país asiático chegou a US$ 66 bilhões no ano passado. (AFP)
18h18 – EXCLUSIVO CNBC – As ações da Apple subiram mais de 2% na segunda-feira (14), levando o valor de mercado da empresa novamente para mais de US$ 3 trilhões, com Wall Street demonstrando certo alívio ao saber que a fabricante do iPhone poderá resistir às tarifas generalizadas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na noite da última sexta-feira (11), o governo Trump anunciou que telefones, computadores e chips estariam isentos de novas tarifas. Saiba mais.
17h23 – Dow Jones sobe 300 pontos, S&P 500 fecha em alta com avanço das ações de tecnologia após isenções de tarifas. Todos os três índices, em alguns momentos, operaram em território negativo durante a turbulenta sessão. Saiba mais.
17h15 – Os movimentos recentes do presidente do Estados Unidos, Donald Trump, mobilizaram os discursos de bilionários brasileiros e membros da cúpula do Poder Judiciário durante um evento de dois dias realizado na Universidade de Harvard, em Cambridge, nos EUA. Veja o que falaram Jorge Paulo Leman e André Esteves, do BTG Pactual, entre outros. Saiba mais.
16h54 – O chefe de comércio da União Europeia (UE), Maros Sefcovic, afirmou que o acordo com os Estados Unidos para reduzir as tarifas exigiria “um esforço conjunto significativo” de ambas as partes. Sefcovic disse que “a UE permanece pronta para um acordo justo”, após se reunir com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, e o enviado comercial dos EUA, Jamieson Greer, em Washington. Saiba mais.
16h30 – EXCLUSIVO CNBC – Uma guerra comercial pode elevar significativamente o preço das roupas para os consumidores. Como uma grande parte das roupas e calçados dos EUA são importados, as tarifas sobre esses bens aumentariam o custo tanto para os importadores quanto, em última análise, para o consumidor, dizem especialistas. Saiba mais.
16h – EXCLUSIVO CNBC – O dirigente do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller, afirmou nesta segunda-feira (14) que espera que os efeitos das tarifas de Trump sobre os preços sejam “transitórios”, utilizando um termo que causou problemas ao banco central durante a última onda de inflação. “Já consigo ouvir os protestos de que isso deve ser um erro, dado o que aconteceu em 2021 e 2022. Mas só porque não deu certo uma vez não significa que você nunca mais deva pensar dessa forma”, disse Waller. Saiba mais.
15h38 – EXCLUSIVO CNBC – Uma pesquisa recente da CNBC revela que as tarifas impostas pelo governo Trump não vão trazer de volta aos EUA as indústrias e os fornecedores da cadeia de suprimentos. Em vez disso, as empresas buscarão realocar suas cadeias para países com tarifas mais baixas, visando minimizar os custos crescentes. Saiba mais.
14h – EXCLUSIVO CNBC – As ações de montadoras tiveram alta durante as negociações do meio-dia desta segunda-feira (14), após o presidente Donald Trump declarar que pretende “ajudar algumas das empresas automobilísticas”. Trump afirmou que as montadoras “precisam de um pouco de tempo” para transferir sua produção para os Estados Unidos. Os ganhos impulsionaram ações como Ford Motor, General Motors e Stellantis (controladora da Chrysler), que passaram de negociações estáveis ou negativas para altas entre 1% e 4%. As ações da Rivian Automotive também subiram 3%, enquanto as da Tesla recuaram cerca de 2%. Saiba mais.
13h45 – As bolsas da Europa encerraram o pregão desta segunda-feira (14) em alta, com o apetite por ativos de risco renovado após os Estados Unidos anunciarem isenção tarifária para itens de tecnologia. Investidores também acompanham o início da temporada de balanços na região. Em Londres, o FTSE 100 avançou 2,14%, aos 8.134,34 pontos. O CAC 40, de Paris, subiu 2,37%, para 7.273,12 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, valorizou 2,64%, aos 12.609,8 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,95%, a 6.582,73 pontos. Já o FTSE MIB, de Milão, teve alta de 2,88%, aos 35.007,14 pontos. O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, avançou 2,85%, aos 20.954,83 pontos. Os dados são preliminares. Saiba mais.
12h45 – EXCLUSIVO CNBC – A Bolsa de Nova York tem alta na manhã desta segunda-feira (14), impulsionada pela isenção tarifária concedida pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a produtos de tecnologia, dando um impulso ao setor neste início da semana. Por volta das 12h30 desta segunda-feira, o Dow Jones Industrial Average (DJIA) disparou 300 pontos, ou 0,8%. O S&P 500 e o Nasdaq Composite também registraram ganhos significativos, ambos em torno de 0,9%. Saiba mais.
12h – O conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou nesta segunda-feira (14) que os Estados Unidos não entrarão em recessão este ano, contrariando previsões do mercado financeiro que apontam riscos de desaceleração. Segundo ele, a força do mercado de trabalho continua sustentando a economia norte-americana. Hassett, que integra o governo Donald Trump, também destacou avanços nas tratativas com a União Europeia: “Estamos fazendo progressos enormes nas discussões sobre tarifas” com o bloco. Já em relação à China, a tensão permanece no topo da agenda. Saiba mais.
11h16 – O dólar recua ante o real nesta segunda-feira (14) em linha com a desvalorização da moeda americana e dos retornos dos Treasuries em manhã de apetite por ativos de risco e alta forte das bolsas internacionais. Os ativos financeiros ao redor do mundo reagem à decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de voltar atrás e isentar importações de smartphones e outros aparelhos eletrônicos das tarifas “recíprocas”, beneficiando principalmente a China. Saiba mais.
10h26 – EXCLUSIVO CNBC – O petróleo bruto dos EUA subiu mais de 1% nesta segunda-feira (14) depois que o presidente Donald Trump isentou smartphones, computadores e outros dispositivos tecnológicos de suas tarifas elevadas sobre produtos importados da China. O Goldman Sachs prevê que o West Texas Intermediate e o Brent terão média de US$ 59 e US$ 63 por barril, respectivamente, pelo restante do ano. Saiba mais.
10h14 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente da China, Xi Jinping, afirmou que não há vencedores em uma guerra comercial e fez um alerta contra o protecionismo. As declarações antecedem suas visitas de Estado a três países do Sudeste Asiático, entre os dias 14 e 18 de abril: Vietnã, Malásia e Camboja. A visita ao Vietnã iniciou nesta segunda-feira (14) e vai até terça-feira (15). Em um artigo exclusivo publicado no Nhan Dan, jornal oficial do Partido Comunista do Vietnã, Xi escreveu que “guerras comerciais e tarifárias não produzem vencedores, e o protecionismo não leva a lugar nenhum”. Saiba mais.
09h58 – A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para baixo sua estimativa de crescimento da demanda global por petróleo em 2025, citando dados mais fracos do primeiro trimestre e o impacto potencial das tarifas impostas pelos Estados Unidos. A nova previsão aponta para um aumento de 1,3 milhão de barris por dia (bpd), 100 mil bpd abaixo da projeção anterior. Com isso, o consumo global deve atingir 105,05 milhões de bpd este ano. Para 2026, a organização também reduziu a estimativa de crescimento da demanda em 100 mil bpd, para 1,3 milhão de bpd, o que levaria o consumo a 106,33 milhões de bpd. Já a demanda nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) deve crescer 40 mil bpd em 2025 e 100 mil bpd em 2026, segundo a Opep. (Agência Estado)
09h42 – EXCLUSIVO CNBC – Uma maioria crescente dos principais executivos americanos agora espera que a economia dos EUA entre em recessão em um futuro próximo, de acordo com uma pesquisa divulgada na segunda-feira (14). Dos mais de 300 CEOs entrevistados em abril, 62% disseram prever uma recessão ou outro declínio econômico nos próximos seis meses, segundo a Chief Executive, um grupo do setor que conduz a pesquisa. Isso representa um aumento em relação aos 48% que disseram o mesmo em março. Os dados vêm enquanto a implementação das tarifas pelo presidente Donald Trump fez os mercados financeiros oscilarem e preocupou o mundo dos negócios. Saiba mais.
08h11 – O presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, alertou nesta segunda-feira (14) que o aumento das tarifas de importação pelos Estados Unidos pode afetar negativamente tanto a economia japonesa quanto a global. Em declaração à imprensa, Ueda afirmou que a escalada protecionista liderada pela Casa Branca aumenta a incerteza econômica mundial e representa um risco duplo para os preços, podendo pressioná-los tanto para cima quanto para baixo. Apesar do cenário volátil, o chefe do banco central japonês reforçou o compromisso da instituição com a estabilidade de preços. “Seguiremos tomando decisões apropriadas para atingir uma inflação estável e sustentável de 2%”, disse. A declaração foi divulgada pela Dow Jones Newswires. (Agência Estado)
08h09 – O presidente da China, Xi Jinping, iniciou nesta segunda-feira (14) uma visita oficial de uma semana a países do Sudeste Asiático, com a primeira parada no Vietnã. A viagem ocorre em meio à crescente tensão comercial entre os Estados Unidos e diversas economias da região, provocada pelas tarifas impostas por Washington. Em artigo publicado simultaneamente pelos meios oficiais de comunicação da China e do Vietnã, Xi defendeu a cooperação econômica e criticou as disputas tarifárias. “Não há vencedores em uma guerra comercial ou tarifária”, escreveu o líder chinês. Ele defendeu que China e Vietnã trabalhem juntos para proteger o sistema multilateral de comércio, manter cadeias produtivas estáveis e fortalecer um ambiente internacional aberto. Durante a visita a Hanói, Xi se encontrará com o secretário-geral do Partido Comunista Vietnamita, To Lam, e com o primeiro-ministro Pham Minh Chinh. Após o Vietnã, a comitiva chinesa segue para a Malásia e o Camboja. (Agência Estado)
07H54 – As bolsas europeias operam em alta de até mais de 2% na manhã desta segunda-feira (14), reagindo à decisão dos EUA de isentar importações de smartphones e outros aparelhos eletrônicos das tarifas “recíprocas”. Por volta das 6h15 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 2,3%. Apenas o setor de tecnologia subia 2,8%, enquanto o bancário e de petróleo e gás exibiam ganhos ainda mais robustos, de 3,2% e 3,8%, respectivamente. Saiba mais.
07h44 – As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira (14), após o presidente dos EUA, Donald Trump, isentar importações de smartphones e outros aparelhos eletrônicos das tarifas “recíprocas”, ajudando a impulsionar o apetite por risco. Liderando os ganhos na Ásia, o índice Hang Seng avançou 2,40% em Hong Kong, enquanto o japonês Nikkei subiu 1,18% em Tóquio, e o sul-coreano Kospi teve alta de 0,95% em Seul. Trump isentou smartphones, computadores e outros aparelhos e componentes eletrônicos como semicondutores das chamadas tarifas “recíprocas”, segundo comunicado divulgado na noite de sexta-feira (14), beneficiando principalmente a China. Saiba mais.
07h42 – O que você precisa saber
“Muito perto” de uma recessão, o CEO da BlackRock, Larry Fink, disse à CNBC na sexta-feira que acredita que ”estamos muito perto, se não em, uma recessão agora”. No entanto, Fink disse não acreditar que os EUA estejam em uma crise financeira e espera que “megatendências”, como a inteligência artificial, persistam.
O presidente dos EUA, Donald Trump, isentou smartphones, computadores e outros dispositivos e componentes de tecnologia de suas tarifas recíprocas, de acordo com diretrizes emitidas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA na noite de sexta-feira (11). No domingo, Trump e assessores sugerem que essas isenções seriam temporárias.
As ações dos EUA subiram na sexta-feira (11), encerrando a semana com uma nota positiva, apesar da forte turbulência do mercado causada pelas tarifas do governo Trump. Na semana, o S&P 500 subiu 5,7%, o Dow Jones Industrial Average ganhou quase 5% e o Nasdaq Composite saltou 7,3%.
O sentimento do consumidor caiu ainda mais em abril, segundo a pesquisa da Universidade de Michigan. A leitura de meados do mês foi de 50,8 — a menor desde junho de 2022 e a segunda menor na história da pesquisa, desde 1952 — abaixo da estimativa de consenso do Dow Jones de 54,6.
07h31 – Exportações da China disparam: as exportações da China cresceram 12,4% em março em relação ao ano anterior, em dólares americanos, de acordo com dados divulgados por sua autoridade alfandegária na segunda-feira. O número supera significativamente as estimativas da pesquisa da Reuters de um crescimento de 4,4% e representa o maior aumento desde outubro do ano passado. As importações caíram 4,3% em março em relação ao ano anterior, acima das expectativas dos economistas de uma queda de 2% (Redação CNBC). Saiba mais.
07h30 – Bom dia! Estamos na segunda-feira, 14 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial que tem um começo de semana com isenção de tarifas de tecnologia, consumidores dos Estados Unidos desanimados e crescimento das exportações da China.
07h05 – EXCLUSIVO CNBC – A Sony aumentou o preço de seu console principal PlayStation 5 na Europa, Austrália e Nova Zelândia, citando um “ambiente econômico desafiador” por trás de sua decisão. Na Europa, o PS5 Digital Edition agora custará 499,99 euros (US$ 569,90), informou a Sony em um post de blog no domingo (13). O preço anterior era de 449,99 euros. A empresa informou que o preço de varejo recomendado no Reino Unido é de £ 429,99, um aumento em relação ao preço anterior de £ 389,99. Os preços do PS5 também aumentaram para vendas na Austrália e Nova Zelândia. Saiba mais.
06h57 – EXCLUSIVO CNBC – As exportações da China aumentaram mais do que o esperado em março, à medida que as empresas anteciparam as remessas para evitar tarifas proibitivas dos EUA, enquanto as importações ampliaram o declínio devido à persistência da fraca demanda interna. As exportações aumentaram 12,4% no mês passado em dólares americanos em relação ao ano anterior, de acordo com dados divulgados pela autoridade alfandegária na segunda-feira (14), superando significativamente as estimativas da pesquisa da Reuters de um crescimento de 4,4% e marcando o maior salto desde outubro do ano passado. As importações caíram 4,3% em março em relação ao ano anterior, em comparação com as expectativas dos economistas de um declínio de 2%. Saiba mais.
Exportações da China tiveram aumento expressivo | Unsplash
19h50 – Boa noite! Encerramos neste domingo (13) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
19h40 – Os futuros de ações subiram no domingo enquanto Wall Street tenta avaliar os últimos movimentos tarifários do presidente Donald Trump. Os futuros do S&P 500 subiram 0,9%, enquanto os futuros da Nasdaq-100 avançaram mais de 1%. Os futuros atrelados ao Dow Jones Industrial Average ganharam 260 pontos, ou 0,6%. Leia mais
19h00 – Em meio à escalada da disputa comercial entre os Estados Unidos e a China, iniciada pelos EUA, os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, “não têm nenhum plano” para conversar, disse o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, neste domingo, 13, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede de TV norte-americana CBS. Saiba mais.
18h41 – “Trump tem uma relação muito boa com Xi Jinping”, diz Peter Navarro. Veja um trecho em vídeo da entrevista do conselheiro econômico da Casa Branca para a NBC News neste domingo (13). Saiba mais.
18h07 – O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou neste domingo (13) que nenhum país “escapará” de suas tarifas punitivas, destacando a China após as críticas diretas à sua administração por ter criado exceções para certos produtos de tecnologia. “Ninguém vai escapar dos ‘Balanços Comerciais injustos’ e das Barreiras Tarifárias Não Monetárias que outros países usaram contra nós, especialmente a China, que, de longe, nos trata da pior maneira!” Saiba mais.
16h21 – O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de Minneapolis, Neel Kashkari, afirmou neste domingo (13), em entrevista à CBS, que tudo o que o BC americano pode fazer na economia neste momento, de implementação da política tarifária do presidente americano, Donald Trump, é manter as expectativas de inflação ancoradas. “O destino da economia cabe ao Congresso e ao Executivo, não ao Fed”, ressaltou. Saiba mais.
16h01 – EXCLUSIVO CNBC – O fundador da Bridgewater, Ray Dalio, disse neste domingo (13) que está preocupado com a possibilidade do sistema monetário global entrar em colapso. Segundo ele, as políticas tarifárias do presidente Donald Trump e a crescente dívida dos EUA estão contribuindo para uma nova ordem mundial unilateral. Saiba mais.
15h55 – O conselheiro econômico da Casa Branca, Peter Navarro, afirmou em entrevista à NBC News neste domingo (13) que as tarifas podem contribuir com a 1,5 ponto porcentual na expansão do Produto Interno Bruto (PIB) americano, além de ter efeito desinflacionário. “É diferente das medidas fiscais de Joe Biden, que eram apenas impulsionadas pela dívida”, acrescentou. Saiba mais.
13h58 – O Reino Unido prometeu, neste domingo (13), um aporte inicial de £20 bilhões (R$ 131 bilhões), de um fundo que totaliza £80 bilhões (608 bilhões), para ajudar exportadores, incluindo aqueles afetados pelas tarifas dos EUA, enquanto as amplas tarifas de importação do presidente Donald Trump agitam os mercados globais. O pacote de financiamento de exportação do Reino Unido vai beneficiar “milhares de empresas britânicas afetadas por tarifas.” Saiba mais.
13h27 – Tarifaço de Trump: empresários falam em ‘fim dos dias’ e que fabricar nos EUA é ‘piada’. A China produz 97% dos carrinhos de bebê importados pelos EUA, 96% das flores e guarda-chuvas artificiais, 95% dos fogos de artifício, 93% dos livros de colorir infantis e 90% dos pentes, segundo um relatório do banco de investimentos Macquarie. Saiba mais.
13h10 – EXCLUSIVO CNBC – O Secretário de Comércio do Presidente Donald Trump, Howard Lutnick, sugeriu neste domingo (13) que as isenções tarifárias recíprocas para alguns eletrônicos podem ser de curta duração, e disse que tarifas separadas para esses produtos estão “chegando em breve”. “Eles estão isentos das tarifas recíprocas, mas estão incluídos nas tarifas de semicondutores, que chegarão provavelmente em um ou dois meses”, disse Lutnick em entrevista ao programa “This Week”, da ABC News. Saiba mais.
12h22 – “Sugerimos aos EUA a ouvirem as vozes racionais da comunidade internacional e das partes nacionais, a darem um grande passo na correção de seus erros, a abolirem completamente a ação errônea das ‘tarifas recíprocas’ e a retornarem ao caminho correto de resolver diferenças através de um diálogo igualitário baseado no respeito mútuo”, disse o Ministério do Comércio da China em uma declaração online. Saiba mais.
09h51 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no sábado (12) que fornecerá uma atualização sobre a abordagem de seu governo às tarifas de semicondutores na segunda-feira (14), segundo a Reuters. “Eu vou te dar essa resposta na segunda-feira”, disse Trump a repórteres.
09h35 – A China disse neste domingo (13) que a isenção de smartphones e computadores das taxas de importação por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi um “pequeno passo” para corrigir sua “prática errada” de impor tarifas de 145% sobre os produtos chineses. Saiba mais.
08h35 – Bom dia! Hoje é domingo, 13 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial que provoca tensões políticas e incertezas nos mercados e bolsas de valores pelo mundo.
21h –Boa noite! Encerramos neste sábado (12) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
20h39 – “A China precisa transicionar sua economia de um mercado de exportação para um mercado de consumo”, sugere CEO da Stay. Natural de Taiwan, Tsai Chi-yu, falou ao jornal Times Brasil deste sábado (12), sobre o impacto das tarifas de Donald Trump no mercado asiático e sobre os motivos que o levaram a investir em previdência privada no Brasil. Saiba mais.
19h36 – O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga avaliou que a situação nos Estados Unidos é “dramaticamente mais complexa e arriscada do que era lá atrás”. Para ele, um problema na postura dos EUA é a perda do soft power, que representa uma situação perigosa em que valores democráticos podem ficar em segundo plano. Ele participou do painel ‘Economia: Trump, Tarifas e o Fim da Globalização?’, na Brazil Conference, evento promovido por estudantes brasileiros de Harvard. Saiba mais.
19h07 – A decisão do governo dos EUA de excluir smartphones e outros produtos eletrônicos importados de elevadas tarifas adotadas a mercadorias exportadas pela China e outros países poderá beneficiar a Tesla. A lista inclui várias peças de semicondutores, telas planas e circuitos integrados, o que ajuda a Tesla, pois seus veículos elétricos têm telas sensíveis a toques e computadores. Saiba mais.
18h41 – O empresário Jorge Paulo Lemann considera ainda ser cedo para avaliar a duração e impacto das incertezas envolvendo o tarifaço dos Estados Unidos. Apesar dos desdobramentos da guerra comercial não estarem claras para o executivo, ele reforçou a confiança no país. “Não dá para saber quais serão os resultados. Podemos ter desdobramentos positivos, mas também consequências muito disruptivas”, afirmou Lemann ao participar da 11a. edição da Brazil Conference, realizada em Harvard. Saiba mais.
18h31 – O secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, se referiu às Américas do Sul e Central como “quintal” dos Estados Unidos ao reclamar da influência da China na região, especialmente no Canal do Panamá, que está na mira de Donald Trump. O chefe do Pentágono visitou o Panamá em meio às tensões provocadas por declarações do presidente dos EUA. Saiba mais.
Pete Hegseth, secretário de Defesa americano
16h44 – Nesta semana, o mercado global de commodities foi movimentado por um aumento expressivo nas compras de soja brasileira pela China. Desde o início da semana, os chineses já encomendaram cerca de 2,4 milhões de toneladas do grão — volume equivalente a quase um terço de tudo o que o Brasil costuma processar por mês. Saiba mais.
14h29 – O governo de Taiwan confirmou neste sábado (12) que realizou as primeiras discussões tarifárias com os Estados Unidos e espera mais conversas para construir laços comerciais “fortes e estáveis”. O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, disse na sexta-feira (11) que a ilha estava na “primeira lista de negociação do governo dos EUA”, enquanto busca proteger seus exportadores de uma tarifa de 32%. Saiba mais.
12h56 – EXCLUSIVO CNBC – Sem uma pausa mais ampla na guerra comercial com a China, o dano será em breve “irreversível” para os negócios americanos, segundo um especialista em varejo, incluindo móveis, brinquedos, vestuário, calçados e equipamentos esportivos. “Produtores de móveis na China viram uma completa paralisação nos pedidos de importadores dos EUA, e estamos ouvindo o mesmo em relação a brinquedos, vestuário, calçados e equipamentos esportivos,” disse Alan Murphy, fundador e CEO da Sea-Intelligence. Saiba mais.
11h21- EXCLUSIVO CNBC – As tarifas de 25% sobre veículos importados, mantidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuam em vigor e devem provocar impactos significativos na indústria automotiva global, segundo análises de especialistas do setor e de Wall Street. Relatórios apontam que as medidas podem causar queda nas vendas de veículos na ordem de milhões de unidades, além de elevar os preços de carros novos e usados e gerar um custo adicional superior a US$ 100 bilhões para o setor. Saiba mais.
11h07 – EXCLUSIVO CNBC – Na sexta-feira (11), a queda nos preços dos títulos resultou em um aumento breve no rendimento do Tesouro de 10 anos para mais de 4,5%, em comparação com 3,99% na semana anterior. Simultaneamente, o Índice ICE do Dólar Americano atingiu seu nível mais baixo em três anos. Segundo George Saravelos, estrategista do Deutsche Bank, o mercado está reavaliando a atratividade estrutural do dólar como moeda de reserva global, passando por um processo de rápida desdolarização. Além disso, a venda em massa de abril nos mercados financeiros foi mais ampla e volátil do que os recuos típicos, levantando preocupações de que a política comercial agressiva e em constante mudança de Washington, D.C., possa estar causando danos de longo prazo à posição financeira dos EUA. Saiba mais.
10h52 – EXCLUSIVO CNBC – Smartphones e computadores serão isentos das tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, de acordo com novas orientações da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. A orientação vem depois que Trump no início deste mês impôs tarifas de 125% sobre produtos da China, uma medida que estava prestes a afetar empresas de tecnologia como a Apple, que fabricam a maioria de seus produtos na China. Saiba mais.
10h31 – EXCLUSIVO CNBC – A política tarifária do presidente Donald Trump, especialmente as tarifas sobre o aço importado, está provocando um efeito colateral indesejado: dificultando a própria meta defendida pelo republicano de intensificar a produção de petróleo nos Estados Unidos, o famoso lema “drill, baby, drill”. Saiba mais.
09h13 – EXCLUSIVO CNBC – Donald Trump insiste que a China tem se aproveitado dos Estados Unidos ao vender muito mais do que compra e diz que os aumentos de tarifas — que já somam 145% — são uma forma de “reorganizar a mesa” para futuras negociações. No entanto, analistas ouvidos pela NBC News avaliam que a estratégia de Trump pode dificultar o diálogo e comprometer os avanços nas relações entre os dois países. Saiba mais.
08h40 – EXCLUSIVO CNBC – Um alerta da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA na sexta-feira (11) notificou os usuários sobre uma falha no sistema usado para isentar cargas de tarifas, incluindo remessas da China que já estavam no mar no momento da mudança de política tarifária desta semana, e qualquer comércio de nações agora sob pausa de 90 dias implementada pela administração Trump. Saiba mais.
08h35 – Bom dia! Hoje é sábado, 12 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial que provoca tensões políticas e incertezas nos mercados e bolsas de valores pelo mundo.
China responde aos EUA com tarifa de 84% em seus produtos
23h00 – Boa noite! Encerramos nesta sexta-feira (11) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
22h30 – Trump diz que dólar continuará a ser a “moeda preferida” do mundo. Falando aos repórteres que viajavam com ele no Air Force One, o presidente dos EUA ainda disse que o governo está em negociações comerciais com outros países. “Estamos em uma posição muito boa”, declarou, prevendo que “algo positivo sairá” das tensões comerciais com a China. Saiba mais.
21h15 – ‘Se houver um agravamento da guerra tarifária, podemos passar por um período de preços mais baixos’, diz Décio Oddone, CEO da Brava Energia, no jornal Times Brasil. Veja a entrevista completa.
20h45– BREAKING NEWS: Aprovada pelo Congresso e sancionada por Lula sem vetos, a Lei de Reciprocidade permite ao Brasil responder a sanções unilaterais com tarifas, suspensão de acordos ou medidas sobre propriedade intelectual, uma forma de retaliar os EUA. O país liderado por Donald Trump incluiu o Brasil em seu tarifaço com uma alíquota geral de 10%, além de manter os 25% já cobrados sobre o aço e o alumínio brasileiros. Saiba mais.
20h27 – A semana iniciada em 14 de abril será marcada por menor liquidez e atenção redobrada ao cenário internacional, diante da ausência de indicadores relevantes no Brasil e do feriado nacional na sexta-feira (18). No centro das atenções, a escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China deve seguir ditando o humor dos mercados. Saiba mais.
20h19 – Os contratos futuros de ouro encerraram a sessão desta sexta-feira (11) em nova máxima histórica, impulsionados pela crescente aversão ao risco nos mercados globais. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para entrega em junho avançou 2,11%, a US$ 3.244,60 por onça-troy — o segundo recorde consecutivo. A disparada nos preços reflete a escalada na guerra comercial. O movimento aumentou a procura por ativos considerados mais seguros, como o ouro, especialmente após a divulgação de dados fracos sobre o sentimento do consumidor norte-americano e uma alta nas expectativas de inflação ao maior nível desde 1981. Saiba mais.
19h56 – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o Brasil está preparado para enfrentar instabilidades no cenário internacional, destacou o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma liderança política respeitada, e disse acreditar que as relações com os Estados Unidos vão melhorar. “Você vê os Estados Unidos, a maior potência do mundo, numa situação que ela não sabe nem se explicar direito. A economia capitalista tem isso, ela tem vulnerabilidades, oscilações, crises e tudo mais. Eu penso que o Brasil está preparado para enfrentar essa situação. Nós temos uma liderança que é um ativo político para o Brasil no mundo, que é o presidente Lula, que é recebido de portas abertas em qualquer lugar que ele vai, uma pessoa sensata, ponderada, bravata, não fica gritando bobagem, só fala coisa com coisa”, disse Haddad. Saiba mais.
18h22 – EXCLUSIVO CNBC – As ações subiram na sexta-feira (11) enquanto Wall Street encerrava uma semana historicamente agitada. O S&P 500 avançou 1,81% para terminar em 5.363,36. O Dow Jones Industrial Average subiu 619,05 pontos, ou 1,56%, e fechou em 40.212,71. O Nasdaq Composite subiu 2,06% para encerrar em 16.724,46. Apesar da semana tumultuada, os três principais índices registraram ganhos sólidos no período. O S&P 500 teve alta de 5,7%, seu melhor desempenho semanal desde novembro de 2023. O Nasdaq subiu 7,3% durante a semana, o melhor resultado desde novembro de 2022. O Dow ganhou quase 5% na semana. Contudo, os principais índices continuam bastante abaixo dos níveis de 2 de abril, quando a Casa Branca anunciou as chamadas tarifas recíprocas sobre produtos de outros países. Saiba mais.
18h18 – Após trocas de sinal pela manhã, o dólar se firmou em queda ao longo da tarde com a melhora do apetite por divisas emergentes no exterior e encerrou a sessão desta sexta-feira, 11, na casa de R$ 5,87. Investidores continuam a abandonar a moeda americana e os Treasuries, diante da percepção de que a economia dos EUA será a grande prejudicada pela guerra comercial. Saiba mais.
17h51 – EXCLUSIVO CNBC – A taxa média da hipoteca fixa de 30 anos disparou 13 pontos-base nesta sexta-feira (11), atingindo 7,1%, de acordo com o Mortgage News Daily. Essa é a maior taxa desde meados de fevereiro. As taxas de hipotecas têm passado por uma montanha-russa nesta semana, com os rendimentos dos títulos disparando no meio da semana, quando as novas tarifas do presidente Donald Trump sobre dezenas de países entraram em vigor. Saiba mais.
16h30 – EXCLUSIVO CNBC – Taxas de hipoteca sobem mais de 7% com tarifas atingindo o mercado de títulos. A taxa média da hipoteca fixa de 30 anos disparou 13 pontos-base nesta sexta-feira (11), de acordo com o Mortgage News Daily. Essa é a maior taxa desde meados de fevereiro.
16h20 – EXCLUSIVO CNBC – A pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas anunciada pelo presidente Donald Trump não deve aliviar a pressão sobre a maioria dos varejistas, especialmente aqueles nos setores de eletrônicos, artigos esportivos e móveis para o lar, de acordo com análise do JPMorgan. A avaliação do banco de investimentos aponta que, apesar da trégua temporária, os Estados Unidos ainda mantêm uma taxa tarifária de 145% sobre produtos provenientes da China. Na sexta-feira, a China retaliou, impondo uma taxa de 125% sobre bens americanos. Saiba mais.
16h – O presidente Donald Trump garantiu, nesta sexta-feira (11), que sua política tarifária está funcionando e beneficiará os Estados Unidos e o mundo, mesmo com a China aumentando as tarifas sobre produtos dos EUA para 125% em uma guerra comercial crescente. Os mercados de ações traumatizados oscilaram, o dólar caiu e os títulos do governo dos EUA enfrentaram nova pressão após a retaliação de Pequim intensificar o confronto entre as duas maiores economias do mundo.Saiba mais.
15h56 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, disse nesta sexta-feira (11) que as tendências recentes do mercado mostram que os investidores estão se afastando dos EUA como o lugar mais seguro para investir, enquanto a guerra comercial do presidente Donald Trump se intensifica. Com o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro e a queda do dólar americano em relação a outras moedas nos últimos dias, as tendências estão indo na contramão do que normalmente se vê, disse o funcionário do Banco Central americano durante uma entrevista no programa “Squawk Box” da CNBC. Saiba mais.
15h13 – Já pressionada pela recente turbulência multibilionária no mercado de ações, a indústria de capital de risco (venture capital) agora enfrenta perspectivas ainda mais desafiadoras em meio à incerteza decorrente das tarifas americanas. A escassez de ofertas públicas iniciais (IPOs) ou fusões e aquisições (M&As) – somada à tendência de startups permanecerem privadas por mais tempo – tem exercido imensa pressão sobre os fundos de capital de risco. Os investidores de venture capital geralmente só conseguem realizar ganhos em seus investimentos quando uma empresa se torna pública ou é vendida, permitindo que eles liquidem suas participações. Saiba mais.
14h17 – A maioria das bolsas da Europa fechou em queda nesta sexta-feira (11). Elas foram pressionadas pela nova ofensiva da China na guerra comercial. A decisão de Pequim de elevar tarifas de 84% para 125% sobre importações norte-americanas esfriou o apetite por risco. O anúncio de uma suspensão temporária das medidas tarifárias da União Europeia contra os EUA anunciado na quinta-feira chegou a sustentar os índices pela manhã, mas o impacto foi ofuscado pela retaliação chinesa. Saiba mais.
13h36 – Conselheiro da Casa Branca afirma que Trump é “negociador chefe” das tarifas com outros países. As atuais negociações comerciais dos Estados Unidos “são muito diferentes daquelas do primeiro mandato” do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou o conselheiro econômico da Casa Branca, Peter Navarro. Segundo ele, o país busca “Justiça” em suas relações com a China, que, de acordo com Navarro, “se aproveitou” dos norte-americanos por anos. Ele afirmou que há negociações em andamento com o Japão e a Coreia do Sul, “mas Trump é o negociador chefe”, afirmou. Saiba mais.
12h50 – EXCLUSIVO CNBC – Tesla suspende novos pedidos de dois modelos importados dos EUA na China, informa a Reuters. Os modelos são fabricados nos Estados Unidos e importados para a China. Novos pedidos para os dois veículos também não estavam mais disponíveis na conta do mini programa WeChat da montadora na China. Procurada, a Tesla não se pronunciou. Saiba mais.
12h – EXCLUSIVO CNBC – As bolsas de valores americanas apresentaram pouca variação nesta sexta-feira (11), com investidores ponderando os mais recentes desenvolvimentos no front tarifário ao encerrarem uma semana de intensa volatilidade. O índice S&P 500 registrou uma leve alta de 0,1%. O Dow Jones Industrial Average apresentou uma ligeira queda, enquanto o Nasdaq Composite teve um desempenho superior, avançando 0,3%. Saiba mais.
11h26 – O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou ao primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, que China e União Europeia (UE) devem se unir para defender a globalização e combater “atos unilaterais de intimidação”, em uma crítica indireta às políticas tarifáriasdo presidente dos EUA, Donald Trump. Xi destacou que não há vencedores em uma guerra comercial e ressaltou o papel fundamental da UE na estabilidade econômica global. Sánchez, por sua vez,defendeu um diálogo entre China e EUA para amenizar as tensões e pediu uma relação mais equilibrada entre Pequim e o bloco europeu. Saiba mais.
10h28 – EXCLUSIVO CNBC – Defendendo suas “tarifas recíprocas”, a Casa Branca disse nesta semana que o presidente Donald Trump acredita que os EUA têm a força de trabalho e os recursos para fabricar iPhones no país. No entanto, analistas que acompanham a empresa dizem que a ideia de um iPhone fabricado nos EUA é, na pior das hipóteses, impossível — e, na melhor das hipóteses, extremamente cara. Um analista estima que, apenas com salários, um iPhone feito nos EUA poderia custar 25% a mais do que custa atualmente. Outro analista estimou o preço em US$ 3.500 (cerca de R$ 20.402). Saiba mais.
10h00 – Na esperança de evitar tarifas punitivas dos EUA, o Vietnã está preparado para reprimir produtos chineses enviados aos Estados Unidos através de seu território, informou a Reuters. O assunto surgiu quando autoridades americanas de alto escalão levantaram preocupações sobre produtos chineses enviados para os EUA com rótulos “Fabricado no Vietnã”, que geravam impostos mais baixos. A movimentação de Hanói ocorre paralelamente ao anúncio da abertura de negociações para um acordo comercial bilateral com Washington. Segundo comunicado do governo vietnamita divulgado pela AFP, “os Estados Unidos concordaram que os dois lados deveriam iniciar negociações sobre um acordo comercial técnico recíproco, que incluiria acordos tarifários”. Enquanto isso, a China intensifica sua diplomacia na região. O presidente Xi Jinping visitará o Vietnã, a Malásia e o Camboja na próxima semana, em sua primeira viagem oficial internacional em 2025. Saiba mais.
09h03 – EXCLUSIVO CNBC – A Apple é fortemente dependente das cadeias de suprimento na China, que viu a taxa acumulada de tarifas dos EUA sobre produtos chineses chegar a 145%, e pode ser prejudicada por muitos anos com essas tarifas, disse Dan Ives, chefe global de pesquisa em tecnologia da Wedbush Securities, à CNBC, acrescentando que a empresa “teve seu barco virado no oceano sem salva-vidas.” Saiba mais.
08h40 – EXCLUSIVO CNBC – Consumidores dinamarqueses, indignados com a postura do presidente Donald Trump sobre a Groenlândia e tarifas comerciais amplas, estão virando as costas para produtos americanos. O Salling Group, que possui as redes de supermercados Føtex, Bilka e Netto, no mês passado introduziu uma estrela com asterisco nas etiquetas de preço para indicar marcas de propriedade europeia. “É a única maneira que eles [os consumidores] têm de fazer um pequeno protesto contra Trump”, disse Sanne, funcionária de uma loja em Copenhague, à CNBC. Saiba mais.
08h29 – EXCLUSIVO CNBC – China e União Europeia provavelmente não se tornarão aliados próximos rapidamente, dizem os analistas, mesmo que as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, azedem as relações entre a maior economia do mundo e seus aliados transatlânticos, além de Pequim. Há questões subjacentes entre China e UE que são simplesmente grandes demais para serem superadas rapidamente, disseram analistas à CNBC. Saiba mais.
07h52 – As bolsas europeias viraram para baixo, revertendo ganhos da abertura do pregão desta sexta-feira (11), após nova retaliação da China às tarifas dos EUA. Por volta das 6h35 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 1,15%, a 481,68 pontos. Saiba mais.
07h45 – O que você precisa saber
O presidente Donald Trump mudou drasticamente de rumo, reduzindo suas tarifas específicas para uma taxa universal de 10% para todos os parceiros comerciais, exceto a China.
A taxa tarifária da China saltará para 145%, confirmou um funcionário da Casa Branca à CNBC.
Em uma reunião de gabinete, Trump se recusou a descartar a extensão da pausa tarifária de 90 dias e disse que ainda não viu a liquidação do mercado na terça-feira.
Trump sabia que suas tarifas poderiam causar uma recessão, mas seu medo de uma depressão precedeu sua decisão de suspender a implementação das tarifas por 90 dias, informou o Wall Street Journal.
07h28 – Após as tarifas anunciadas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, o cenário da indústria têxtil é de muita indefinição, e é possível ter otimismo, disse Fernando Valente Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC. “O que está acontecendo está alterando completamente as relações do supply chain mundial”, ele afirmou. Saiba mais.
07h13 – A possível recessão nos Estados Unidos e o aumento de tarifas sobre produtos exportados e importados elevam a preocupação de empresários brasileiros. Em entrevista ao jornal Real Time, do Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Theo Braga, CEO da SME The New Education, afirmou que o atual cenário de instabilidade afeta diretamente os empreendedores no Brasil. “A economia do Brasil vem sendo muito complexa. Taxa de juros muito alta e muita falta de inovação, com a inflação também muito alta. E aí, com mais essa novidade para os empreendedores brasileiros, que tanto sofrem, é um desafio muito grande para eles terem resiliência para escalar e avançar os seus negócios.” Saiba mais.
07h04 – A China retaliou nesta sexta-feira (11) contra as tarifas recíprocas do presidente dos EUA, Donald Trump, aumentando seus impostos sobre produtos norte-americanos de 84% para 125%, disse o Ministério das Finanças chinês. “Mesmo que os EUA continuem a impor tarifas mais altas, isso não fará mais sentido econômico e se tornará uma piada na história da economia mundial”, disse o ministério em um comunicado, de acordo com uma tradução da CNBC.
07h00 – Bom dia! Hoje é sexta-feira, 11 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial, que começa com a China anunciando novas tarifas aos produtos dos Estados Unidos e tensão nos mercados.
China responde aos EUA com tarifa de 84% em seus produtos
Times Brasil
23h30 –Boa noite! Encerramos nesta quinta-feira (10) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
23h14 – Apesar da pausa de Trump, taxa tarifária geral dos EUA atinge o maior nível em um século. Pesquisadores do Budget Lab da Universidade de Yale estimam que “os consumidores enfrentam uma taxa tarifária efetiva média geral de 27%, a mais alta desde 1903”. Mesmo após considerar as mudanças no consumo, a taxa tarifária média será de 18,5%, prevê o Budget Lab. Este seria o maior nível desde 1933. Analistas também apontaram que as ações de Trump marcaram o maior aumento tarifário desde a Lei Smoot-Hawley de 1930, que aprofundou a Grande Depressão. Saiba mais.
22h51 – A China anunciou que reduzirá o número de filmes americanos importados como resposta ao aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos. A decisão foi divulgada pela Administração Nacional de Cinema da China (NFA) em uma nota oficial nesta quinta-feira (10). Segundo maior mercado de cinema do mundo, o país permitia até 34 filmes estrangeiros por ano sob um regime de divisão de receita. No entanto, o consumo de filmes locais tem crescido, e os filmes estrangeiros, principalmente americanos, vêm perdendo espaço nas bilheteiras chinesas. Saiba mais.
21h56 – EXCLUSIVO CNBC – Ações do Japão caem mais de 5% enquanto mercados da Ásia-Pacífico retomam vendas devido a temores sobre a guerra comercial EUA-China. Saiba mais.
21h01 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer, da CNBC, disse nesta quinta-feira (10) aos investidores que a nova tarifa do presidente Donald Trump sobre a China é tão alta que é “mais um embargo”, afirmando que a maioria das empresas não vai pagar por esse aumento. Saiba mais.
20h48 – Autoridades do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, alertaram nesta quinta-feira (10) para um aumento significativo nos riscos de inflação nos Estados Unidos, impulsionado pela política tarifária do presidente Donald Trump. “Ao comparar com o início do ano, há um aumento claro dos riscos de alta na inflação e de baixa no crescimento e no mercado de trabalho”, disse uma das autoridades. Apesar das preocupações, o mercado mantém expectativa de que os juros permaneçam entre 4,25% e 4,50% na próxima reunião do Fed. Saiba mais.
20h29 – Os juros futuros encerraram a quinta-feira (10) com comportamento misto: viés de baixa no caso dos contratos curtos e em alta na ponta longa. A indefinição predominou durante boa parte do dia, em meio à forte volatilidade dos mercados internacionais provocada pela escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China. Saiba mais.
20h15 – EXCLUSIVO CNBC – Muitos vendedores na Amazon contam com a China para fabricação e montagem devido aos custos mais baixos e à infraestrutura estabelecida — até 70% dos produtos na Amazon vêm da China, segundo a Wedbush Securities. Com praticamente todas as importações da China sendo taxadas em impressionantes 145% sob as tarifas mais recentes, os vendedores da Amazon estão tendo que decidir se aumentam os preços ou absorvem o custo vastamente aumentado de importar seus produtos. Saiba mais.
19h37 – O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessentse, reuniu-se hoje com o vice-primeiro-ministro Ho Duc Phoc, do Vietnã, e publicou uma foto dos dois na rede social X. “Enfatizei a necessidade de um engajamento contínuo e de avanços rápidos e demonstráveis para resolver as questões pendentes”, publicou Bessent. (Christina Wilkie | Redação CNBC)
19h30 – Após o tombo nas ações, o principal assessor comercial de Trump, Peter Navarro, debochou da sugestão de que as mudanças imprevisíveis na política tarifária de Trump possam ter causado um impacto duradouro no sistema financeiro global. “Acho que a CNBC vai processar a CNN por invadir a análise financeira deles”, disse Navarro durante uma entrevista à CNN após o fechamento dos mercados. “Isso, para mim, é pura distorção”, afirmou. “Ontem tivemos a maior alta da história do mercado de ações. Claro que haveria uma pequena correção. A questão é: que narrativa vocês vão criar sobre isso? É só uma retração normal depois de um grande dia. Não é grande coisa”, disse Navarro. ( Kevin Breuninger | Redação CNBC)
19h28 – EXCLUSIVO CNBC – O aumento de tarifas do presidente Donald Trump sobre as importações da China basicamente encerraria a maior parte do comércio entre aquele país e os EUA, segundo a economista Erica York. “Depende de quão restritamente ou amplamente a tarifa é aplicada, mas geralmente, se você ultrapassa uma tarifa de três dígitos, está cortando a maior parte do comércio,” disse a vice-presidente de política tributária federal no Centro de Política Tributária Federal da Tax Foundation, no programa “The Exchange”, da CNBC, na quinta-feira (10). “Ainda pode haver algumas coisas sem substitutos que as empresas simplesmente terão que pagar, mas na maior parte, isso corta tudo.” Saiba mais.
19h20 – EXCLUSIVO CNBC – As ações da Tesla caíram nesta quinta-feira (10), mudando de rumo um dia após a fabricante de veículos elétricos registrar seu maior ganho no mercado desde 2013. O papel caiu 7,3%, fechando a US$ 252,40, e agora acumula queda de 38% no ano — de longe, o maior declínio entre as empresas de tecnologia de megacapitalização. A Tesla ainda tem enfrentado deterioração da marca, queda nas entregas e foi alvo de protestos e alguns atos criminosos direcionados às suas instalações e veículos. Saiba mais.
18h55 – EXCLUSIVO CNBC – As ações caíram nesta quinta-feira (10), devolvendo parte dos ganhos do rali histórico visto na sessão anterior. Investidores se preocuparam que, mesmo com a pausa temporária em algumas das tarifas, a atividade econômica será desacelerada pela imposição de tarifas muito mais altas à China por parte de Trump. O S&P 500 despencou 3,46%, enquanto o Nasdaq Composite caiu 4,31%. O Dow Jones Industrial Average caiu 1.014,79 pontos, ou 2,5%. Saiba mais.
18h54 – A secretária de comunicação da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou nesta quinta-feira (10) que o presidente americano Donald Trump “realmente acredita que a China quer negociar tarifas”. A declaração reforça a retórica recente do republicano, que tem sinalizado interesse em reconstruir uma relação comercial mais favorável com o país asiático. Em entrevista à Fox News, Leavitt também comemorou os dados de inflação divulgados pela manhã. (Agência Estado)
18h52 – As big techs vem sendo afetadas pelas tarifas de Donald Trump em função dos componentes sofisticados que os produtos delas exigem, disse Thiago de Aragão, CEO da Arko Internacional, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. “A maioria desses componentes são fornecidos pela China, que é uma fornecedora muito grande não só de matérias-primas mais básicas, mas também de matérias-primas sofisticadas, como semicondutores e metais raros, para produtos mais avançados dessas big techs”, ele explicou. Aragão destacou que a China tem uma vantagem no mercado global devido à sua abordagem única em relação à propriedade intelectual. “A partir do momento que uma empresa chinesa desenvolve uma tecnologia, o Partido Comunista Chinês consegue pegar essa tecnologia, diluir e distribuir entre dezenas, centenas de empresas, o que barateia muito o custo”. Saiba mais.
18h49 – Após tocar R$ 5,95 no início da tarde, em linha com a piora dos ativos de risco no exterior, o dólar desacelerou o ritmo de alta nas últimas horas de pregão e encerrou a sessão desta quinta-feira (10) com avanço de 0,88%, a R$ 5,8988. A moeda norte-americana sobe 1,09% na semana e 3,39% no mês. Mais uma vez, os negócios no mercado de câmbio foram ditados pelo vaivém das notícias do embate tarifário entre Estados Unidos e China, que promoveram retaliações mútuas nos últimos dias. Saiba mais.
18h12 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou seu desejo de chegar a um acordo com a China e expressou otimismo nas negociações. No entanto, essa visão não foi refletida no mercado nesta quinta-feira (10), com o Ibovespa em queda desde o início do dia. Isso porque as duas maiores economias do mundo ainda não indicaram que alguma delas irá ceder. O índice fechou em baixa de 1,13%, com 126.354,75 pontos, mas o desempenho ainda foi melhor que o das bolsas americanas. Saiba mais.
18h08 – As bolsas europeias tiveram uma recuperação significativa nesta quinta-feira (10), impulsionadas pelo alívio da suspensão temporária das tarifas recíprocas – medida que beneficiou diretamente a União Europeia. Apesar dos ganhos, os principais índices de Frankfurt, Paris e Lisboa encerraram o dia em suas mínimas, suavizando a alta registrada na véspera em Wall Street, em meio ao ajuste de queda dos mercados acionários dos EUA nesta quinta-feira. Saiba mais.
18h06 – As bolsas de Nova York encerraram mais uma vez em queda nesta quinta-feira (10), devolvendo parte dos ganhos que haviam conquistado na quarta-feira (9). Isso ocorreu após a confirmação de que as tarifas dos Estados Unidos sobre importações chinesas são de 145%, e não 125% como o presidente Donald Trump havia anunciado anteriormente. As ações das “Sete Magníficas”, que lideraram o rali histórico da quarta-feira, foram os destaques negativos do pregão. O índice Dow Jones caiu 2,50%; o S&P 500 recuou 3,46%; e o Nasdaq registrou uma queda de 4,31%. Esses dados são preliminares. Saiba mais.
16h59 – EXCLUSIVO CNBC – Algumas empresas americanas já estão respondendo às tarifas de Trump aumentando seus preços. A Dame, uma marca de bem-estar sexual, está aplicando o que chama de “sobretaxa tarifária Trump” de US$ 5 em todos os seus vibradores importados da China. A taxa não cobrirá o aumento do custo de fabricação, disse a CEO da Dame, Alexandra Fine, ao programa CNBC Make It. Mas sinalizará aos consumidores que empresas como a Dame estão sendo afetadas, afirma ela.
16h50 – EXCLUSIVO CNBC – Apesar da gestão de Trump testar os limites do poder executivo — demolindo agências federais e demitindo milhares de funcionários do governo, por exemplo — o episódio do recuo das tarifas mostra que o mercado, e por procuração estadistas de Wall Street, ainda têm peso nas decisões da administração. Em meio à repercussão das tarifas e ás oscilações do mercado, Trump disse aos repórteres que mudou de ideia depois de ver como os investidores estavam reagindo, e levou a sério o alerta do CEO do JP Morgan, Jamie Dimon, em uma aparição na TV, onde declarou que a política estava levando a economia dos EUA à recessão. Saiba mais.
16h49 – EXCLUSIVO CNBC – A recente pausa nas tarifas anunciada por Donald Trump voltou a movimentar os mercado de transporte de produtos, que havia sido impactado frente ao medo da elevação de custos. “Começamos a ver um grande número de cancelamentos de reservas de transporte marítimo já na semana passada, e esse número aumentou à medida que nos aproximávamos da data limite das tarifas, em 9 de abril”, afirmou Paul Brashier, vice-presidente de cadeia de suprimentos global da ITS Logistics. “Mas, com o recente anúncio da suspensão das tarifas, com exceção da China, podemos ver um aumento nas remarcações de pedidos nessas regiões.” Saiba mais.
16h48 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, em conversas privadas, o temor de que seu plano de tarifas comerciais pudesse levar a economia dos Estados Unidos a uma depressão, segundo reportagem do Wall Street Journal. O jornal, citando fontes próximas às discussões, revelou que Trump sabia que tarifas poderiam causar recessão, e que seu objetivo era evitar cenário ainda mais grave, de depressão econômica. Saiba mais.
16h44 – A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China continua a gerar consequências para diversas indústrias, incluindo o setor de entretenimento. A imposição de tarifas adicionais pelo presidente Donald Trump afetou diretamente o mercado de produtos licenciáveis de Hollywood, como brinquedos, roupas, maquiagens e outros itens baseados em propriedades intelectuais. Empresas como Mattel e Hasbro, responsáveis por licenciar produtos como brinquedos e jogos baseados em franquias de sucesso, tiveram quedas consideráveis em suas ações. Saiba mais.
16h41 – O governo do Canadá anunciou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre veículos e peças automotivas importadas dos Estados Unidos, em resposta às tarifas de Trump. Em entrevista ao jornal Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Hilton Nascimento, diretor-presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, comentou que a ação canadense tem caráter de compensação no comércio bilateral. “Eu não falo em retaliação, porque na área de comércio o tema é um pouco mais forte. Eu sempre falo que não existem inimigos na área comercial, existem concorrentes no mercado.” Saiba mais.
16h04 – EXCLUSIVO CNBC – O recuo de Trump nas tarifas após oscilações do mercado mostra o peso de Wall Street no governo. Investidores temiam que Trump mantivesse a decisão, o que poderia incitar uma crise financeira global depois que os rendimentos dos títulos do governo dos EUA dispararam. Saiba mais.
15h37 – EXCLUSIVO CNBC – A recente pausa nas tarifas anunciada por Donald Trump voltou a movimentar os mercado de transporte de produtos, que havia sido impactado frente ao medo da elevação de custos. Saiba mais.
14h50 – Trump também afirmou que gostaria de trabalhar em um acordo com a China, em uma postura mais aberta à negociação. Nesta quarta-feira, a Casa Branca esclareceu que as tarifas contra os produtos chineses estava em 145%.
14h40 – Trump reconheceu, durante a reunião, o custo da política tarifária. Ele disse que a transição vai ter custo e vai ter problema problema, mas que depois vai ficar tudo bem.
14h32 – EXCLUSIVO CNBC – O presidente Donald Trump participa de reunião de gabinete na Casa Branca, com transmissão ao vivo pela CNBC e Times Brasil. Em rodada de apresentações, integrantes do governo agradecem ao presidente por políticas implementadas e enfatizam ações de suas pastas.
13h20 – Lorie Logan, a presidente do Federal Reserve (Fed) em Dallas, o banco central dos EUA, afirmou que as tarifas impostas por Trump vão provocar inflação e desemprego. Segundo ela, é preciso evitar que esse efeito seja persistente. Saiba mais.
13h03 – EXCLUSIVO CNBC – Ramit Sethi, milionário e autor de “I Will Teach You to be Rich” e “Money for Couples”, afirmou em uma rede social que está construindo um ‘fundo de guerra contra incertezas’ frente à instabilidade que se desenha na economia mundial. “Estou construindo um grande fundo de emergência e recomendo que vocês façam o mesmo”, disse ele. Saiba mais.
12h58 – EXCLUSIVO CNBC – Apesar do recuso do presidente dos EUA, Donald Trump, na política tarifária, analistas alertam que o estrago econômico já foi feito, já que o clima de instabilidade paira no ar. “O gênio ainda está fora da lâmpada em relação à imprevisibilidade das políticas”, disse um grupo de economistas e estrategistas do Deutsche Bank Research, em nota, nesta quinta-feira (10). Saiba mais.
12h – BREAKING NEWS – EXCLUSIVO CNBC – Tarifas de Trump sobre a China agora totalizam 145%, esclarece Casa Branca. A última ordem executiva de Trump aumentou as tarifas sobre Pequim de 84% para 125%. Mas isso se soma a uma tarifa de 20% relacionada ao fentanil que Trump impôs anteriormente à China. Saiba mais.
Conselheiro da Casa Branca descarta recessão nos EUA após anúncio de tarifaço.
dcJohn/Creative Commons Attribution
11h56 – EXCLUSIVO CNBC – As ações das empresas europeias de luxo LVMH, Richemont, Kering e Hermès estavam entre as que caíram na quarta-feira (10), com a imposição de impostos sobre as importações dos EUA da União Europeia. A perspectiva permanece incerta, mesmo com o presidente Trump anunciando posteriormente uma pausa de 90 dias e reduzindo as taxas para tarifas universais de 10%.Saiba mais.
11h15 – O presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu que seu plano de tarifas comerciais poderia empurrar a economia do país para uma recessão, mas ele não queria que os efeitos da medida causassem uma depressão econômica, segundo reportagem do Wall Street Journal publicada nesta quinta-feira (10), que cita fontes próximas à Casa Branca. Na quarta-feira (9), Trump anunciou uma pausa de 90 dias na cobrança de novas tarifas e derrubou a alíquota para 10% nas transações comerciais com diversos países. A China, que elevou a disputa com os EUA desde que as medidas foram anunciadas, ficou de fora da decisão e foi taxada em 125%. Saiba mais.
11h – O diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Kevin Hassett, afirmou que já recebeu ofertas de acordos comerciais de mais de 15 países. Segundo ele, o governo está analisando as opções e decidindo se elas “são boas o suficiente para apresentar ao presidente”. A declaração foi dada à Fox News, segundo a CNBC. Mais cedo, na CNBC, Hassett disse que quase 20 países já iniciaram o processo de negociação com os EUA. Na quarta-feira, Trump havia afirmado que mais de 75 países entraram em contato com autoridades americanas buscando discutir suas novas tarifas.
10h03 – Analista econômico do jornal Times Brasil e do Money Times, Alberto Ajzental comenta em sua coluna que, em termos quantitativos, os EUA dependem mais da China do que o contrário. Para isso, ele analisa dados como o PIB dos dois países, suas exportações e as tarifas. Saiba mais.
09h33 – A China anunciou nesta quinta-feira (10) que reduzirá as importações de filmes dos Estados Unidos, em mais uma resposta direta à escalada da guerra comercial entre os dois países. De acordo com a Administração de Cinema da China, as tarifas aplicadas por Washington são consideradas abusivas e devem influenciar negativamente a receptividade do público chinês aos filmes de Hollywood. A decisão acontece em um momento no mercado cinematográfico chinês onde produções locais vêm ganhando mais espaço. Um exemplo é “Ne Zha 2”, que se tornou, em janeiro, o filme de maior bilheteria do mundo em qualquer mercado. Saiba mais.
08h49 – O ministro das Finanças do Japão, Katsunobu Kato, classificou como um “acontecimento positivo” a suspensão temporária das tarifas de importação anunciada pelos Estados Unidos. Em declaração nesta quinta-feira, 10, ele afirmou que o governo japonês está monitorando de perto os efeitos da medida sobre os mercados e destacou que a pausa representa uma oportunidade para acalmar as tensões comerciais globais. Como parte das ações internas, Kato anunciou que o país realizará, no próximo dia 17, um leilão de 3,2 trilhões de ienes em letras do Tesouro com desconto, como parte da gestão fiscal japonesa. Saiba mais.
08h46 – A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, elogiou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender por 90 dias a maioria das tarifas “recíprocas”, classificando a medida como um “importante passo no sentido de estabilizar a economia global”. Em comunicado oficial, Von der Leyen reforçou o compromisso do bloco com as negociações, visando a construção de um comércio mais fluido e vantajoso para ambos os lados. A UE segue “comprometida com negociações construtivas com os EUA, para alcançar um comércio sem atritos e mutuamente benéfico”. Saiba mais.
08h08 – EXCLUSIVO CNBC – A União Europeia suspenderá a adoção de tarifas retaliatórias sobre uma série de produtos dos EUA por 90 dias, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, um dia após a Casa Branca emitir um adiamento da maioria de seus próprios impostos. Na quarta-feira (9), os membros da UE votaram a favor do pacote, elaborado em resposta às tarifas de 25% impostas pelos EUA sobre aço e alumínio no mês passado. As tarifas deveriam ser finalizadas nos próximos dias, com uma parcela inicial prevista para entrar em vigor em 15 de abril. “Tomamos nota do anúncio do presidente Trump. Queremos dar uma chance às negociações”, disse von der Leyen nesta quinta-feira (10). Saiba mais.
08h03 – As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira (10), com a de Tóquio saltando mais de 9%, um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma suspensão de 90 dias das chamadas tarifas “recíprocas” mais altas, exceto para a China. Os mercados chineses, por sua vez, foram sustentados por expectativas de novos estímulos de Pequim. O índice sul-coreano Kospi avançou 6,60% em Seul, no melhor desempenho diário desde março de 2020, e o Hang Seng teve alta de 2,06% em Hong Kong. Saiba mais.
08h02 – As bolsas europeias operam em alta de até mais de 6% na manhã desta quinta-feira (10), reagindo à decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de suspender temporariamente a maioria das chamadas tarifas “recíprocas”. Por volta das 6h40 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 4,96% a 493,18 pontos. Liderando os ganhos, o setor bancário saltava 7,2%, seguido pelo de tecnologia, com alta de 6,4%. Saiba mais.
07h22 – EXCLUSIVO CNBC – O anúncio de tarifas do presidente Donald Trump provocou uma liquidação global, levando a perdas para muitos investidores ao redor do mundo. Os mais ricos do planeta viram dezenas de bilhões de dólares desaparecerem de seus patrimônios em poucos dias. Uma exceção notável: o CEO da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, cujo patrimônio líquido cresceu US$ 20 bilhões desde o início de 2025, segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg. Saiba mais.
O presidente Donald Trump mudou drasticamente de rumo, reduzindo suas tarifas específicas para uma taxa universal de 10% para todos os parceiros comerciais, exceto a China.
A taxa tarifária da China saltará para 125%, com efeito imediato, diz a Casa Branca.
Os assessores da Casa Branca alegaram que a estratégia sempre foi a de mudar de rumo, sugerindo que a semana passada de tarifas massivas que desencadearam perdas enormes no mercado foi apenas encenação.
Pequim anunciou uma tarifa recíproca de 84% sobre produtos dos EUA, a partir de 10 de abril.
Estados Unidos e China entraram em uma guerra comercial sem precedentes que afeta o mundo.
07h02 – Bom dia! Chegamos na quinta-feira, 10 de abril de 2025. Você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Comercial, que começa com a trégua de Donald Trump, que manteve a taxação 125% dos produtos da China e universalizou a taxa de 10% para os outros países. O mundo respira aliviado e o mercado reage bem neste momento, sob perspectiva de novas negociações.
23h – Boa noite! Encerramos nesta quarta-feira (9) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
22h57 – EXCLUSIVO CNBC – Na abertura de bolsas na Ásia, Nikkei do Japão sobe mais de 8% enquanto mercados do continente acompanham ganhos de Wall Street após Trump pausar tarifas. Saiba mais.
22h23 – “A China tem uma resiliência maior para resistir”, afirma professor da FGV. Evandro Carvalho, professor de Direito Internacional na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e na Universidade Federal Fluminense (UFF), analisou os desdobramentos dessa guerra comercial em entrevista exclusiva ao Conexão CNBC. Saiba mais.
22h05 – EXCLUSIVO CNBC – Jim Cramer compartilha 4 lições aprendidas com a turbulência causada pelas tarifas de Trump. Investidores devem fugir do pânico. Grandes ganhos do mercado costumam se concentrar em poucos dias do ano. Quem vendeu com medo perdeu a chance de lucrar na recuperação. Trump é imprevisível. O presidente pode recuar em políticas que prejudiquem fortemente o mercado — mas sempre com drama envolvido. Empresas sólidas resistem. Gigantes como Apple e Nvidia provaram resiliência. Abandonar boas companhias nos momentos de baixa pode ser um erro estratégico. Saiba mais.
21h26 – EXCLUSIVO CNBC – Bitcoin sobe mais de 7% em rali de alívio do mercado geral após Trump pausar algumas tarifas. O preço da criptomoeda principal subiu mais de 7%, atingindo $82.305,55, de acordo com a Coin Metrics. Saiba mais.
20:39 – ‘Trump percebeu que perdeu a mão’, diz Roberto Giannetti da Fonseca. Em entrevista exclusiva ao Jornal Times Brasil, o economista e ex-secretário da Câmara de Comércio Exterior do governo federal comentou sobre a situação atual. Segundo Giannetti, a pausa foi, na realidade, um recuo de Trump. Ele afirmou que o presidente dos Estados Unidos percebeu que estava indo longe demais com as tarifas e reconheceu que a reação interna foi um fator determinante para essa decisão. “Ele percebeu que estava indo longe demais. Saiba mais.
19h30 – EXCLUSIVO CNBC – O mercado acionário registrou uma das maiores altas da história após o presidente Donald Trump anunciar uma pausa em parte de suas tarifas “recíprocas” sobre países ao redor do mundo, provocando uma explosão nos mercados que vinham sob intensa pressão na última semana. O S&P 500 disparou 9,52%, sua maior alta diária desde 2008 — e a terceira maior desde a Segunda Guerra Mundial. O Dow Jones Industrial Average subiu 7,87%, sua maior alta percentual desde março de 2020. Já o Nasdaq Composite saltou 12,16%, sua maior alta diária desde janeiro de 2001 e a segunda maior de sua história. Cerca de 30 bilhões de ações foram negociadas, marcando o dia de maior volume na história de Wall Street, segundo registros dos últimos 18 anos. Saiba mais.
19h27 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre a possibilidade de um entendimento com o presidente chinês, Xi Jinping, no contexto das relações entre os dois países. O líder americano afirmou que Xi Jinping vai querer chegar a um acordo, referindo-se à expectativa de que a China e os Estados Unidos cheguem a um entendimento nas negociações comerciais e outros pontos sensíveis. Trump também mencionou que, em breve, espera receber uma ligação telefônica de Xi Jinping para discutir os termos do acordo. “Receberemos uma ligação telefônica em algum momento e tudo estará pronto”, disse o presidente americano. Saiba mais.
19h02 – EXCLUSIVO CNBC – As ações da Apple subiram 15% nesta quarta-feira (9) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma pausa de 90 dias nas “tarifas recíprocas” do seu governo, que teriam afetado os locais de produção da empresa no Vietnã, Índia e Tailândia. O rali adicionou mais de 400 bilhões de dólares ao valor de mercado da Apple, que agora está ligeiramente abaixo de 3 trilhões de dólares. Foi o melhor dia da Apple desde janeiro de 1998, quando o falecido fundador Steve Jobs era o CEO interino e três anos antes do lançamento do primeiro iPod. Na época, o valor de mercado da Apple era próximo de 3 bilhões de dólares. Saiba mais.
18h59 – A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de colocar em vigor apenas a tarifa mínima de 10% para os países que não retaliaram os EUA por 90 dias abriu espaço para uma recuperação do Ibovespa B3 (+3%) e das bolsas de Nova York (Nasdaq, +12%), sob duas interpretações. A primeira, de que a flexibilização afasta as chances de uma recessão na maior economia do mundo. A segunda, de que o governo americano estaria disposto a se sentar para negociar com a China. O mercado entendeu que tal recuo nas tarifas recíprocas, ainda que temporário, “é uma demonstração de que Trump está aberto à mesa de negociação, abrindo porta para negociar até com a China”, segundo Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos. Saiba mais.
18h52 – O secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou nesta quarta-feira (9) que as negociações tarifárias conduzidas pelo governo de Donald Trump serão feitas individualmente com cada país. Segundo ele, o objetivo central da atual política econômica é promover a reindustrialização do país. “A reindustrialização vai aumentar o PIB e trazer empregos de volta”, disse Lutnick. Ao comentar as relações comerciais com a China, o secretário ressaltou que as empresas norte-americanas precisam compreender melhor os países com os quais mantêm relações. Ele também criticou a União Europeia, alegando falta de reciprocidade nas trocas comerciais. “A Europa não tem um comércio justo conosco”, declarou. (Agência Estado)
18h20 – A queda de braço entre Estados Unidos e China em relação às tarifas de importação dominou os negócios no mercado cambial nesta quarta-feira (9). O dólar à vista oscilou mais de 25 centavos de real entre a máxima (R$ 6,0967) e a mínima (R$ 5,8298), acompanhando o comportamento do dólar frente às moedas de países emergentes. No fim do pregão, o dólar à vista era negociado a R$ 5,8473, em queda de 2,52%. A moeda interrompeu uma sequência de três dias seguidos de alta, em que acumulou valorização de 6,57%. Apesar da queda nesta quarta-feira, o dólar ainda apresenta ganhos de 2,49% em abril. Saiba mais.
18h08 – EXCLUSIVO CNBC – O Nasdaq registrou alta de 12% nesta quarta-feira (19), a segunda maior da história do índice, em um movimento semelhante aos observados durante momentos de crise anteriores. Foi o maior avanço desde janeiro de 2001, no auge do colapso das empresas de tecnologia. Durante a crise financeira de outubro de 2008, o Nasdaq teve dois de seus cinco melhores dias. Outros dois ocorreram durante o estouro da bolha da internet. O sexto melhor desempenho diário desde 1971 foi em 13 de março de 2020, com o avanço da pandemia de Covid-19 nos Estados Unidos. Analistas classificam esse tipo de movimento como “repique técnico”, “alívio temporário” ou “cobertura de posições vendidas”. É um comportamento comum durante períodos de forte instabilidade. Saiba mais.
17h59 – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a união entre os países latino-americanos e caribenhos em seu discurso na IX Cúpula da Celac, em Tegucigalpa, Honduras, e, sem citar os Estados Unidos, criticou a alta das tarifas imposta pelo presidente norte-americano, Donald Trump. “Tarifas arbitrárias desestabilizam economia internacional e elevam preço. A história nos ensina que guerras comerciais não tem vencedores”, ele afirmou. Saiba mais.
17h50 – EXCLUSIVO CNBC – As bolsas de valores dos Estados Unidos registraram forte alta nesta quarta-feira (9), após o presidente Donald Trump anunciar a suspensão, por 90 dias, de parte das tarifas comerciais classificadas como “recíprocas”. O índice S&P 500 subiu 9,52%, registrando o terceiro maior ganho diário desde a Segunda Guerra Mundial, de acordo com dados da FactSet. O Dow Jones Industrial Average avançou 2.962,86 pontos, alta de 7,87%, no maior salto desde março de 2020. O Nasdaq Composite teve valorização de 12,16%, o maior aumento desde janeiro de 2001 e o segundo maior da série histórica. Saiba mais.
17h10 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou há pouco que haverá acordos sobre tarifas com a China e com “todos” os demais países, também reconhecendo que levou em consideração o mercado de Treasuries antes de anunciar a pausa de 90 dias das “tarifas recíprocas”. “Acho que teremos um acordo com a China”, disse Trump na Casa Branca. “Um acordo será alcançado com cada um deles [países]”, completou (Agência DCNews). Saiba mais.
16h58 –O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira (9) que o governo vai tentar reduzir a alíquota mínima de 10% de imposto sobre que o Brasil exporta aos Estados Unidos, determinada na semana passada por Donald Trump. Em entrevista à imprensa, ele voltou a falar que o caminho será pelo diálogo e pela negociação com os norte-americanos, informou a Agência Estado.
16h41 – Trump disse que reverteu as tarifas porque as pessoas estavam “um pouco agitadas” e “com medo”. “Eu pensei que as pessoas estavam se descontrolando um pouco”, disse Trump a repórteres na Casa Branca. “Nenhum outro presidente teria feito o que eu fiz. Nenhum outro presidente”, disse ele. “E tinha que ser feito.” Mais cedo, o secretário do Tesouro americano Scott Bessent afirmou que Trump sempre planejou recuar nos planos tarifários. “Essa foi a estratégia dele o tempo todo”, disse Bessent a repórteres na Casa Branca. “Pode-se até dizer que ele instigou a China a uma posição ruim”, diz Bessent, referindo-se ao fato de que a China, que impôs tarifas retaliatórias, agora enfrenta tarifas americanas mais altas, enquanto outros países obtêm um alívio. (Redação CNBC)
16h32 – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (9) que pretende fazer acordo com todos os países sobre as tarifas de importação. Para ele, é preciso ter flexibilidade. O presidente afirmou, ainda, que está aberto para negociar com a China, mas que acredita que o país asiático ainda não está pronto para conversar. “Um acordo será firmado com a China. Um acordo será firmado com cada um deles”, disse Trump na Casa Branca, segundo a AFP. No entanto, os líderes chineses “não sabem bem como fazer isso”, acrescentou.
16h08 – O Ibovespa acelerou o ritmo de alta no período da tarde desta quarta-feira (9) em sintonia com o avanço das bolsas norte-americanas. O dólar à vista passou a cair e renovou a mínima. Tanto o Ibovespa como a moeda norte-americana refletem a informação de que o governo norte-americano deu uma pausa nas tarifas recíprocas de 90 dias, exceto para a China. Às 14h49, o Ibovespa subia 3,40%, aos 128.142,97 pontos. Às 15h05, o dólar caía 1,97%, para a R$ 5,8790, depois de ter subido à máxima em R$ 6,0967 na manhã. (Agência Estado)
16h02 – Nasdaq caminha para o melhor dia desde 2008 com notícias sobre pausa tarifária. O índice subiu quase 10% com a recuperação das ações de tecnologia após Trump anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas e a manutenção de uma tarifa geral de 10% sobre os parceiros comerciais – exceto China. Tesla, Nvidia e Apple subiram mais de 10% cada. As ações da indústria de chips VanEck Semiconductor ETF subiram mais de 14%. Essa recuperação vem após algumas sessões de negociação turbulentas desde que a Casa Branca anunciou as novas políticas tarifárias. (Redação CNBC)
15h29 – Ao anunciar a pausa de 90 dias na aplicação das tarifas recíprocas, Trump afirmou que as taxas vão cair para 10% nas importações de bens e produtos de outros países durante este período. A medida tem efeito imediato. (Redação CNBC)
14h28 – O presidente Donald Trump anunciou nesta quarta-feira (9) uma pausa de 90 dias na aplicação integral de suas novas tarifas. A medida vale para pelo menos alguns países. Trump também disse que estava aumentando as tarifas impostas às importações da China para 125% “com efeito imediato” devido à “falta de respeito que a China demonstrou aos mercados mundiais”. (Redação CNBC)
14h – A aprovação de Donald Trump, presidente dos EUA, caiu após a implementação da política tarifária anunciada há uma semana, de acordo com uma nova pesquisa da Economist/YouGov. A pesquisa aponta que 51% dos entrevistados desaprovam o trabalho de Trump como presidente, contra 43% que veem seus esforços de forma positiva. (Redação CNBC)
13h50 – EUA poderão arrecadar US$ 640 bilhões por ano com as tarifas de importação pagas por China, Vietnã e União Europeia para venderem seus produtos em solo americano. A estimativa é da ImportGenius, que analisa dados comércio global. A estimativa aponta que só as importações chinesas gerarão US$ 1,24 bilhão em tarifas por dia pagas ao governo americano. (Redação CNBC)
13h – Os mercados globais de títulos enfrentam turbulência nesta quarta-feira (9), após diversos países implementarem tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos em resposta à taxação imposta pelo presidente americano, Donald Trump, na semana passada. Em um cenário de busca por segurança, investidores demonstram crescente interesse na dívida alemã. “A Alemanha está se beneficiando de uma fuga [de investidores] para a qualidade mais ampla. O país já disse ao mercado o que vai fazer, há clareza sobre como será seu caminho”, afirmou à CNBC Ken Egan, diretor sênior de títulos soberanos da agência de análise de crédito KBRA. Ele se referia à recente aprovação do país a um enorme pacote fiscal para infraestrutura, clima e defesa. (Redação CNBC)
12h40 – A China impôs restrições a 18 empresas e entidades dos EUA, como parte de retaliação às tarifas. Em comunicado, Pequim disse que acrescentou 12 entidades dos EUA a uma lista de controles de exportação, que impede a exportação a partir da China de itens que possam ter aplicações militares. A lista inclui a Teledyne Brown Engineering e a Insitu, que pertence à Boeing. Além disso, seis empresas americanas foram adicionadas a uma “lista de entidades não confiáveis”, que as proíbe de realizar negócios e investimentos na China. Entre as empresas estão a Shield AI e a Sierra Nevada. Mais cedo, a China elevou suas tarifas a importações dos EUA de 34% para 84%, um dia após Washington aplicar tarifa adicional de 50% aos produtos chineses, elevando o total a 104%. Saiba mais
12h – O presidente dos EUA, Donald Trump, diz que esta é uma “ótima hora para comprar” e que os Estados Unidos ficarão “maiores do que nunca”, em uma referência à repercussão da política tarifária anunciada na semana passada. A declaração foi feita em um post em uma rede social nesta quarta-feira (9), data em que entrou em vigor a tarifa de 104% sobre produtos importados da China para os EUA. A medida pode elevar os custos de diversos produtos e pressionar a inflação. Saiba mais
11h22 – As tarifas automotivas de 25% do Canadá entraram em vigor nesta quarta-feira (9) para veículos produzidos nos EUA. Porém, os novos impostos diferem em muitos aspectos daqueles implementados na semana passada pelo presidente Donald Trump. As autoridades canadenses retiraram peças individuais de automóveis das tarifas e estão considerando o acordo comercial Estados Unidos-Canadá-México (USMCA) nas novas taxas. Também pode haver algum alívio para as montadoras nas tarifas canadenses na forma de remissões (Redação CNBC)
09h58 – Os contratos futuros do petróleo bruto dos EUA caíram mais de 6% nesta quarta-feira (9), depois que a China impôs tarifas retaliatórias aos EUA, em resposta às tarifas generalizadas do presidente Donald Trump. O petróleo de referência nos EUA caiu US$ 4,01, ou 6,7%, para US$ 55,57 por barril às 7h53 (horário de Nova York). O Brent, referência global, recuou US$ 4,04, ou 6,4%, para US$ 58,78. Saiba mais
09h56 – O banco central da Índia (RBI) reduziu sua taxa básica em 25 pontos-base, para 6%, o menor nível desde setembro de 2022, em meio a crescentes preocupações com o crescimento da quinta maior economia do mundo. O corte estava dentro das expectativas de analistas e aconteceu no mesmo dia em que entraram em vigor as tarifas recíprocas dos EUA — com um imposto de 26% sobre produtos indianos. Saiba mais
09h16 – Os ricos países árabes do Golfo – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait, Omã e Catar – estão em melhor posição do que muitas outras regiões do mundo para lidar com o impacto econômico das tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, dizem economistas e investidores regionais. Mas uma perspectiva instável para o preço do petróleo pode colocar os orçamentos de alguns países e projetos de investimento em risco. Saiba mais
09h14 – O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs taxações sobre diversos produtos de países parceiros comerciais. Entre eles, a China tem se posicionado de forma firme contra as barreiras criadas durante sua gestão. Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — licenciado exclusivo da CNBC, nesta quarta-feira (9), o especialista em comércio exterior e CEO da HKTC And Business Limited, Daniel Cassetari, atualmente no país, comentou sobre os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos ao comércio internacional, especialmente com a China. Saiba mais.
09h11 – As tarifas impostas pelos Estados Unidos acenderam um alerta nos mercados globais. Bolsas de diversos países registraram quedas acentuadas, como foi o caso de Hong Kong, que apresentou uma baixa histórica de 13%. Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — Licenciado exclusivo CNBC, nesta terça-feira (8), Josias Bento, especialista em investimentos e sócio da GT Capital, analisou os impactos das medidas de Trump no mercado financeiro global. Saiba mais
08h55 – As ações de gigantes do setor automotivo europeu recuaram nesta quarta-feira (9), ampliando perdas recentes com a entrada em vigor das tarifas globais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As ações da fornecedora francesa de autopeças Valeo caíram 5,5% nesta quarta-feira, ficando entre os piores desempenhos do índice pan-europeu Stoxx 600. Na Alemanha, Volkswagen, Mercedes-Benz Group e BMW chegaram a cair até 3% antes de reduzir as perdas, com a BMW renovando sua mínima em 52 semanas. Na Ásia, a japonesa Nissan caiu 7% e a Toyota, 2,6%. Saiba mais
08h48 – A União Europeia (UE) deve aprovar nesta quarta-feira (10) sua primeira resposta direta às tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos sob a gestão do presidente Donald Trump. A decisão será tomada por um comitê de especialistas dos 27 países do bloco e a chance de a proposta ser barrada é mínima, já que ela só será bloqueada se uma “maioria qualificada” de 15 membros da UE, representando 65% da população da UE, votar contra. Saiba mais
08h16 – A China reagiu novamente às políticas tarifárias do presidente americano, Donald Trump, aumentando suas tarifas sobre importações americanas para mais de 80%. O Escritório da Comissão Tarifária do Conselho de Estado da China informou que as tarifas sobre produtos americanos aumentarão de 34% para 84% a partir de 10 de abril. A escalada repetida das tarifas ameaça paralisar o comércio entre duas das economias mais importantes do mundo. (CNBC Internacional) Saiba mais
07h52 – A Casa Branca confirmou na terça-feira (8) que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, fará uma visita oficial de trabalho ao presidente Donald Trump no dia 17 de abril. A informação foi dada pela secretária de imprensa Karoline Leavitt, que não detalhou a pauta do encontro. Membro da União Europeia (UE), a Itália foi impactada pela tarifa de 20% imposta pelos Estados Unidos ao bloco. Na tentativa de reduzir as tensões, Meloni reuniu-se com representantes da indústria no Palazzo Chigi no último dia 8 e destacou a urgência de evitar uma guerra comercial entre EUA e UE. A primeira-ministra quer negociar a eliminação de tarifas industriais com a fórmula “zero por zero”. (Lily Meckel / Redação CNBC)
07h43 – As bolsas europeias operam em baixa de mais de 2% na manhã desta quarta-feira (9), após o breve alívio de ontem, à medida que as tarifas “recíprocas” dos EUA entraram em vigor. Por volta das 6h45 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 caía 3%, a 472,29 pontos. Liderando as perdas, o setor farmacêutico tombava 5%, enquanto o de mineração recuava 4%, o de bancos tinha queda de 2,8% e o de petróleo e gás, de 2,7%. Saiba mais
07h21 – As bolsas asiáticas fecharam sem direção única na quarta-feira (9), com fortes perdas em Tóquio e avanços nos mercados chineses, enquanto investidores digerem os últimos lances da guerra comercial deflagrada pelas tarifas do governo Trump. As chamadas tarifas “recíprocas” dos EUA a importações globais entraram em vigor hoje, incluindo uma massiva tarifação de 104% a produtos da China. Saiba mais
07h15 – O que você precisa saber
As tarifas do presidente Donald Trump estão em vigor, incluindo uma tarifa esperada de 104% sobre a China.
A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA disse na terça-feira (8) que estava preparada para começar a cobrar tarifas específicas de 86 parceiros comerciais dos EUA a partir das 00h01 (horário do leste dos EUA).
Os mercados dos EUA sofreram uma forte queda na tarde de terça-feira (8), em direção ao prazo final das tarifas à meia-noite.
O CEO da Tesla, Elon Musk, está intensificando seus ataques ao principal consultor comercial de Trump, Peter Navarro.
O presidente diz que a China “quer muito fazer um acordo, mas não sabe como fazê-lo”.
O ex-secretário de Comércio Carlos Gutierrez diz que os EUA e a China estão em uma guerra comercial total.
O recém-confirmado Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, testemunhou perante o Comitê de Finanças do Senado em uma audiência sobre a agenda de política comercial do presidente para 2025.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, diz que a UE está disposta a negociar tarifas com os EUA, mas também está se preparando para retaliar.
Dois bilionários apoiadores de Trump, Ken Langone e Ken Griffin, estão furiosos com as tarifas.
07h04 – Bom dia! Hoje é quarta-feira, 9 de abril de 2025. A partir de agora, você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Tarifária que provoca tensões políticas e incertezas nos mercados e bolsas de valores pelo mundo.
01h02 – Boa noite! Encerramos nesta madrugada de quarta-feira (8) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
01h01 – Guerra comercial explode: tarifa de 104% dos EUA contra a China já está em vigor! A escalada da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China atinge um novo patamar com a implementação de tarifas de 104% sobre produtos chineses, refletindo o aumento das tensões econômicas entre os dois países. As taxas passaram a valer a partir de 1h01 desta quarta-feira (9), no horário de Brasília. Saiba mais.
00h19 – O governo de Donald Trump “não permitirá” que a China “coloque em perigo” a operação do Canal do Panamá, advertiu na terça-feira (8), na capital panamenha, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth. O chefe do Pentágono é o segundo alto funcionário americano a visitar o Panamá desde que Trump assumiu o poder em janeiro e prometeu “recuperar” a via interoceânica estratégica construída pelos Estados Unidos, sob o argumento de que está sob influência da China. Saiba mais.
00h01 – ATENÇÃO: Falta 1 hora para as tarifas de 104% dos EUA contra a China entrarem em vigor.
23h59 – Trump triplica tarifas para encomendas de baixo valor das megavarejistas chinesas Shein e Temu. A taxa tarifária inicial em pacotes com valor inferior a US$ 800 será 30% do valor da remessa ou US$ 25, com vigência a partir de 2 de maio. A nova taxa será de 90% do valor da remessa ou US$ 75, aumentando para US$ 150 após 1º de junho. Até este ano, remessas com valor inferior a US$ 800, os chamados “pacotes de minimis”, eram isentas de tarifas (Redação CNBC). Saiba mais.
23h – ATENÇÃO: Faltam 2 horas para as tarifas de 104% dos EUA contra a China entrarem em vigor.
22h59 – Coreia do Sul revela pacote de ajuda de US$ 2 bilhões para montadoras após impacto das tarifas de Trump. A Hyundai Motor, maior montadora da Coreia do Sul, também estabelecerá um programa de apoio de um trilhão de wons para empresas automotivas locais em parceria com grandes instituições financeiras (AFP). Saiba mais.
22h22 – Resumo do dia: O que você precisa saber?
As tarifas do presidente Donald Trump entrarão em vigor à 0h01 (horário do leste dos EUA) desta quarta-feira, 9 (01h01 da manhã em Brasília), incluindo uma tarifa de 104% sobre a China;
A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA está preparada para começar a cobrar tarifas específicas de 86 parceiros comerciais dos EUA a partir das 0h01 local;
Os mercados dos EUA tiveram uma queda acentuada esta tarde, aproximando-se do prazo final das tarifas à meia-noite local;
As bolsas da Ásia já estão em queda no aguardo das novas tarifas.
21h24 – Bolsas da Ásia caem com a entrada em vigor das tarifas específicas de Trump para cada país. O Nikkei 225 do Japão perdeu 3,14% na abertura, enquanto o Topix operou 3,26% em baixa. O Kospi da Coreia do Sul recuou 0,18%, enquanto o Kosdaq de pequena capitalização perdeu 0,44%. Os investidores também ficarão de olho na decisão do Reserve Bank of India (Banco Central da Índia) ainda hoje. Saiba mais.
Sede do KEB Hana Bank, na cidade de Seul, na Coreia do Sul, nesta sexta-feira, 21 de março de 2025. As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, após Wall Street sofrer leves perdas ontem diante de persistentes incertezas sobre a política tarifária do presidente dos EUA, Donald Trump.
21h – AO VIVO: Donald Trump fala no jantar do Comitê Nacional Republicano; acompanhe aqui
20h44 – Após as ações nas bolsas americanas inicialmente dispararem e depois caírem para o vermelho na terça-feira (8), Jim Cramer, da CNBC, disse que o mercado não está equipado para reagir às declarações e políticas sempre mutáveis do presidente Donald Trump. “Este mercado continua sendo dominado por eventos, todos impulsionados pela Casa Branca. Os investidores não vão se sentir confiantes novamente até que o ritmo diminua e haja mais reflexão sobre as ações tomadas”, afirmou Cramer. Saiba mais.
19h02 – Donald Trump afirmou nesta terça-feira (8) que o país está arrecadando US$ 2 bilhões por dia com as tarifas comerciais. “Os Estados Unidos serão muito ricos de novo, muito em breve”, disse Trump ao defender as tarifas. No entanto, a popularidade do presidente está em baixa. Três pesquisas divulgadas nesta terça-feira (8) mostram piora nos índices de apoio à gestão Trump. Em meio a esse cenário, Fernando Haddad fala em cautela, e diz que o Brasil pode até sair beneficiado do atual cenário. Saiba mais.
18h44 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está prejudicando tanto a indústria do petróleo quanto as energias limpas com as tarifas, e o Brasil pode se aproveitar disso, disse Jean Paul Prates, ex-senador, ex-presidente da Petrobras e atual presidente do conselho do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), em entrevista exclusiva ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Em relação à Petrobras, o diretor disse que a empresa é bem preparada para suportar crises estruturais desse tipo. Saiba mais.
18h32 – A queda de 23% da Apple nos últimos quatro pregões fez com que a Microsoft se tornasse novamente a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo. No fechamento de terça-feira (8), a Microsoft vale US$ 2,64 trilhões, enquanto a capitalização de mercado da Apple é de US$ 2,59 trilhões. Embora o mercado como um todo esteja sendo duramente afetado pelo amplo plano tarifário do presidente Donald Trump, a Apple é a empresa mais impactada entre as gigantes de tecnologia devido à sua dependência da China. Saiba mais.
18h30 – As novas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos têxteis importados, estão impactando diretamente o mercado global de algodão. Em entrevista ao Money Times, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (ANEA), Miguel Faus, afirmou que o setor está em compasso de espera devido à incerteza sobre os efeitos das medidas. “O mercado de algodão está paralisado. As cotações em Nova York já tiveram recuo da ordem de 6% a 8%, e isso se reflete diretamente no preço do algodão que nós exportamos”, disse Faus. Segundo ele, o Brasil é atualmente o terceiro maior produtor de algodão do mundo, atrás de China e Índia, e o maior exportador global da fibra. Saiba mais.
18:21 – O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que seu governo está “indo muito bem” nas negociações iniciais com países que em breve enfrentarão tarifas elevadas sobre suas exportações para os EUA. “Eu chamo de acordos sob medida, não prontos para uso”, disse Trump durante um evento de assinatura de ordem executiva na Casa Branca. Saiba mais.
18h15 – As tarifas comerciais dos EUA, que representam o maior aumento desde a década de 1930, podem gerar impacto negativo no crescimento global e no perfil de crédito, diz a agência Moody’s. O movimento deve alterar substancialmente a dinâmica do comércio global. A China já respondeu com tarifas de 34% sobre todas as importações dos EUA, elevando a tensão comercial entre os dois países. Saiba mais.
18h09 – As bolsas de NY fecharam em queda nesta terça-feira (8) com a confirmação de tarifa adicional sobre a China, perdendo os ganhos acumulados pela manhã. O índice S&P 500 cedeu 1,57%, aos 4.982,77 pontos, e fechou abaixo dos 5.000 pontos pela primeira vez em um ano. O Dow Jones caiu 0,84%, aos 37.645,59 pontos; e o Nasdaq perdeu 2,15%, aos 15.267,91 pontos. Saiba mais.
17h22 – Lula disse nesta terça-feira (8) que o comportamento de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, em relação às tarifas “não vai dar certo”. O presidente do Brasil disse que, “apesar da taxa de juro e apesar do Trump, neste país está acontecendo um milagre”. O petista discursou na abertura do Encontro Internacional da Indústria de Construção (Enic), em São Paulo, ao lado de ministros do governo e do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. Saiba mais.
17h20 – AO VIVO: Trump assina decretos sobre energia e comenta sobre guerra tarifária. Acompanhe aqui.
16h53 – O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira (8) que teve uma “ótima conversa” com o presidente interino da Coreia do Sul, Han Duck-soo, sobre tarifas, construção naval, compra em larga escala de GNL e outras transações comerciais entre os dois países. Em meio à repercussão sobre as tarifas impostas pelos EUA aos parceiros comerciais, Trump afirmou que há a possibilidade de novos negócios com o país asiático e que uma “equipe de ponta” da Coreia do Sul estava a caminho dos Estados Unidos para mais conversas. O presidente americano se disse aberto para negociar com aliados. Saiba mais.
16h30 – O S&P 500, índice que representa o desempenho das 500 maiores empresas de capital aberto dos EUA, registrou queda de 11% na quinta e sexta-feira da semana passada. Esta é a pior queda desde o começo da pandemia de Covid-19. Ela reflete a preocupação dos investidores com o impacto da política tarifária do presidente Donald Trump. O mercado de ações é um termômetro de expectativas dos investidores — e tende a cair quando eles sentem perigo coletivo. O medo é que as tarifas afetem o crescimento das empresas de capital aberto e da economia dos EUA como um todo. Saiba mais.
15h37 – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que vai decretar emergência econômica no país após a imposição de novas tarifas pelo governo dos EUA. A medida é para defender o patrimônio venezuelano, segundo Maduro. O Palácio de Miraflores ainda não deu detalhes sobre o plano. Saiba mais.
15h03 – Os ativos brasileiros despencam em meio à confirmação da Casa Branca de que as tarifas de 104% sobre a China vão entrar em vigor. O dólar à vista tocou a marca de R$ 6,00 pela primeira vez desde janeiro. O Ibovespa renovou mínima aos 124.210,50 pontos, com recuo de 1,10%, diante da perda de ímpeto da alta das bolsas americanas. Saiba mais.
14h43 – A nova tarifa de importação dos EUA sobre produtos chineses vai passar a valer à 0h01 desta quarta-feira, confirmou na Casa Branca à CNBC. A taxação será de 104%. O percentual é uma resposta à China, que não aceitou diminuir a retaliação contra os americanos após o anúncio dos novos impostos americanos.Saiba mais.
13h13 – A União Europeia (UE) planeja impor tarifas de até 25% sobre uma variedade de produtos dos Estados Unidos em retaliação às tarifas aplicadas pelo governo de Donald Trump sobre o aço e alumínio europeus. Inicialmente, o bourbon americano estava na lista de produtos a serem tarifados, mas foi removido após intensa pressão de países como França e Itália, que temiam represálias adicionais dos EUA, especialmente no setor de vinhos. Trump havia ameaçado impor uma tarifa de 200% sobre vinhos europeus caso o bourbon fosse incluído na lista de produtos tarifados pela UE. A lista revisada de produtos sujeitos às novas tarifas inclui itens como diamantes, ovos, fio dental, salsichas e aves. Algumas dessas tarifas entrarão em vigor em 15 de abril, enquanto outras, como as sobre amêndoas e soja, estão previstas para 1º de dezembro. A decisão de excluir o bourbon reflete uma abordagem cautelosa da UE para evitar uma escalada na guerra comercial com os EUA, priorizando o diálogo e buscando minimizar danos aos setores sensíveis de ambos os lados. Saiba mais
12h08 – Em 8 de abril de 2025, Elon Musk, CEO da Tesla e integrante do governo Trump como líder do DOGE, criticou publicamente Peter Navarro, principal consultor comercial de Donald Trump, chamando-o de “idiota” em uma postagem na rede social X. Musk reagia a declarações de Navarro feitas em entrevista à CNBC, onde este afirmou que a Tesla não é uma fabricante de automóveis, mas uma montadora que utiliza peças estrangeiras. Musk contestou, afirmando que a Tesla possui a maioria dos carros feitos nos Estados Unidos e que Navarro é “mais burro que um saco de tijolos”. Anteriormente, Musk já havia questionado as credenciais de Navarro, sugerindo que um PhD em Economia por Harvard seria “uma coisa ruim”. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, minimizou o conflito, destacando a transparência da administração em expressar discordâncias publicamente. Saiba mais
10h47 – Em um postagem em sua rede social, Truth Social, nesta terça-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que teve uma “ótima ligação” com o presidente interino da Coreia do Sul, Han Duck-soo. “Temos os limites e a probabilidade de um grande NEGÓCIO para ambos os países”, disse Trump. Saiba mais
10h27 – Stephane Boujnah, CEO da Euronext, diz que a recente liquidação do mercado não é um sinal de pânico, mas simplesmente uma rotação de ativos. “Desde que isso começou, o dinheiro está saindo dos Estados Unidos para ser reinvestido na Europa”, disse Boujnah em uma entrevista à rádio France Inter hoje. Os investidores, disse ele, estão tendo dificuldades para lidar com a imprevisibilidade de Trump, que está tornando os EUA “irreconhecíveis” (Redação CNBC).
09h00 – O bilionário Elon Musk, fundador da Tesla, teve conversas diretamente com Donald Trump tentando convencer o presidente americano a reverter tarifas sobre importações da China, mas sem sucesso até agora. O embate mostra a divisão entre empresários e a atual política comercial da Casa Branca. Saiba mais
07h23 – O Ministério do Comércio da China disse que “se opõe resolutamente” à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de aumentar as tarifas e prometeu tomar contramedidas para proteger seus próprios direitos e interesses. “A ameaça dos EUA de aumentar as tarifas sobre a China é um erro em cima de um erro”, disse a declaração, de acordo com uma tradução da CNBC. “A China nunca aceitará isso. Se os EUA insistirem em seu próprio caminho, a China lutará até o fim.” (Redação CNBC). Saiba mais
Zhongnanhai é a sede do governo da República Popular da China e do Partido Comunista da China
Governo chinês diz que “lutará até o fim” após tarifas adicionais de Trump | 維基小霸王 (Wiki Little Overlord)
07h20 – Bom dia! Hoje é terça-feira, 8 de abril de 2025. A partir de agora, você acompanha aqui no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Tarifária que assola os mercados e bolsas de valores pelo mundo.
22h – Boa noite! Encerramos nesta segunda-feira (7) a cobertura em tempo real da Guerra Comercial. Obrigado por acompanhar o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Voltamos amanhã.
21h14 – Enquanto dezenas de países — incluindo aliados históricos dos Estados Unidos — foram alvo das novas tarifas anunciadas por Donald Trump, a ausência da Rússia na lista chamou atenção. Por que o país liderado por Vladimir Putin ficou de fora? Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, as sanções já em vigor contra a Rússia desde a invasão da Ucrânia “impedem qualquer comércio significativo”. Por isso, tarifas adicionais seriam desnecessárias. O mesmo vale para Belarus, Cuba e Coreia do Norte. Saiba mais
20h51 – O irmão mais novo de Elon Musk, Kimbal, foi à rede social X nesta segunda-feira (7) para criticar as tarifas do presidente Donald Trump, chamando-as de um “imposto estrutural e permanente para o consumidor americano”. Ele também disse que Trump parece ser o “presidente americano que mais cobra impostos em gerações” (Redação CNBC). Saiba mais
Kimbal Musk, cofundador da The Kitchen Community, fala durante a Conferência Global Anual do Milken Institute em Beverly Hills, Califórnia, em 3 de maio de 2016.
20h36 – A Apple foi novamente atingida, com uma queda de 3,7%, à medida que aumentavam as preocupações de que a empresa sofrerá um grande impacto com as tarifas do presidente Donald Trump. A liquidação levou a uma queda acumulada de 19% nas ações da empresa em três dias, eliminando US$ 638 bilhões em valor de mercado, o equivalente a quase R$ 3,3 trilhões (Redação CNBC). Saiba mais
20h06 – O iPhone pode ficar mais caro! As tarifas recíprocas propostas por Donald Trump, podem forçar a Apple a aumentar em até US$ 350 (cerca de R$ 2.070) o preço do iPhone 16 Pro Max no mercado americano. A estimativa foi feita por analistas do banco UBS (Redação CNBC). Saiba mais
Cliente verifica os últimos modelos do iPhone 16 Plus (à direita) e do iPhone 16 Pro Max (à esquerda) da Apple, expostas para venda, em 26 de setembro de 2024.
Firdous Nazir | Nurphoto | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
19h36 – Ken Langone, cofundador da Home Depot, criticou as tarifas de Trump, chamou os impostos de importação de 46% sobre o Vietnã de “besteira” e descreu a taxa de tarifa de 34% sobre a China como “muito agressiva, muito cedo”. “Eu não entendo a maldita fórmula”, disse o veterano doador de campanhas políticas republicanas em uma entrevista ao Financial Times. “Acredito que [Trump] foi mal aconselhado por seus assessores sobre essa situação comercial – e a fórmula que eles estão aplicando”, acrescentou o bilionário (Erin Doherty, da CNBC).
18h25 – Scott Bessent, Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, disse que ficou surpreso com a “impaciência” do mercado de ações desde o anúncio das tarifas. “Quase 70 países entraram em contato com a Casa Branca para negociar tarifas”, disse o secretário em entrevista à Fox News nesta segunda-feira (Jesse Pound, da CNBC).
18h12 – “Mesmo o presidente Trump falando o que ele quer falar, O Brasil está seguro contra qualquer crise porque nós temos uma reserva de R$ 350 bilhões de dólares que dá ao Brasil e o Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, diz Lula em evento em que o Mercado Livre anunciou aporte de R$ 34 bilhões e criação de 14 mil empregos no Brasil em 2025. Saiba mais
Presidente Lula.
17h52 – Em meio à guerra tarifária, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,29%, sendo negociado a R$ 5,9108 para venda e a R$ 5,9088 para compra. O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou a sessão em queda de 1,37%, aos 125.503,59 pontos. Saiba mais
17h31 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está considerando uma pausa nas tarifas durante as negociações comerciais. Em uma coletiva na Casa Branca ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Trump destacou que diversos países estão buscando acordos comerciais justos com os EUA, e que, em certos casos, tarifas substanciais serão aplicadas. Ele também mencionou a intenção de dialogar com China, Japão e outros países sobre as tarifas. Além disso, reiterou a ameaça de impor uma tarifa adicional de 50% sobre importações chinesas, caso a China mantenha sua proposta de tarifa de 34% sobre produtos americanos. Saiba mais
17h15 – A Apple planeja aumentar o envio de iPhones fabricados na Índia para os Estados Unidos como medida temporária para mitigar os elevados custos das tarifas sobre produtos chineses impostas pelo presidente Donald Trump. Essa estratégia visa reduzir o impacto das tarifas de 54% aplicadas a produtos chineses, enquanto as mercadorias indianas enfrentam uma taxa de 26%. Internamente, a empresa considera o cenário atual incerto para justificar mudanças estruturais em seus investimentos de longo prazo na cadeia de suprimentos. Paralelamente, a Apple busca obter isenções tarifárias, como já conseguiu anteriormente. Saiba mais
17h03 – O Zimbábue anunciou a suspensão de todas as tarifas sobre produtos dos EUA, visando fortalecer as relações comerciais entre os dois países e estimular o crescimento econômico. A medida busca atrair investimentos e ampliar o comércio bilateral. Especialistas avaliam que a decisão pode diversificar a economia zimbabuana e reduzir a dependência de parceiros tradicionais. No entanto, há preocupações sobre o impacto nos produtores locais, que podem enfrentar maior concorrência com a entrada de produtos americanos isentos de tarifas. Saiba mais
17h00 – Economistas de Wall Street estão alertando para uma possível recessão nos Estados Unidos devido às recentes tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump. Essas tarifas, que incluem um aumento para 25% sobre veículos importados e peças automotivas, além de tarifas sobre aço e alumínio, têm gerado preocupações significativas no mercado financeiro. O CEO da BlackRock, Larry Fink, mencionou que a maioria dos CEOs com quem conversa acredita que o país já está em recessão. Além disso, o JPMorgan Chase prevê uma contração do PIB real de -0,3% para 2025, com aumentos na taxa de desemprego e inflação. O mercado de ações também tem sofrido quedas acentuadas, com o S&P 500 entrando em território de mercado em baixa. Analistas temem que essas tarifas possam desencadear uma guerra comercial global, afetando negativamente a economia mundial. Saiba mais
16h25 – Donald Trump recebe na Casa Branca o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para discutir tarifas comerciais e sanções. Saiba mais (AFP).
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, recebe Benjamin Netanyahu na Casa Branca
SAUL LOEB / AFP
16h09 – Os preços de veículos novos e usados nos Estados Unidos devem aumentar significativamente este ano em meio às tarifas automotivas de 25% do presidente Donald Trump, segundo uma nova análise de especialistas do setor da Cox Automotive. Saiba mais (Redação CNBC).
15h56 – Larry Fink, CEO da BlackRock, disse nesta segunda-feira (7) que muitos líderes empresariais acreditam que a economia dos Estados Unidos já está em uma recessão. “A maioria dos CEOs com quem eu converso diria que provavelmente estamos em uma recessão agora”, disse Fink em um evento do Economic Club de Nova York. Saiba mais (Redação CNBC).
15h40 – “Se 11 de setembro foi um marco para o mundo com o ataque às Torres Gêmeas, mudando a conformação política mundial, nós temos o 2 de abril de 2025 como uma mudança de parâmetro e comportamento para países”, disse Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, em evento na Associação Comercial de São Paulo. Saiba mais.
15h00 – Veja aqui as ações com os maiores movimentos ao pregão do meio-dia nos EUA: U.S. Steel, Tesla, Dollar Tree, Apple e mais (Redação CNBC).
14h30 – O governo Trump anunciou que o presidente planeja vetar um projeto de lei bipartidário, conhecido como Lei de Revisão Comercial de 2025, que daria ao Congresso a autoridade para aprovar ou rejeitar suas tarifas comerciais. A Casa Branca argumenta que tal legislação restringiria severamente a capacidade do presidente de responder a emergências nacionais e ameaças estrangeiras. Essa ameaça de veto ocorre após Trump já ter se comprometido a vetar outra medida que buscava reverter suas tarifas sobre importações canadenses, a qual havia sido aprovada no Senado com apoio de alguns republicanos. (Kevin Breuninger, da CNBC)
12h50 – Segundo a Casa Branca, se a ameaça de Trump entrar em vigor, a China será tarifada em 104%. Trump anunciou tarifas gerais de 34% sobre Pequim na semana passada, que se somam às taxas existentes de 20% sobre as importações chinesas. A última ação tarifária de Trump aplicaria uma tarifa adicional de 50% sobre produtos chineses, a menos que a China reduzisse sua tarifa retaliatória de 34% sobre os EUA (Redação CNBC).
12h27 – O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça impor novas tarifas de 50% à China, a menos que Pequim suspenda suas tarifas retaliatórias sobre as exportações dos EUA até terça-feira (8) (Redação CNBC). Saiba mais.
11h56 – Em entrevista exclusiva ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta segunda-feira (07), Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR, comentou sobre o impacto das novas políticas comerciais defendidas por Donald Trump no fluxo de exportação do produto brasileiro. “Primeiramente, o plano é não deixar que os americanos fiquem sem o nosso suco. O mercado americano representa 37% das exportações brasileiras. Então, o Brasil também não pode abrir mão desse mercado,” afirmou Netto. Assista agora.
11h43 – O diretor do conselho econômico nacional, Kevin Hassett, afirmou nesta segunda-feira (7) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considera estabelecer uma pausa de 90 dias nas tarifas para todos os países, exceto a China. No entanto, a própria Casa Branca negou a informação, segundo a CNBC Internacional, afirmando que ‘pode ter havido algum desentendimento em relação à transcrição do que disse Hassett’, e há ‘uma dúvida se realmente tem alguém dentro da entidade querendo ‘brincar com os mercados’. Saiba mais.
10h59 – O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, afirmou nesta segunda-feira (7) que as tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump na semana passada provavelmente vão elevar os preços de produtos nacionais e importados, pressionando ainda mais a economia dos Estados Unidos, que já vinha desacelerando (Redação CNBC). Saiba mais.
10h00 – Em entrevista exclusiva durante o Agora, no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, a presidente-executiva da ABAL, Janaina Donas, comentou sobre os possíveis impactos das medidas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para ela, o cenário preocupa especialmente a cadeia de reciclagem de alumínio no Brasil, uma das mais avançadas do mundo. No entanto, ela ressalta que “existe o risco de um desbalanço global no suprimento, já que os Estados Unidos ainda dependem fortemente da importação de alumínio”. Assista aqui
Presidente-executiva da ABAL, Janaina Donas.
Presidente-executiva da ABAL, Janaína Donas | Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC
09h45 – “Hoje o clima de incerteza e volatilidade parece estar um pouco mais espalhado pelo mundo”, declarou o presidente do Banco Central, Daniel Galípolo, na manhã desta segunda-feira (7). Ele avaliou o cenário internacional e disse que nunca imaginou que o cenário externo fosse refletir o mercado doméstico com tamanhas incertezas e instabilidade. Informa a repórter Bessie Cavalcanti.
09h31 – “O relatório é que tínhamos um acordo, mais ou menos, para o TikTok. E então a China mudou o acordo por causa das tarifas. Se eu desse a eles um pequeno corte nas tarifas, aprovariam o acordo em 15 minutos, o que mostra o poder das tarifas”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o possível fracasso nas negociações da venda do TikTok, a bordo do Air Force One (Estadão Conteúdo). Saiba mais.
08h38 – Em meio à guerra tarifária, que derruba as bolsas em todo o mundo, o Banco Central da China (PBoC) informou que as reservas internacionais da China subiram para US$ 3,241 trilhões, confirmando as estimativas de analistas consultados pelo Wall Street Journal. O PBoC também informou que as reservas de ouro da China subiram pelo quinto mês consecutivo (Estadão Conteúdo, com Dow Jones Newswires).
08h17 – Bolsas da Europa em modo pânico: por volta das 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 tombava 5,01%, a 471,44 pontos. Na semana passada, o índice sofreu perdas de 8,4%, a maior queda semanal em cinco anos. Na última década, o Stoxx 600 só apresentou desempenho pior no começo da pandemia de covid-19 em 2020 (Estadão Conteúdo). Leia mais.
08h00 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez agora pouco uma nova publicação em sua rede social TruthSocial afirmando que o país está recuperando investimentos, que não há inflação no país. Saiba mais.
07h23 – Guerra tarifária impacta o bitcoin, que cai abaixo de US$ 80 mil, enquanto criptomoedas se juntam à derrocada do mercado global. Investidores abalados venderam seus ativos em criptomoedas, que são negociadas 24 horas por dia, no fim de semana, pois previam mais carnificina depois que as tarifas de Trump aumentaram os temores de uma recessão global (Redação CNBC). Leia mais.
07h03 – As bolsas asiáticas desabaram nesta segunda-feira (7), com a de Hong Kong sofrendo a maior queda em um único pregão desde 1997, em meio a temores de que a guerra comercial deflagrada pelo tarifaço do presidente dos EUA, Donald Trump, desencadeie uma recessão global (Estadão Conteúdo). Leia mais
06h55 — Bom dia, hoje é segunda-feira, 7 de abril de 2025. A partir de agora, você acompanha aqui no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC a cobertura em tempo real da Guerra Tarifária que assola os mercados e bolsas de valores pelo mundo.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais