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Donald Trump
Foto: J. SCOTT APPLEWHITE/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Donald Trump está empreendendo uma tentativa audaciosa de remodelar a economia dos Estados Unidos, prometendo guiar o país para uma nova “Era Dourada”. No entanto, enquanto ele continua a promover essa grande visão, tanto os investidores quanto os líderes empresariais e consumidores expressam preocupações crescentes sobre os detalhes e a viabilidade real de tal plano.
Trump fala frequentemente sobre a revitalização industrial do Meio-Oeste dos Estados Unidos, argumentando que a autossuficiência econômica é a chave para o futuro do país. Paralelamente, membros de sua administração, como seu secretário do Tesouro, destacam a necessidade de reduzir a dependência dos gastos governamentais e equilibrar o orçamento. O secretário do Comércio, por outro lado, defende a necessidade de um orçamento equilibrado, enquanto o principal assessor econômico de Trump promove cortes de impostos e uma “desregulamentação massiva” como caminhos para o crescimento.
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Porém, esse otimismo encontra desafios significativos nas realidades do comércio global e das finanças públicas. A incursão de Trump no uso agressivo de tarifas, uma prática não vista em quase um século, busca corrigir um sistema de comércio que ele vê como cronicamente desequilibrado, especialmente frente à política chinesa de subsidiação de exportações. Isso veio em um contexto onde os déficits têm atingido níveis alarmantes, com a dívida pública quase alcançando 100% do PIB – uma cifra não vista desde o final da Segunda Guerra Mundial.
O plano econômico de Trump procura reverter décadas de globalização ao reforçar a produção interna de bens essenciais como energia, aço e semicondutores. Tal transformação não apenas visa tornar os Estados Unidos menos dependentes de outros países, mas também criar milhões de empregos industriais, deslocando o foco da economia da financeirização para a manufatura. No entanto, isso exigirá tempo considerável, investimento significativo e potencialmente dolorosos cortes orçamentários.
A execução prática dessas políticas enfrenta críticas pela sua fluidez e imprevisibilidade. As tarifas não apenas visam dissuadir importações, mas também tentar aumentar receitas num momento em que Trump advoga por cortes de impostos. Essa combinação levanta dúvidas sobre como o déficit orçamentário pode realmente ser reduzido nesse cenário.
Em termos de confiança do mercado, Trump durante seu primeiro mandato frequentemente apontava os recordes da bolsa como um indicador de sucesso econômico. Agora, sua administração parece minimizar essas preocupações, enfatizando que o foco é na economia real.
Contudo, o índice S&P 500 mostrou uma queda de 8% no último mês, refletindo as incertezas e a apreensão dos investidores em relação às políticas econômicas propostas. Além disso, uma pesquisa da CNN revelou que 56% dos americanos desaprovam a gestão econômica de Trump – um índice pior do que em qualquer momento de seu primeiro mandato. Esses sinais evidenciam uma dissonância entre a retórica da administração e a percepção pública e do mercado, alimentando debates sobre a estratégia econômica adotada.
Apesar desses desafios e da recepção mista, Trump mantém sua trajetória, confiante de que sua presidência trará uma transformação econômica duradoura. No entanto, o caminho para a revolução econômica que ele imagina não será fácil nem rápido. O futuro dirá se essa estratégia ousada conduzirá a um novo período de prosperidade ou se será necessário outro ajuste de rota nos anos que virão.
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